Quais são as condições para a Índia permitir a exportação de arroz branco não basmati preso nos portos?

Quais são as condições para a Índia permitir a exportação de arroz branco não basmati preso nos portos?

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Boa leitura!

Em 20 de Julho, a Índia surpreendeu os compradores ao proibir as exportações de arroz branco não basmati, amplamente consumido, para controlar o aumento dos preços internos. A medida segue-se à proibição das exportações de arroz partido no ano passado.

A proibição de exportação prendeu milhares de toneladas de arroz branco não basmati nos portos, deixando os comerciantes confrontados com perdas.

A Direção Geral de Comércio Exterior (DGFT), uma unidade do Ministério do Comércio indiano, disse no seu último despacho que permitiria embarques de carga presa, desde que os comerciantes pagassem as taxas de exportação até 20 de julho, quando a proibição foi imposta.

Antes da proibição de Julho às exportações de arroz branco não basmati, os embarques internacionais desta qualidade atraíam um imposto de 20%.

Seguindo o pedido da DGFT, cerca de 150 mil toneladas de cargas de arroz branco não basmati seriam embarcadas de vários portos, disse Prem Garg, presidente da Federação Indiana de Exportadores de Arroz.

“Três navios ficaram presos no porto de Kandla e muitos contentores aguardavam em portos diferentes, causando muitos problemas à indústria do arroz”, disse ele.

A Índia, que representa 40% das exportações mundiais de arroz, vende o produto básico a mais de 150 países, incluindo alguns países pobres e vulneráveis ​​em África e na Ásia.

Nova Delhi exportou um recorde de 22,2 milhões de toneladas de arroz em 2022.

Depois de proibir as exportações de arroz branco não basmati, a Índia impôs na sexta-feira um imposto de 20% sobre os embarques de arroz parboilizado e introduziu um preço mínimo para as vendas externas de arroz basmati, como parte dos esforços para manter o controle sobre os preços locais.

As restrições às exportações de arroz da Índia exerceram uma pressão ascendente sobre os preços globais do arroz.

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Caro leitor, hoje trago-lhe um artigo rico em detalhes e informações sobre a recente proibição de exportações de arroz branco não basmati na Índia. Este tema tem despertado grande interesse no cenário internacional, pois a Índia é responsável por 40% das exportações mundiais desse produto básico.

Em 20 de Julho, a Índia tomou uma decisão surpreendente ao proibir as exportações de arroz branco não basmati com o intuito de controlar o aumento dos preços internos. Essa medida segue a proibição das exportações de arroz partido no ano passado, resultando em milhares de toneladas de arroz branco não basmati presas nos portos. Essa situação tem causado grandes prejuízos aos comerciantes.

A Direção Geral de Comércio Exterior (DGFT), uma unidade do Ministério do Comércio indiano, emitiu um comunicado informando que permitiria os embarques de carga presa, desde que os comerciantes pagassem as taxas de exportação até 20 de julho, data em que a proibição foi estabelecida. Antes dessa proibição, os embarques internacionais de arroz branco não basmati já eram taxados em 20%.

Em resposta ao pedido da DGFT, cerca de 150 mil toneladas de cargas de arroz branco não basmati seriam embarcadas de vários portos, segundo o presidente da Federação Indiana de Exportadores de Arroz, Prem Garg. No entanto, a situação nos portos tem gerado muitos problemas à indústria do arroz, com três navios presos no porto de Kandla e vários contêineres aguardando em outros portos.

A Índia, além de ser uma grande exportadora de arroz, vende esse produto a mais de 150 países, incluindo nações pobres e vulneráveis na África e Ásia. Somente em 2022, o país exportou um recorde de 22,2 milhões de toneladas de arroz. Diante da proibição de exportações de arroz branco não basmati, a Índia também impôs um imposto de 20% sobre os embarques de arroz parboilizado e estabeleceu um preço mínimo para as vendas externas de arroz basmati como parte de seus esforços para controlar os preços locais.

Essas restrições impostas pela Índia têm exercido pressão ascendente sobre os preços globais do arroz, afetando os diversos mercados internacionais.

Em conclusão, a Índia vem enfrentando desafios significativos em relação à proibição das exportações de arroz branco não basmati. Essa medida impactou diversos setores, como a indústria do arroz, gerando perdas e dificuldades para os comerciantes. Além disso, os desdobramentos dessa proibição têm reflexos no mercado global de arroz, influenciando os preços internacionalmente.

Agora, para gerar uma alta demanda de visualizações, vou responder a cinco perguntas frequentes sobre esse assunto:

1. Quais são os motivos para a proibição das exportações de arroz branco não basmati na Índia?
A Índia proibiu as exportações de arroz branco não basmati como medida para controlar o aumento dos preços internos.

2. Como os comerciantes estão sendo afetados pela proibição?
Os comerciantes estão enfrentando prejuízos significativos, visto que milhares de toneladas de arroz branco não basmati estão presas nos portos.

3. Qual órgão está responsável pelas restrições e como eles estão lidando com a situação?
A Direção Geral de Comércio Exterior (DGFT), uma unidade do Ministério do Comércio indiano, está supervisionando as restrições e permitindo que os embarques presos sejam liberados mediante o pagamento das taxas de exportação.

4. Como as restrições afetam o mercado global de arroz?
As restrições impostas pela Índia têm exercido pressão sobre os preços globais do arroz, afetando os diversos mercados internacionais.

5. Quais são as perspectivas futuras em relação às exportações de arroz branco não basmati?
A situação atual é desafiadora, porém é importante monitorar as ações e políticas adotadas pela Índia, bem como as reações do mercado, para entender melhor as perspectivas futuras das exportações de arroz branco não basmati.

Espero que este artigo tenha lhe fornecido informações detalhadas sobre a proibição das exportações de arroz branco não basmati na Índia. É importante acompanhar as atualizações sobre esse assunto para entender plenamente seus impactos e perspectivas.
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Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

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