What is the current price for arabica coffee, and how does it compare to the price in April 2021?

What is the current price for arabica coffee, and how does it compare to the price in April 2021?

Noticias do Jornal do campo Soberano
Boa leitura!
Fique atualizado sobre o agronegócio brasileiro e tenha acesso às principais notícias do setor antes de todo mundo! Aqui você encontrará um artigo completo e detalhado sobre a situação atual do mercado de café arábica no Brasil, trazendo informações relevantes sobre preços, produção e perspectivas futuras.

Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!

**Preços do café arábica atingem menor patamar em abril de 2021**

Recentemente, o preço interno do café arábica tipo 6, entregue na cidade de São Paulo, registrou uma queda expressiva, atingindo o menor valor desde abril de 2021. Deflacionado pelo IGP-DI a partir de agosto de 2023, o café arábica alcançou o preço de R$ 779,90 (USD 155,08) a saca de 60 kg em 29 de setembro. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, quando os preços ficaram em torno de R$ 1.300/saca, podemos destacar os impactos das adversidades climáticas, como geadas e baixo índice pluviométrico, que afetaram significativamente as safras 2021/22 e 2022/23, limitando a colheita e impulsionando os valores.

**Produção de café arábica em recuperação**

Um relatório divulgado pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) em 20 de setembro revelou que a produção brasileira de café está estimada em um aumento de 6,8% em relação à temporada anterior. Vale ressaltar que, no relatório de maio, a estimativa era de um crescimento de 7,5%. Essa recuperação na produção está diretamente ligada ao aumento de 16,6% na produção de café arábica entre as duas safras, principalmente em Minas Gerais. Por outro lado, a safra de café robusta apresentou uma quebra significativa, principalmente no Espírito Santo, com uma redução de 10,8%.

**Cenário das variedades de café**

Os agentes do mercado de café confirmam os cenários descritos acima para ambas as variedades. Enquanto o arábica apresentou uma recuperação considerável, o robusta sofreu com o fracasso da colheita, relacionado a ventos fortes e à falta de chuvas. Essa situação traz desafios adicionais para o setor, que precisa lidar não apenas com a desvalorização recente dos preços, mas também com os efeitos do clima quente nas safras futuras. Temperaturas que ultrapassaram os 40ºC em algumas regiões brasileiras durante a segunda quinzena de setembro podem ter prejudicado as lavouras e limitado a produção para as safras 2024/25.

**Comportamento dos preços do café no mercado**

O Índice CEPEA/ESALQ para o café arábica tipo 6, entregue na cidade de São Paulo, apresentou uma queda de 4,5% entre 31 de agosto e 29 de setembro. Já o café robusta, representado pelo Índice CEPEA/ESALQ (Espírito Santo) do tipo 6, tela 13, registrou uma queda de 1,5% no mesmo período.

Em resumo, o cenário atual do mercado de café arábica no Brasil é marcado pela recuperação na produção, o que contribui para a queda dos preços. No entanto, é importante destacar que as condições climáticas adversas e os desafios relacionados ao clima quente ainda podem impactar a produção nas próximas safras.

Agora, vamos responder a algumas perguntas frequentes sobre o mercado de café:

1. Como as adversidades climáticas influenciaram o mercado de café arábica?
R: As geadas e o baixo índice pluviométrico impactaram as safras 2021/22 e 2022/23, limitando a colheita e impulsionando os preços do café arábica.

2. Qual é a perspectiva futura para a produção de café arábica?
R: A produção de café arábica apresentou recuperação significativa entre as safras, principalmente em Minas Gerais. No entanto, é importante monitorar os efeitos do clima quente nas safras futuras.

3. Por que houve uma quebra na safra de café robusta?
R: A quebra na safra de café robusta foi influenciada principalmente por ventos fortes e falta de chuvas, afetando negativamente a produção, especialmente no Espírito Santo.

4. Quais são os principais desafios enfrentados pelo setor de café atualmente?
R: Além da desvalorização dos preços, o clima quente registrado recentemente pode ter prejudicado as lavouras e limitado a produção para as safras futuras.

5. Como estão os preços do café no mercado atualmente?
R: Os preços do café arábica e do café robusta registraram quedas nos últimos meses, refletindo as condições do mercado e a recuperação na produção.

Esperamos que este artigo tenha fornecido informações valiosas sobre o mercado de café arábica no Brasil. Fique ligado para mais atualizações e notícias relevantes sobre o agronegócio brasileiro.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo
Gostou das nossas dicas? Possui alguma outra que gostaria de compartilhar com a gente?
Escreva para nós nos comentários!

Verifique a Fonte Aqui

Cepea, 3 de outubro de 2023 – O preço interno do café arábica (Índice CEPEA/ESALQ do café arábica tipo 6, entregue na cidade de São Paulo) caiu para o menor patamar real desde 13 de abril de 2021 (os valores foram deflacionados pelo IGP -DI a partir de ago/23), fechando a R$ 779,90 (USD 155,08) a saca de 60 kg em 29 de setembro. No mesmo período do ano passado, os preços do arábica ficaram em torno de R$ 1.300/saca, devido a questões climáticas do período – como geadas e baixo índice pluviométrico –, principalmente nas safras 2021/22 e 2022/23, que limitaram a colheita. Por outro lado, este ano, apesar do ciclo bienal negativo, a produção recuperou-se, contribuindo para pressionar os preços.

No dia 20 de setembro, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) divulgou relatório sobre a produção brasileira de café. A produção da temporada 2023/24 é estimada em 6,8% superior à da temporada passada – no relatório de maio, a Conab estimava esse aumento em 7,5%. É importante destacar que o aumento da produção está diretamente ligado à recuperação da produção de arábica (+16,6% entre as duas safras), principalmente em Minas Gerais. Por outro lado, para o robusta houve quebra de safra, principalmente no Espírito Santo (-10,8%).

Os agentes consultados pelo Cepea confirmaram esses cenários para ambas as variedades. Para o arábica, foi relatado que a recuperação foi significativa, enquanto para o robusta, acredita-se que o fracasso da colheita esteja ligado a ventos fortes e à falta de chuvas.

Além das preocupações com a recente desvalorização do café, os agentes também têm se preocupado com os efeitos do clima quente nas safras 2024/25, já que as temperaturas ultrapassaram os 40ºC em algumas regiões brasileiras na segunda quinzena de setembro, o que pode ter prejudicado as lavouras e limitar a produção.

O Índice CEPEA/ESALQ para o café arábica tipo 6, entregue na cidade de São Paulo, caiu 4,5% entre 31 de agosto e 29 de setembro. Para o café robusta, o Índice CEPEA/ESALQ (Espírito Santo) do tipo 6, tela 13, fechou a R$ 645,34 (US$ 128,32)/saca no dia 29 de setembro, queda de 1,5%, na mesma comparação.

(Cepea-Brasil)