Raça Canchim chega à 15ª edição da PCAD/TEA Nacional, marcando avanços genéticos

Raça Canchim chega à 15ª edição da PCAD/TEA Nacional, marcando avanços genéticos

PCAD/TEA Nacional 2025: avaliação de desempenho, CMS e metano na Raça Canchim

Na PCAD/TEA Nacional 2025, a Raça Canchim ganha destaque ao apresentar desempenho, carcaça e impacto ambiental.

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Este material explica como ler os resultados da avaliação de desempenho, do CMS e das emissões para orientar a seleção de reprodutores e a gestão da fazenda.

Desempenho e ganho de peso

Os dados incluem ganho de peso diário e eficiência alimentar. Eles ajudam a identificar animais com melhor potencial reprodutivo. Ao acompanhar tendências, a gente toma decisões rápidas sobre alimentação e manejo.

CMS e seleção de carcaça

CMS, Carcass Merit Score, resume o valor da carcaça para cortes lucrativos. Para o produtor, entender essa métrica ajuda a selecionar reprodutores que elevem a qualidade de carcaça.

Metano e sustentabilidade

As medições de metano avaliam o impacto ambiental da criação de bovinos. Mudanças na alimentação, no pastejo e no manejo de forragens ajudam a reduzir as emissões.

Como o produtor pode se beneficiar

Para o produtor, os dados viram guia prático de seleção genética. Concentre a observação na consistência de desempenho entre ciclos. Aplique CMS ao escolher touros e rebanhos que promovam ganho eficiente.

Próximos passos

Converse com a equipe técnica da Raça Canchim e com o PCAD/TEA para planejar ações. Pequenas mudanças na alimentação e no registro de dados podem trazer grandes resultados.

Participação de machos e fêmeas de seis criatórios, com cochos eletrônicos Intergado e coleta de dados fenotípicos

Participar de seis criatórios com cochos Intergado coloca o desempenho em evidência, com dados fenotípicos coletados de forma contínua. A ideia é acompanhar o progresso de machos e fêmeas de cada criatório em tempo real.

Como funciona o Intergado no dia a dia

O cocho lê a identificação de cada animal quando ele se aproxima. A leitura registra a ração consumida e o tempo de acesso. Os dados vão para uma plataforma online acessível a técnicos e criadores. Assim, a gente vê rápido quem tem melhor apetite e consumo estável.

Que dados fenotípicos aparecem

Ganho de peso diário, consumo de alimento e eficiência alimentar são básicos. Medidas simples, como condição corporal, ajudam a comparar animais. Ultrassom pode medir área de carcaça e profundidade de gordura. O conjunto de dados mostra quem cresce com melhor rentabilidade.

Como usar os dados na seleção

Crie um ranking simples com ganhos, CMS e consumo. Dê peso aos animais que mantêm ganho estável e boa carcaça. Use a combinação para escolher touros e vacas para rebanos futuros. A seleção fica mais precisa quando o fenótipo se junta à genética.

Boas práticas para qualidade de dados

  1. Treine a equipe para registrar tudo com precisão.
  2. Verifique a identificação de cada animal e a calibração do cocho.
  3. Faça checagens semanais para corrigir falhas no equipamento.
  4. Garanta consistência entre ciclos na coleta de dados fenotípicos.

Plano de implementação com seis criatórios

Inicie com piloto em dois criatórios, treine a equipe e valide a qualidade dos dados. Expanda para os outros quatro à medida que a coleta se estabiliza. Estabeleça metas mensais de ganho, CMS e consumo para monitorar o progresso. Use os dados para orientar a seleção genética e as estratégias de manejo. Pequenas mudanças de alimentação e registro podem trazer grandes resultados.

Rankeamento final com índices de GMD, CMS, metano e CAR

O ranking final usa índices como GMD, CMS, metano e CAR. Ele mostra o valor de cada animal.

GMD é o Ganho Médio Diário, que indica a taxa de ganho de peso ao longo do tempo. Ele ajuda você a identificar animais com maior potencial de crescimento e rentabilidade.

CMS, Carcass Merit Score, resume a qualidade da carcaça para cortes lucrativos. Entender essa métrica facilita escolher touros e vacas que elevem o retorno por carcaça.

Metano mede o impacto ambiental da criação. Reduzir emissões melhora a sustentabilidade da fazenda e pode reduzir custos com manejo e alimentação.

CAR significa Carcaça Ajustada ao Rebanho, ajustando a avaliação da carcaça ao perfil da sua produção e ao mercado-alvo. Use-o para alinhar genética e estratégia de venda.

Como usar o ranking na prática? Primeiro, determine pesos de cada índice conforme seus objetivos. Em seguida, garanta dados consistentes de GMD, CMS, metano e CAR. Calcule o ranking com uma soma ponderada simples e priorize animais com boa somatória e ganho estável entre ciclos. Mantenha o ranking atualizado com novas medições para decisões ágeis.

Boas práticas para precisão de dados

  • Treine a equipe para registrar tudo com clareza.
  • Garanta calibração de sensores e identificação correta de cada animal.
  • Faça checagens semanais para corrigir falhas no equipamento.
  • Guarde registros de forma organizada para facilitar a análise.

Adotar esse ranking facilita a seleção genética e a tomada de decisão, ajudando você a vender os animais certos, planejar recriaças eficientes e melhorar a eficiência da fazenda.

Sustentabilidade e genética: por que a prova Canchim molda a pecuária de corte brasileira

A sustentabilidade na pecuária de corte avança quando genética e manejo andam juntos. A prova Canchim une esses pilares para transformar a produção.

Na prova, indicadores como GMD, CMS, CAR e as emissões de metano ajudam a medir o desempenho real. O objetivo é selecionar animais que cresçam bem, deem carcaça de qualidade e causem menos impacto ambiental.

Como a genética influencia a pegada ambiental

Um ganho de peso diário eficiente usa melhor a dieta. Menos dias no confinamento significam menos emissão por animal. Carcaças mais valiosas reduzem perdas e aumentam a rentabilidade por cabeça. Emissões de metano caem quando a alimentação é balanceada e o pasto é bem manejado.

Aplicando os resultados na prática

Use os índices para orientar acasalamentos. Monte um cronograma de avaliação por ciclo e integre dados de peso, CMS e consumo. Compare animais entre criatórios para escolher touros e vacas com maior potencial sustentável.

Boas práticas de manejo e registro de dados

  1. Padronize pesagens, registro de consumo e medição de carcaça.
  2. Calibre balanças e instrumentos com frequência.
  3. Garanta consistência de dados entre ciclos.
  4. Faça revisões periódicas com a equipe para manter a qualidade dos dados.

Resultados esperados e próximos passos

Com essa abordagem, a fazenda ganha eficiência, melhora a qualidade da carcaça e reduz custos por kg de carne. O próximo passo é planejar ciclos de seleção mais sustentáveis e ajustar a nutrição conforme o ganho observado. Converse com a equipe técnica para alinhar metas de longo prazo.

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Saiba Mais Sobre Dr. João Maria
Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.

joão silva

Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite. Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.