Qual foi o crescimento das exportações até a terceira semana de agosto na balança comercial?

Qual foi o crescimento das exportações até a terceira semana de agosto na balança comercial?

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Na mesma comparação, as importações caíram 18,4% e somaram US$ 13,26 bilhões. Assim, no período analisado, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 6,59 bilhões, com crescimento de 163,6%, e a corrente de comércio recuou 5,4%, atingindo US$ 33,10 bilhões. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (21/08), na página da Balança Comercial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Acumulado – De janeiro à terceira semana de agosto deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, as exportações cresceram 0,7% e somaram US$ 214,05 bilhões. As importações caíram 10,1% e somaram US$ 153,90 bilhões. Assim, a balança comercial apresentou superávit de US$ 60,14 bilhões, o que representa um crescimento de 45,3% em relação ao resultado registrado em 2022, e a corrente de comércio registrou queda de 4,2%, atingindo US$ 367,95 bilhões no período.

Setores e produtos nas exportações – Até a terceira semana de agosto deste ano, o desempenho dos setores exportadores mostrou crescimento de 15,2% na agropecuária, que somou US$ 4,68 bilhões; crescimento de 13,1% na indústria extrativa, que chegou a US$ 4,82 bilhões e, por fim, queda de 1,3% na indústria de transformação, que chegou a US$ 10,15 bilhões. A combinação desses resultados levou ao aumento das exportações totais.

Expansões – A expansão das exportações foi impulsionada principalmente pelo crescimento das vendas dos seguintes produtos: Café em Torrado (+15,3%), Soja (+17,2%) e Algodão em Palha (+77,7%) na agropecuária; minério de ferro e concentrados (+9,5%); minérios e concentrados de cobre (+15,3%) e óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, em bruto (+13,0%) na indústria extractiva; açúcares e melaços (+39,1%); farelo de soja e outras rações (excluindo cereais não moídos), carnes e outras farinhas (+35,9%) e produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (+49,8%) na indústria de transformação.

  • Acesse aqui os dados completos da Balança Comercial parcial – 3ª semana de agosto.

A balança comercial brasileira apresentou resultados expressivos até a terceira semana de agosto deste ano, com destaque para o crescimento das exportações e o aumento do superávit. De acordo com dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações cresceram 5,9% nesse período, alcançando a marca de US$ 19,85 bilhões.

Ao mesmo tempo, as importações registraram uma queda significativa de 18,4%, totalizando US$ 13,26 bilhões. Essa diferença entre as exportações e as importações resultou em um superávit de US$ 6,59 bilhões, o que representa um aumento de 163,6%. Já a corrente de comércio teve uma redução de 5,4%, atingindo o valor de US$ 33,10 bilhões.

No acumulado de janeiro até a terceira semana de agosto, as exportações apresentaram um crescimento de 0,7%, somando US$ 214,05 bilhões. Enquanto isso, as importações tiveram uma queda de 10,1%, totalizando US$ 153,90 bilhões. Com isso, o superávit da balança comercial alcançou US$ 60,14 bilhões, representando um aumento de 45,3% em relação ao ano anterior. Já a corrente de comércio registrou uma queda de 4,2%, atingindo US$ 367,95 bilhões nesse período.

Analisando os setores e produtos nas exportações, podemos observar que a agropecuária teve um desempenho positivo, com um crescimento de 15,2%, alcançando US$ 4,68 bilhões. A indústria extrativa também apresentou um bom resultado, com um aumento de 13,1%, atingindo US$ 4,82 bilhões. Já a indústria de transformação teve uma queda de 1,3%, chegando a US$ 10,15 bilhões. Esses resultados contribuíram para o aumento das exportações totais.

No que diz respeito aos produtos que impulsionaram a expansão das exportações, destacam-se o Café em Torrado (+15,3%), a Soja (+17,2%) e o Algodão em Palha (+77,7%) no setor agropecuário. Na indústria extrativa, o minério de ferro e concentrados registrou um aumento de 9,5%, seguido pelos minérios e concentrados de cobre (+15,3%) e óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, em bruto (+13,0%). Na indústria de transformação, os produtos que se destacaram foram açúcares e melaços (+39,1%), farelo de soja e outras rações (+35,9%), e produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (+49,8%).

Para acessar os dados completos da Balança Comercial até a terceira semana de agosto, você pode entrar no site: [Acesse aqui](https://balanca.economia.gov.br/balanca/pg_principal_bc/principais_resultados.html)

Em resumo, os resultados da balança comercial brasileira são positivos, com um crescimento nas exportações e um aumento do superávit. Os setores exportadores apresentaram desempenho satisfatório, impulsionados por diversos produtos. Esses resultados são importantes para a economia do país e sinalizam um cenário favorável para o comércio exterior brasileiro.

Aqui estão 5 perguntas frequentes sobre a balança comercial:

1. Qual é o saldo da balança comercial brasileira até a terceira semana de agosto?
R: O saldo da balança comercial brasileira até esse período foi de US$ 6,59 bilhões, com um aumento de 163,6%.

2. Quais foram os setores que impulsionaram o crescimento das exportações?
R: O setor da agropecuária teve um crescimento de 15,2%, seguido pela indústria extrativa com 13,1%.

3. Quais foram os produtos que mais se destacaram nas exportações?
R: Café, soja e algodão foram os produtos de destaque no setor agropecuário, enquanto minério de ferro, minérios de cobre e petróleo bruto tiveram bons resultados na indústria extrativa.

4. Qual foi o crescimento das exportações em relação ao mesmo período do ano passado?
R: As exportações cresceram 0,7% em comparação com o mesmo período do ano passado.

5. Qual é a perspectiva para a balança comercial brasileira nos próximos meses?
R: Com base nos resultados até agora, a perspectiva é de que o crescimento das exportações se mantenha, impulsionado pela diversificação dos produtos exportados e pela demanda internacional.
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Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

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