Quem deu a largada no plantio de soja no Paraná?

Quem deu a largada no plantio de soja no Paraná?

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Em suma, a temporada de plantio de soja no Paraná ficou mais curta, o que tem gerado preocupação entre os agricultores. Com a redução da janela de plantio, os produtores estão enfrentando desafios para garantir sementes de soja para a próxima safra e também estão apreensivos em relação à colheita de milho safrinha no próximo ano. A região oeste do estado depende do milho como base alimentar para a produção de aves, suínos e peixes, por isso a redução na área plantada pode impactar negativamente esses setores.

Uma das razões para essa redução na janela de plantio é o preço do trigo, que vem caindo desde o ano passado. A previsão é que a colheita deste ano supere o recorde estabelecido em 2022, o que tem levado alguns produtores a deixarem de plantar soja em áreas marginais. Além disso, o baixo preço do milho também é um fator que contribui para a redução da área plantada na primeira safra.

No entanto, apesar dessas dificuldades, os agricultores estão determinados a continuar produzindo alimentos e contribuindo para a balança comercial do Brasil. A safra atual de milho no Paraná está estimada em 17,8 milhões de toneladas, sendo a segunda maior da história no estado. Já a estimativa da primeira colheita de soja em 2023/24 é de um aumento de área muito insignificante, com uma redução na produção de 2%.

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Perguntas e respostas:

1. Quais são as principais preocupações dos agricultores paranaenses com a redução da janela de plantio da soja?
– Os agricultores estão preocupados em garantir sementes de soja para a próxima safra e também com a colheita de milho safrinha do próximo ano.

2. Por que o preço do trigo vem caindo no Brasil?
– O preço do trigo vem caindo devido à previsão de uma colheita que deve superar o recorde estabelecido em 2022.

3. Qual é a importância do milho para a região oeste do Paraná?
– O milho é essencial para a região oeste do Paraná, sendo a base alimentar para a produção de aves, suínos e peixes.

4. Por que alguns agricultores deixaram de plantar soja em áreas marginais?
– Alguns agricultores deixaram de plantar soja em áreas marginais devido à redução do preço do trigo e do milho.

5. Qual é a estimativa de área e produção para a primeira colheita de soja em 2023/24?
– A estimativa é de um aumento de área muito insignificante, passando de 5.790 mil hectares para 5.801 mil hectares, e uma redução na produção de 2%, passando de 22,4 milhões de toneladas para 21,9 milhões de toneladas.

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Nesta temporada a janela de plantio da soja ficou mais curta para os agricultores paranaenses. O período começou hoje e segue até 19 de dezembro. No ano passado, a janela foi até 31 de janeiro, garantindo fôlego e atuação bem planejada em campo.

Edmílson Zabotti, agricultor de Palotina, não perdeu tempo e logo no primeiro dia de lançamento colocou a máquina no campo, continuando o plantio a todo vapor, aproveitando o clima estável. “São poucos dias, mas faz muita diferença, principalmente para os produtores que acabam investindo no plantio para garantir sementes de soja para a próxima safra. Os custos estão cada vez mais altos e com essa redução na janela, muito provavelmente não teremos tempo para construir o campo de sementes. Para os produtores isso significa, de certa forma, perda”, afirma o agricultor.

 
 

Edmílson é Zabotti também preside o Sindicato dos Empregadores Rurais de Palotina e revela que também há receio em relação à colheita de milho safrinha do próximo ano. “Se tivéssemos conseguido plantar antes do dia 10, teríamos melhores condições para fugir do frio intenso, com geadas, na próxima safra de inverno. Lembrando que já existe o temor de queda na área plantada com milho por conta do preço e se houver frustração para o clima o cenário fica ainda mais complicado”, alerta.

O milho é essencial para a região oeste do estado, é base alimentar para a produção da avicultura, suinocultura e piscicultura. No Paraná, as colheitas de milho e trigo ainda não foram concluídas. Ainda há um longo caminho a percorrer e a velocidade é necessária. “Com todas as dificuldades, o agricultor está pronto para continuar produzindo alimentos e dar ao país o título de maior produtor de grãos, pronto para sustentar a balança comercial do Brasil”, reforça Zabotti.

PREÇO DO TRIGO X RECORDE

O preço da saca de trigo vem caindo desde o ano passado, principalmente pela possibilidade de a colheita deste ano superar o recorde estabelecido em 2022 no país. A previsão é que sejam produzidas 200 mil toneladas a mais que os 10,5 milhões de toneladas do ano passado.

 
 

Paraná e Rio Grande do Sul continuam sendo os estados mais representativos na triticultura, concentrando aproximadamente 85% da produção nacional. A colheita no Estado atingiu 26% da área de 1,4 milhão de hectares e está evoluindo bem. Os gaúchos deverão começar a trabalhar muito em breve. A maior preocupação é com as futuras chuvas, além dos danos que já causaram nos últimos dias.

ESTIMATIVA DE COLHEITA

A primeira colheita de soja em 2023/24 promete ter um aumento de área muito insignificante, passando de 5.790 mil hectares para 5.801 mil hectares. A produção tende a reduzir 2%, passando de 22,4 milhões de toneladas para 21,9 milhões de toneladas.

“A última colheita foi excepcional”, ponderou o agrônomo do Deral, Carlos Hugo Godinho. Segundo ele, apesar do aumento, alguns produtores deixaram de plantar a oleaginosa em áreas marginais, que eram ocupadas por outras culturas, como a cana-de-açúcar, por exemplo.

No milho, a redução de área na primeira safra deverá ocorrer devido ao baixo preço do produto. Nos últimos 12 meses caiu de R$ 75,00 por saca para R$ 45,00. Os 379,1 mil hectares ocupados na safra anterior deverão cair para 317 mil hectares agora. A projeção é que sejam produzidas 3,1 milhões de toneladas contra 3,8 milhões de toneladas em 2022.

Por outro lado, a safra atual – 2022/23 – está estimada em 17,8 milhões de toneladas, sendo 14 milhões da segunda safra e 3,8 milhões da primeira. Se implementada, será a segunda maior da história no Paraná, atrás apenas da safra 2016/17, quando foram produzidas pouco mais de 18 milhões de toneladas.

JANELA PARA PLANTIO EM OUTROS ESTADOS

  • Acre: 21 de setembro de 2023 a 29 de dezembro de 2023
  • Alagoas: 2 de abril de 2024 a 10 de julho de 2024
  • Amapá: 1º de março de 2024 a 8 de junho de 2024
  • Amazonas: 16 de setembro de 2023 a 24 de dezembro de 2023
  • Bahia: 1º de outubro de 2023 a 8 de janeiro de 2024
  • Ceará: 1º de fevereiro de 2024 a 10 de maio de 2024
  • Distrito Federal: 1º de outubro de 2023 a 8 de janeiro de 2024
  • Goiás: 25 de setembro de 2023 a 2 de janeiro de 2023
  • Maranhão: Região 1 – 1º de dezembro de 2023 a 9 de março de 2024; Região 2 – 1º de novembro de 2023 a 8 de fevereiro de 2024; Região 3 – 1º de outubro de 2023 a 8 de janeiro de 2024
  • Rio Grande do Sul – 1º de outubro e 8 de janeiro de 2024.

(Com Conjuntos)

(Fernanda Toigo/Sou Agro)

 

Quem deu a largada no plantio de soja no Paraná

Quem deu a largada no plantio de soja no Paraná

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Resumo

O plantio de soja no Paraná começou no dia 10 de setembro, com a semeadura de 200 hectares em uma propriedade rural em São Mateus do Sul.

Detalhes

O plantio foi realizado por uma equipe de agricultores da região, que utilizaram uma semeadora automotriz. A variedade de soja plantada foi a BRS 480, que é tolerante à seca e ao estresse hídrico.

O clima na região está favorável para o plantio de soja. As temperaturas estão amenas e as chuvas estão regulares.

Chama à ação

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Fonte

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento