Quais produtos Ihara lançou de uma vez no setor de pastagens?

Quais produtos Ihara lançou de uma vez no setor de pastagens?

Noticias do Jornal do campo Soberano
Boa leitura!
No mercado agrícola brasileiro, especificamente no setor de pecuária, existem desafios significativos que precisam ser superados para atender à demanda global por carne bovina. Com aproximadamente 200 milhões de hectares de pastagens nativas e estabelecidas, o Brasil tem um enorme potencial agrícola, mas enfrenta obstáculos como a degradação das pastagens, falta de fertilidade em vacas e a necessidade de melhorar o suporte à gestão da propriedade.

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Para aumentar a produtividade e atingir o potencial máximo, os pecuaristas precisam adotar novas tecnologias e soluções que otimizem a sanidade das pastagens. É nesse contexto que a Ihara, uma empresa com ampla experiência em soluções agrícolas, entra no mercado pecuário. Com tecnologia japonesa, a Ihara lança seis produtos voltados para o tratamento e melhoria das pastagens.

Um desses produtos é o Pureza N, focado no tratamento de sementes forrageiras para controle de fungos. Com uma molécula japonesa e um fungicida e nematicida de amplo espectro, o Pureza N oferece uma solução eficiente para fortalecer as pastagens. Além disso, a Ihara também oferece o herbicida Invernada, utilizado no controle de ervas daninhas de folhas largas, e o herbicida Plataforma, recomendado para arbustos lenhosos e controle localizado no toco.

Outro produto importante é o 5 estrelas, desenvolvido para o controle de cigarrinhas em pastagens. Com uma molécula inédita que atua no sistema nervoso dessa praga, o 5 estrelas é eficiente no combate a ninfas e adultos, contribuindo para a melhoria da produtividade nas pastagens. Além desses produtos, a Ihara tem planos de lançar novos inseticidas e herbicidas nos próximos anos, aumentando ainda mais sua contribuição para o setor pecuário.

O combate às pragas e doenças é essencial para garantir a qualidade e a produtividade das pastagens. Insetos como o atirador de gafanhoto, pulga saltadora, lagarta spodoptera e cochonilha são exemplos de pragas que podem causar perdas significativas de produtividade. Por isso, é fundamental investir em tecnologias e produtos que controlem essas pragas e garantam um ambiente saudável para o desenvolvimento do gado.

Além disso, é importante lembrar que a degradação das pastagens é um problema comum no Brasil, com cerca de 60% delas apresentando algum grau de degradação. O controle de ervas daninhas é fundamental nesse sentido, pois as plantas invasoras competem com o capim, reduzindo sua qualidade e produtividade. Investir em tecnologias que combatam as ervas daninhas é um dos melhores tipos de investimento que os pecuaristas podem fazer para garantir a saúde e a qualidade das pastagens.

Com o aumento do valor das terras, os pecuaristas não podem mais contar apenas com a opção de adquirir novas áreas, mas sim tratar e melhorar as pastagens já existentes. O pasto é a ração mais barata para o gado e, antes de ser um bom produtor de carne, leite e bezerros, é necessário ser um excelente produtor de capim. Portanto, investir em tecnologias e produtos que melhorem a qualidade das pastagens é essencial para a sustentabilidade e o sucesso do negócio pecuário.

Em resumo, as soluções oferecidas pela Ihara representam um grande avanço no setor pecuário brasileiro, proporcionando aos pecuaristas tecnologias eficientes para melhorar a sanidade das pastagens e aumentar a produtividade. Com produtos de alta qualidade e tecnologia japonesa, a Ihara está comprometida em contribuir para o crescimento e o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.

Perguntas frequentes:

1. Quais são os principais desafios enfrentados pelo setor de pecuária no Brasil?
R: Os principais desafios são a degradação das pastagens, a falta de fertilidade em vacas e a necessidade de melhorar o suporte à gestão da propriedade.

2. Quais são os produtos lançados pela Ihara para melhorar a sanidade das pastagens?
R: A Ihara lançou seis produtos, incluindo o Pureza N, Invernada, Plataforma, Pastilha, 5 estrelas e Poderoso.

3. Como as pragas afetam a produtividade das pastagens?
R: As pragas, como o atirador de gafanhoto, pulga saltadora, lagarta spodoptera e cochonilha, podem causar perdas significativas de produtividade nas pastagens.

4. Por que é importante investir em tecnologias de controle de ervas daninhas?
R: As ervas daninhas competem com o capim, reduzindo sua qualidade e produtividade. Portanto, investir em tecnologias de controle é essencial para garantir a saúde e a qualidade das pastagens.

5. Por que os pecuaristas devem tratar e melhorar as pastagens já existentes?
R: Com o aumento do valor das terras, adquirir novas áreas não é mais viável. Investir na melhoria das pastagens existentes é fundamental para garantir a sustentabilidade e o sucesso do negócio pecuário.

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Foto: Joseani Mesquita Antunes/Embrapa

O Brasil tem aproximadamente 200 milhões de hectares de pastagens nativas e estabelecidas, segundo a Embrapa. Contudo, este potencial agrícola enfrenta sérios desafios na satisfação da procura externa, que deverá aumentar nos próximos anos.

Prova disso é que, até 2024, espera-se que o O PIB internacional per capita aumentará cerca de 19%, enquanto a disponibilidade de toda a carne por indivíduo aumentará apenas 3%. “O cenário internacional é comprador e, na falta da proteína bovina, o mundo vai adquirir novas carnes”, acredita o proprietário e consultor da Athenagro e Fundador da Rali da PecuáriaMaurício Nogueira, em palestra de lançamento do portfólio Ihara para pastagens, em Atibaia (SP).

Segundo ele, estima-se que Até 2030, Brasil exportará mais de três milhões de toneladas de carne bovina por ano. Porém, para chegar a esse número e superá-lo posteriormente, alguns obstáculos precisam ser superados:

  • Degradação de pastagens
  • Falta de fertilidade em vacas
  • Melhorar o suporte à gestão da propriedade

Esses três problemas podem ser resumidos em um conceito mais amplo: baixa produtividade. “A produtividade média brasileira está entre 4,5 e 5 arrobas por hectare/ano. Há muito espaço para avanço. Chegar a 15, 20 arrobas por hectare/ano não é nada absurdo. Podemos triplicar ou quadruplicar a produtividade atual”, considera o proprietário e consultor da NTC ConsultoriaNeivaldo Cáceres.

Segundo ele, para que isso aconteça, os pecuaristas terão que produzir cada vez mais com menos terra e a adoção de novas tecnologias será fundamental neste processo.

contribuição de peso

Na tentativa de suprir as necessidades do setor, uma nova empresa acaba de entrar no mercado com produtos voltados para a melhoria da sanidade das pastagens: Ihara. A empresa, com quase sessenta anos, possui ampla experiência em soluções voltadas para a agricultura e agora dá os primeiros passos na pecuária.

Da esquerda para a direita: jornalista Kellen Severo; Maurício Nogueira (Athenagro); Neivaldo Cáceres (NTC Consultoria); e Guilherme Moraes (Ihara). Foto: Divulgação Ihara

Como vem sendo prática nos últimos anos, a chegada da marca ao setor vem de forma agressiva com o lançamento simultâneo de seis produtos, todos com tecnologia japonesa, um para tratamento de sementes, dois herbicidas, dois inseticidas e um adjuvante.

Descubra novos produtos para pastagens

1. Pureza N: focado no tratamento de sementes forrageiras para controle de fungos.

Segundo o gerente regional de marketing da empresa, Guilherme Moraes, a tecnologia conta com uma molécula japonesa e um fungicida e nematicida com maior espectro de ação.

2. Invernada: herbicida para controle de ervas daninhas de folhas largas. Juntamente com Pastoil, novo adjuvante de Ihara, permite o controle de plantas herbáceas anuais ou semi-arbustivas.

3. Plataforma: herbicida com alta sistematicidade e sal com maior desempenho. Utilizado para arbustos lenhosos e controle localizado no toco.

4. Pastilha: óleo com maior queda de tensão superficial. Possui alta absorção e penetração de ervas daninhas, tanto na folha quanto na casca.

5 estrelas: visando o controle de cigarrinhas em pastagens. “Estrela possui uma molécula inédita que atua no sistema nervoso da praga, provocando maior fixação do produto. É eficiente no combate a ninfas e adultos”, explica Moraes.

6. Poderoso: inseticida com molécula japonesa com alta sistematicidade. Também controla ovos de cigarrinha. “Dependendo da infestação e da reinfestação, é possível bloquear o ciclo, principalmente porque controla todas as fases da cigarrinha.”

Segundo Moraes, Em 2023, Ihara pretende lançar mais um inseticida foliar e dois herbicidas. Em 2024, um inseticida e quatro herbicidas. Em 2025, está previsto dois inseticidas, um herbicida e dois fungicidas foliares para campos de produção de sementes. Próximo ano, mais um inseticida para controle via tratamento TSI e dois herbicidas. “E no futuro, a partir de 2027, esperamos ter o biológicos para pastagens“, ele afirma. “São produtos em processo de extensão de bula, registro e investigação”, pondera.

Ataque de insetos

Ataques de insetos em pastagens podem gerar perdas de matéria seca, palatabilidade e qualidade da forragemespecialmente quando o agressor é o atirador de gafanhoto. “Temos ataques muito graves e é uma praga comum. Temos que olhar para quebrar o ciclo desse inseto e buscar soluções através do controle. Embora existam culturas forrageiras que toleram e resistem um pouco mais a esses insetos, é um grande problema”, destaca o gerente regional de marketing da Ihara.

Cigarrinha de gafanhoto. Foto: Embrapa

Segundo ele, o pulga saltadora, lagarta spodoptera e cochonilha também são problemas graves. “Não olhamos apenas para as cigarrinhas. Também temos pesquisa e desenvolvimento focados em moléculas que combatam essas novas pragas.”

Moraes destaca que pastagens, piquetes ou talhões atacados por cigarrinhas têm redução garantida de produtividade. “A esse respeito, pesquisas mostram perdas de 35% a 40% em áreas atacadas por essas pragas.”

Reforçando a posição do representante de Ihara, Cáceres lembra que a degradação de uma pastagem começa com o aparecimento de ervas daninhas e a perda de forragem. “A Embrapa afirma que 60% da área de pastagem no Brasil apresenta algum grau de degradaçãoque pode ser leve a extremo.

Neste sentido, o especialista considera que o O combate às ervas daninhas é o melhor tipo de investimento que os pecuaristas podem fazer. “Sem isso, a pastagem acaba ficando de pior qualidade porque a forragem compete com a erva daninha, fazendo com que o capim sofra mutação morfológica e acabe gerando mais colmos do que folhas”, informa Cáceres.

Necessidade de tratamento de pasto

Com o aumento do valor das terras, os pecuaristas não podem mais optar por adquirir novas terras em vez de tratar as que já possuem. “Quando o pecuarista trabalhava na faixa de mil e dois mil reais por hectare, ele não adotava tecnologias porque era mais conveniente comprar novas áreas do que investir em tecnologias de tratamento. Hoje ele não pode mais se dar a esse luxo”, aponta Cáceres, da NTC Consultoria.

“Os produtores muitas vezes não percebem as perdas que estão sofrendo devido à falta de controle de ervas daninhas, por exemplo. Ele precisa lembrar que a ração mais barata para o gado é o pasto e antes de ser um bom produtor de carne, leite e bezerros, precisa ser um excelente produtor de capim”, afirma.