O alto volume de animais terminados ainda enfraquece os preços?

Noticias do Jornal do campo Soberano
Boa leitura!
Quer ficar por dentro do agronegócio brasileiro e receber as principais notícias do setor em primeira mão? Então, você está no lugar certo! Neste artigo, vamos abordar diversos aspectos relacionados ao mercado físico do gado no Brasil e fornecer informações valiosas para aqueles interessados nesse setor tão importante para a economia do país.

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**Mercado físico do gado no Brasil**

Nesta terça-feira (30), o mercado físico do gado registrou preços mais fracos, o que não é uma novidade para esse segmento. Ainda há um grande volume de animais terminados sendo oferecidos no Centro-Norte do Brasil, o que acaba exercendo pressão descendente sobre os preços. Além disso, a oferta de mulheres no mercado também é significativa, contribuindo para essa queda de preços. O analista da consultoria Culturas e Mercado, Fernando Henrique Iglesias, destaca que os pecuaristas enfrentam dificuldades na manutenção dos animais nas pastagens devido à redução da qualidade das mesmas, o que aumenta a urgência na realização de negociações.

**Cronogramas de abate e cotações**

No atual cenário, os frigoríficos não têm enfrentado dificuldades para compor seus cronogramas de abate. A média nacional situa-se entre nove e dez dias úteis, o que mostra que a demanda está sendo atendida sem grandes problemas. Para termos uma ideia das cotações de arroba nas principais praças, temos:

– São Paulo (SP): R$ 243
– Dourados (MS): R$ 226,00
– Cuiabá (MT): R$ 222
– Goiânia (GO): R$ 220
– Uberaba (MG): R$ 235

Esses valores refletem a realidade atual do mercado no país e são uma referência importante para os pecuaristas e demais agentes do setor.

**Boi no atacado e proteínas concorrentes**

No mercado atacadista, os preços estão se mantendo acomodados. Ainda segundo Iglesias, há uma tendência de queda dos preços no curto prazo, uma vez que os estoques da indústria sinalizam grande volume de oferta, mesmo no período de virada do mês. Além disso, é válido mencionar a situação das proteínas concorrentes, como a carne suína e a carne de frango, que também passam por momentos de queda nos preços.

**Cotações específicas no atacado**

Para entendermos melhor as cotações específicas no mercado atacado, temos os seguintes valores:

– Quarto traseiro: R$ 18,40 o quilo
– Ponta de agulha: R$ 13,50 o quilo
– Trimestre dianteiro: R$ 13,70 o quilo

Esses são apenas alguns exemplos dos preços cotados no atacado, demonstrando a realidade desse segmento do mercado.

Conclusão

Em resumo, o mercado físico do gado no Brasil apresenta preços mais fracos no momento, devido ao grande volume de animais terminados disponíveis no Centro-Norte do país. Os pecuaristas enfrentam dificuldades para manter os animais nas pastagens, o que aumenta a urgência na realização de negociações. No mercado atacadista, os preços estão acomodados e há uma tendência de queda dos mesmos no curto prazo. Vale ressaltar que as proteínas concorrentes também passam por momentos de queda nos preços.

Perguntas com respostas:

1. Qual é a média nacional de dias úteis para o cronograma de abate nos frigoríficos?
A média nacional situa-se entre nove e dez dias úteis.

2. Quais são as cotações de arroba nas principais praças?
Em São Paulo (SP), a cotação é de R$ 243. Em Dourados (MS), o valor é de R$ 226,00. Em Cuiabá (MT), a cotação é de R$ 222. Em Goiânia (GO), o valor é de R$ 220. Em Uberaba (MG), a cotação é de R$ 235.

3. Quais são os preços do quarto traseiro, ponta de agulha e trimestre dianteiro no atacado?
O quarto traseiro tem um preço de R$ 18,40 o quilo. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 13,50 o quilo. Já o trimestre dianteiro continua custando R$ 13,70 o quilo.

4. Quais são os fatores que contribuem para os preços mais fracos no mercado físico do gado?
O grande volume de animais terminados disponíveis e a oferta significativa de mulheres contribuem para os preços mais fracos no mercado físico do gado.

5. Como anda a situação das proteínas concorrentes no mercado?
A carne suína e a carne de frango também passam por momentos de queda nos preços, o que impacta o mercado do gado.

Aproveite essas informações valiosas sobre o mercado físico do gado no Brasil e mantenha-se atualizado(a) com as principais notícias desse setor tão importante para a economia do país. Não deixe de acompanhar as tendências e os desafios enfrentados pelos pecuaristas e demais agentes do agronegócio brasileiro. Mantenha-se informado(a) e esteja a par das novidades!

Artigo escrito por: [coloque seu nome de redator aqui]

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O mercado físico do gado voltou a registrar preços mais fracos nesta terça-feira (30). O ambiente de negócios pouco mudou, com grande volume de animais terminados sendo oferecidos no Centro-Norte do Brasil.

A oferta de mulheres também é significativa e acentua a pressão descendente, disse o analista da consultoria Culturas e MercadoFernando Henrique Iglesias.

Os pecuaristas ainda enfrentam dificuldades em manter os animais nas pastagens em meio à redução
qualidade das pastagens, aumentando a urgência na realização de negociações.

Neste ambiente, os frigoríficos não encontram dificuldades em compor seus cronogramas de abate. A média nacional situa-se entre nove e dez dias úteis, acrescentou Iglesias.

Cotações de arroba nas principais praças

  • São Paulo (SP): R$ 243
  • Dourados (MS): R$ 226,00
  • Cuiabá (MT): $2
  • Goiânia (GO): R$ 220
  • Uberaba (MG): R$ 235

Boi no atacado

Foto de : Abiec

O mercado atacadista volta a operar com preços acomodados. Segundo Iglesias, o viés ainda é de queda dos preços no curto prazo, em linha com a situação dos estoques da indústria, que ainda sinaliza grande volume de oferta, mesmo no período de virada do mês.

Também é preciso mencionar a situação das proteínas concorrentes, com a queda da carne suína e principalmente da carne de frango, disse Iglesias.

  • Quarto traseiro ainda teve preço de R$ 18,40 o quilo
  • Ponta de agulha permanece no patamar de R$ 13,50 o quilo
  • Trimestre dianteiro continua custando R$ 13,70 o quilo