BRF aposta em queda de 2% no custo de ração no segundo semestre

BRF aposta em queda de 2% no custo de ração no segundo semestre

BRF projeta queda de 2% no custo de ração no 2º semestre

BRF projeta queda de 2% no custo de ração no 2º semestre. Isso pode mudar a forma de planejar a alimentação do seu plantel. É hora de planejar para manter margens estáveis.

Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!

O recuo depende de milho, farelo de soja e logística. Quando o milho cai, a ração fica mais barata. Isso ajuda a baixar o custo por kg.

  1. Revise a fórmula atual de ração. Substitua ingredientes caros por opções igualmente nutritivas, sem perder proteína.
  2. Negocie com fornecedores. Busque contratos com preço fixo ou teto para o 2º semestre.
  3. Otimize o estoque. Use a queda de custo para reduzir estoques, evitando perdas.
  4. Considere fontes proteicas alternativas. Avalie custo/benefício de outras proteínas sem prejudicar o desempenho.
  5. Acompanhe o custo por tonelada. Registre dados semanalmente e compare com metas.
  6. Planeje contingências. Tenha uma reserva de milho ou farelo para evitar surpresas.

Essa abordagem simples pode aumentar a rentabilidade sem exigir mudanças radicais na fazenda. Com monitoramento, a redução anunciada pela BRF pode se transformar em ganhos reais na sua produção.

Impactos esperados para margens e rentabilidade da indústria

Quando o custo de ração cai, as margens da indústria tendem a melhorar. O efeito, porém, depende de contratos, volumes negociados e eficiência da produção.

Para as usinas e integradoras, a redução do custo de insumos pode ampliar a margem bruta por tonelada, elevando a rentabilidade geral do ciclo produtivo.

Entretanto, a rentabilidade não é só do lado da indústria. A forma como esse ganho é repassado aos frigoríficos, varejistas e produtores define o ganho efetivo do campo.

Para o produtor rural, a lição é simples: gerenciar custos, contratos e estoques evita surpresas.

Estratégias para preservar margens

  1. Monitore semanalmente o preço médio de milho e farelo para dentro dos seus custos.
  2. Negocie contratos com fornecedores para teto ou piso de preço, reduzindo surpresas.
  3. Racionalize a formulação da ração, mantendo proteína e energia com menor custo.
  4. Otimize estoques para evitar perdas e custos com armazenagem desnecessários.
  5. Considere fontes proteicas alternativas que não comprometam o desempenho.
  6. Invista em governança de dados para acompanhar variações e ajustar metas.

Fique atento aos riscos de volatilidade de milho, câmbio e clima. Pequenas mudanças podem impactar margens rapidamente.

Estratégia de alongar contratos de farelo de soja para reduzir custos

Alongar contratos de farelo de soja reduz custos ao manter preços estáveis e facilitar o planejamento da ração.

Quando você firma um acordo de longo prazo, o fornecedor ganha previsibilidade e pode oferecer condições melhores. Você ganha orçamento confiável e menos variação de custo.

Por que isso funciona

  • Preços estáveis evitam picos repentinos que prejudicam o orçamento.
  • Volume garantido ajuda a evitar faltas e frete extra.
  • Qualidade constante facilita a formulação das rações.

Como estruturar o contrato

  1. Defina a duração adequada, geralmente entre 12 e 24 meses.
  2. Estabeleça volumes mínimos e máximos anuais.
  3. Use um preço base com teto e piso para limitar variações.
  4. Anexe um índice de reajuste, ligado ao preço do farelo ou da soja.
  5. Defina janelas de entrega, locais e responsabilidades logísticas.
  6. Inclua critérios de qualidade (proteína, umidade, contaminantes) e processos de verificação.
  7. Defina condições de pagamento e garantias contratuais.
  8. Prepare planos de contingência para falha de fornecimento ou variações amplas.

Riscos e mitigação

  • Risco de excesso de estoque; solução: cláusulas de ajuste de volumes.
  • Risco de queda de qualidade; solução: amostras, QA e penalidades.
  • Risco de atraso na entrega; solução: entregas parciais e penalidades.

Com esses passos, o custo da ração fica mais previsível e contribui para margens estáveis e melhor planejamento.

Como a variação de milho e farelo afeta o preço de ração

Como a variação de milho e farelo de soja afeta o preço da ração? Eles formam a base da alimentação do gado, aves e suínos. Quando o milho sobe, o custo da ração dispara, e o farelo acompanha esse movimento com força. É comum ver impacto direto na planilha do mês.

Variações de safra, demanda global, frete e câmbio influenciam esses preços. Pequenas mudanças no milho podem mudar o custo final por kg de ração, principalmente quando a fórmula é pouco flexível.

Como o preço é formado

O custo da ração depende da participação de cada ingrediente. Em muitas rações, milho e farelo de soja respondem pela maior fatia. Se o milho sobe 10%, a ração pode subir entre 5% e 8%, dependendo da composição.

  • Participação de cada ingrediente na fórmula determina o peso de cada variação de preço.
  • Promoções ou atrasos no abastecimento afetam o custo final por tonelada.
  • A qualidade e o teor proteico influenciam a necessidade de usar itens adicionais mais caros.

Estratégias práticas para mitigar o impacto

  1. Monitore preços semanalmente e registre tendências para tomar decisões rápidas.
  2. Rebalance o mix de ingredientes para manter proteína e energia com custo eficiente.
  3. Negocie contratos com teto/piso para milho e farelo, reduzindo surpresas.
  4. Use estoque estratégico para amortecer picos de preço sem perder qualidade.
  5. Teste fontes proteicas alternativas de forma gradual para não comprometer o desempenho.
  6. Calcule o custo por unidade de proteína para comparar opções de rações.
  7. Crie planos de contingência para cenários de choque de oferta.

Essas ações ajudam a manter margens estáveis mesmo quando milho e farelo mudam de preço, garantindo planejamento mais robusto para a propriedade.

Panorama do mercado global de frango e suínos com equilíbrio entre oferta e demanda

O panorama global do frango e do suínos está relativamente equilibrado, mas mudanças rápidas na demanda podem mudar tudo. A produção acompanha esse ritmo, ajustando volumes conforme custos e disponibilidade de alimento.

A demanda firme vem dos mercados tradicionais e de novas regiões que consomem mais proteína animal. A oferta depende da eficiência dos produtores, de biossegurança e de custos de ração. Eventos climáticos, frete e câmbio também mexem com os preços.

Fatores que constroem o equilíbrio

  • Demanda estável em mercados-chave, com picos sazonais em festas e períodos de consumo elevado.
  • Capacidade de produção, que cresce com eficiência e inovação na granja.
  • Custos de ração, que influenciam o custo de produção e a competitividade.
  • Estoques comerciais, que ajudam a suavizar variações de curto prazo.
  • Políticas comerciais e tarifas que afetam exportações e importações.
  • Transporte e logística, que reduzem atrasos e perdas na cadeia.

Impacto para o produtor brasileiro

  • Mercados de exportação, com demanda da China, Oriente Médio e outros destinos na Ásia e Europa.
  • Preços internos influenciados por variações globais e pela demanda doméstica por proteína animal.
  • Contratos de venda e estratégias de hedging para reduzir volatilidade de preço.
  • Gestão de custos, especialmente ração, energia e mão de obra, para manter margens.
  • Variações cambiais que afetam custos de insumos importados e receitas de exportação.

O que observar nos próximos meses

  • Relatórios de demanda de organismos internacionais e de grandes compradores.
  • Indicadores de produção e exportação de frango e suíno pelo Brasil.
  • Preço de milho e farelo, principais componentes da ração.
  • Eventos climáticos que possam afetar safras e disponibilidades de grãos.
  • Condições logísticas, como fretes e prazos de entrega, que impactam o custo final.

Para a fazenda, o essencial é acompanhar esses sinais, ajustar planos de produção e contratos, e manter uma margem de segurança nos estoques de ração e animais.

Desempenho e previsões para 2025 e início de 2026

Para 2025 e o começo de 2026, o desempenho depende de demanda estável, clima previsível e custos de insumos sob controle. Milho, farelo e energia continuam ditando o custo da ração e a margem da fazenda. Contratos bem estruturados e logística eficiente trazem mais previsibilidade.

\n

Entre os fatores para 2025 e 2026, destacam-se a demanda mundial por proteína, a volatilidade de preços de milho e farelo, o câmbio e o clima. Pequenas variações nesses itens podem mexer no custo por kg de ração e, por consequência, na rentabilidade da pecuária.

\n

Além disso, a logística, frete e prazos de entrega influenciam o custo final. Políticas comerciais e acordos internacionais também podem suavizar ou ampliar a volatilidade. A cadeia precisa de planejamento robusto para enfrentar choques.

\n

Fatores-chave para 2025 e 2026

\n

  • Demanda estável em mercados-chave, com picos sazonais de festas e consumo elevado.
  • Capacidade de produção aumenta com eficiência, tecnologia e manejo.
  • Custos de ração influenciam a competitividade e a margem.
  • Estoques estratégicos ajudam a suavizar choques de preço e oferta.
  • Transporte e logística reduzem perdas e atrasos na entrega.
  • Políticas comerciais afetam exportações e tarifas, alterando o cenário.
  • Volatilidade de preços exige monitoramento contínuo e planejamento de hedge simples.

\n

Impacto para a Fazenda

\n

  • Planejamento orçamentário fica mais estável com cenários realistas.
  • Contratos de longo prazo ajudam a travar custos de milho e farelo.
  • Gestão de estoque evita perdas por vencimento ou obsolescência.
  • Diversificação de fontes proteicas reduz risco de abastecimento.
  • Hedging simples com contratos futuros de milho pode reduzir surpresas.

\n

O que observar nos próximos meses

\n

  • Relatórios de demanda de organismos internacionais e grandes compradores.
  • Indicadores de produção e exportação de milho e farelo no Brasil.
  • Preços de milho, farelo e energia, para ajustar planos.
  • Condições climáticas que possam afetar safras e disponibilidade de grãos.
  • Condições logísticas, fretes e prazos, que impactam o custo final.

\n

Acompanhar esses sinais permite ajustar planos de produção e contratos, mantendo margens estáveis em 2025 e início de 2026.

Brasil como fornecedor: repasse de custos e competitividade

Brasil é um grande fornecedor global de milho e soja, o que afeta o repasse de custos para compradores no exterior. O câmbio, o frete e a demanda mundial influenciam tudo, desde o preço até as margens da cadeia.

Quando o real oscila, os contratos mudam. Um câmbio mais desfavorável eleva o custo de exportação e pode repassar parte desse aumento aos clientes. O frete e os prazos de entrega também moldam o custo final e a competitividade do Brasil no mercado internacional.

Para manter a competitividade, as empresas precisam planejar contratos, logística e qualidade. O objetivo é repassar custos sem perder demanda nem comprometer a qualidade do produto.

Como o repasse funciona na prática

  • Contratos com reajuste periodicamente ajustam preços conforme variações cambiais e de frete.
  • Diversificar destinos reduz dependência de um único comprador ou região.
  • Investir em logística eficiente diminui perdas e reduz custos de envio.
  • Garantir qualidade constante evita descontos ou devoluções que quebram a margem.

Estratégias para manter a competitividade brasileira

  1. Firmar contratos de longo prazo com cláusulas de reajuste alinhadas ao câmbio.
  2. Hedgear parte das exportações com contratos futuros de milho e soja.
  3. Optimizar a cadeia logística, desde a fazenda até o porto, para reduzir frete.
  4. Investir em rastreabilidade e certificações que agregam valor e legitimidade.
  5. Mantener custos sob controle com eficiência na produção e na armazenagem.

O que observar nos próximos meses

  • Relatórios de demanda global e estoques de milho e farelo.
  • Movimento cambial, tarifas e acordos comerciais que afetem exportações.
  • Condições logísticas, prazos de entrega e custos de transporte.
  • Preços internacionais e a competitividade de fornecedores alternativos.

Ao acompanhar esses sinais, o Brasil pode sustentar repasses de custos previsíveis e manter a competitividade no exterior.

Riscos e incertezas no setor de ração diante de volatilidades

A volatilidade nos preços da ração pega a gente de surpresa todo mês. Milho, farelo de soja e energia mudam de preço com frequência. Isso bate na planilha e pode apertar margens já no próximo mês. A boa notícia é que dá pra gerenciar esse risco com planejamento simples e ações consistentes.

Vários fatores alimentam a volatilidade: preços das matérias-primas, taxas de câmbio, frete, políticas públicas e clima que afeta safras. Cada um pode subir ou descer e arrastar o custo final da ração.

Fontes de volatilidade

  • Preço das matérias-primas em oscilações constantes.
  • Taxas de câmbio que afetam insumos importados.
  • Logística e frete variam conforme demanda e combustível.
  • Tarifas, políticas agrícolas e acordos comerciais mudam contratos.
  • Clima e safras afetam disponibilidade de grãos.

Como isso afeta a fazenda

Custos sobem ou caem, e isso entra direto na margem. Quem não tem planejamento paga o preço alto. Estoques mal dimensionados agravam o impacto das oscilações.

Estratégias de mitigação

  1. Monitore preços semanalmente e registre as tendências.
  2. Diversifique fontes para reduzir dependência de um único fornecedor.
  3. Negocie contratos com teto e piso para milho, farelo e energia.
  4. Use estoques estratégicos para amortecer picos de preço.
  5. Teste opções de proteína de forma gradual para não comprometer desempenho.
  6. Faça hedge simples quando disponível para reduzir surpresas.
  7. Planeje cenários com diferentes choques de preço.

Isso ajuda a manter a produção estável e as contas sob controle ao longo do tempo.

O que produtores podem fazer para aproveitar a possível redução de custos

Quando há chance de reduzir custos, vale agir já com um plano simples e objetivo.

Neste segmento, você vai ver ações práticas para aproveitar cada ganho, sem sacrificar o desempenho do rebanho ou a qualidade da ração.

Ações rápidas para reduzir custos já

  1. Renegocie contratos de compra de ração e insumos para teto ou piso, evitando surpresas de preço.
  2. Rebalanceie a fórmula da ração, substituindo ingredientes caros por opções com proteína e energia equivalentes.
  3. Otimize o estoque com rotação FIFO, evitando pérdidas por vencimento ou obsolescência.
  4. Reduza desperdícios na alimentação com manejo adequado de porções e ajuste por fases do rebanho.
  5. Revise a energia e a água, instalando timers e práticas que diminuam consumo sem impactar a produção.
  6. Melhore a logística, escolhendo fornecedores próximos e otimizando fretes para reduzir custo por viagem.
  7. Utilize subprodutos agrícolas quando apropriado, mantendo qualidade e rastreabilidade.
  8. Padronize processos e treine a equipe para evitar retrabalho e desperdícios.

Estrategias para o médio prazo

  • Diversifique fornecedores para evitar dependência de uma única fonte e ganhar vantagem de preço.
  • Adote hedge simples ou contratos com cláusulas de reajuste bem definidas para milhos e farelos.
  • Invista em gestão de dados para monitorar custo por unidade de proteína e ajustar rapidamente.
  • Planeje a cadeia de suprimentos com calendários de safra e entregas para reduzir fretes e atrasos.

Checklist de implementação

  1. Defina metas claras de custo por kg de ração e margem desejada.
  2. Atribua responsáveis por cada ação e prazo de entrega.
  3. Monte um dashboard simples com KPIs como custo por tonelada, custo por kg de proteína e desperdícios.
  4. Teste mudanças em fases, começando por itens de maior impacto e menor risco.
  5. Reavalie mensalmente e ajuste o plano conforme evolução de preços e safras.

Seguindo essas diretrizes, você consegue manter margens estáveis e previsíveis, mesmo diante de oscilações no preço de milho, farelo e energia.

Além disso, confira abaixo esses posts:

Preço do Milho Atualizado

Saiba Mais Sobre Dr. João Maria
Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.

joão silva

Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite. Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.