Abate de Machos: julho registra 1,63 milhão de abates, maior desde out/24

Abate de Machos: julho registra 1,63 milhão de abates, maior desde out/24

Machos lideram abates com 1,63 milhão em julho, o maior desde outubro de 2024.

Os abates de machos lideram julho, com 1,63 milhão de animais abatidos. Esse volume é o maior desde outubro de 2024. A leitura rápida mostra demanda firme por carne e maior participação de machos no abate.

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Machos costumam ter ganho de peso estável e aceitação de mercado mais ampla. Quando a participação deles aumenta, o peso médio da carcaça tende a subir. Isto pode impactar o preço recebido pelo produtor.

Regiões que puxaram o volume aparecem com maior participação de machos, principalmente no Sul e no Centro-Oeste. Isso mostra ajustes na oferta regional e na gestão de lotes. Para o produtor, é um sinal de como planejar abates e manejo de pastagens.

O que isso significa na prática

Primeiro, acompanhe o peso e o ganho diário. Se o peso tá acima do esperado, avalie adiantar o abate. Garanta nutrição de qualidade durante a engorda. Use proteína suficiente e mineralização para manter ganho sem gastar demais.

Planeje o calendário de abates para coincidir com a demanda do mercado. Faça checks de saúde e trate parasitas para manter a produção estável.

  1. Monitore peso e ganho para identificar animais prontos ao abate.
  2. Garanta alimentação balanceada para evitar desperdícios.
  3. Planeje o calendário de abates com a demanda do mercado.
  4. Faça checks de saúde e controle de parasitas com regularidade.

Total de bovinos abatidos sob SIF atinge 2,72 milhões no mês.

Total de bovinos abatidos sob SIF atingiu 2,72 milhões no mês, sinal de atividade firme.

O SIF é o órgão federal que fiscaliza frigoríficos para garantir qualidade.

Isso pode afetar preços, disponibilidade de compradores e planejamento da fazenda local.

Para o produtor, esse volume pede ajustes no calendário de abates.

Como interpretar na prática

Primeiro, acompanhe o peso médio e o ganho diário para decidir o melhor momento de abater.

  1. Monitore peso e alimentação para evitar surpresas no peso de abate.
  2. Garanta nutrição adequada e mineralização para manter ganho eficiente.
  3. Verifique a saúde do rebanho e trate parasitas para reduzir perdas.
  4. Converse com o frigorífico para alinhar prazos de entrega e lotes.
  5. Planeje a pastagem para manter a taxa de ganho sem custo extra.

Com esse manejo, o produtor transforma o aumento de abates em lucro sustentável.

RS, MS e SP impulsionam o desempenho com avanços significativos.

RS, MS e SP estão puxando o desempenho da pecuária com avanços significativos neste ciclo.

No RS, pastagens bem manejadas e nutrição constante elevam o ganho de peso.

Em MS, a integração lavoura-pecuária aumenta a disponibilidade de alimento e reduz custos.

Em SP, concentração de abates e melhor infraestrutura aceleram entregas e preços.

Esses estados mostram que ganhos reais vêm de ações simples. O manejo de pastagens, o monitoramento de peso e a saúde do rebanho ajudam.

Fatores que impulsionam os avanços

Pastagens bem manejadas e rotação de piquetes melhoram a qualidade do ganho. Nutrição adequada e mineralização evitam perdas. Controle de parasitas reduz queda de desempenho. Parcerias com frigoríficos alinham prazos e demandas.

  1. Faça o monitoramento semanal de peso e ganho diário.
  2. Ajuste a dieta conforme o ganho esperado e o custo.
  3. Planeje o calendário de abates com a demanda do mercado local.
  4. Implemente rotação de piquetes para manter forragem disponível o ano inteiro.

Com isso, RS, MS e SP elevam desempenho e fortalecem a rentabilidade.

2025 acumula recorde no abate, com fêmeas representando 40,1% do total.

2025 acumula recorde no abate, com fêmeas representando 40,1% do total, e isso muda a gestão da fazenda. Esse dado aponta uma mudança na estratégia de reposição e na lucratividade do rebanho.

Esse movimento reduz a quantidade de matrizes disponíveis para reposição, o que afeta o ciclo de cria. Por outro lado, pode melhorar o caixa agora, pois as fêmeas costumam valer mais no abate. O desafio é manter o equilíbrio entre abate rápido e reposição futura.

Como agir na prática

Primeiro, defina uma meta de reposição anual com base no seu rebanho atual. Em seguida, priorize novilhas saudáveis para reposição e garanta boa nutrição para ganho de peso estável. Além disso, ajuste o calendário de inseminação e o manejo de pastagens para manter a taxa de natalidade.

  1. Selecione novilhas com bom ganho de peso e genética adequada.
  2. Planeje a inseminação para que as novilhas entrem em reposição no momento certo.
  3. Garanta alimentação balanceada e mineralização para apoio ao crescimento.
  4. Monitore a saúde do rebanho e trate parasitas com regularidade.
  5. Negocie com frigoríficos para manter prazos de entrega estáveis.

Com esse foco, a fazenda consegue manter o equilíbrio entre lucro de curto prazo e reposição de longo prazo, mesmo com a alta participação de fêmeas no abate.

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Saiba Mais Sobre Dr. João Maria
Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.

joão silva

Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite. Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.