
Galhas e cistos não são o mesmo problema: identificar qual nematoide está na área muda a estratégia de controle.
Nematoides das galhas e de cisto têm ciclos e respostas diferentes. Escolher a cobertura sem identificar o alvo pode desperdiçar uma safra de manejo.
Diagnóstico, rotação de culturas e controle biológico formam frentes complementares; a combinação precisa considerar a espécie presente.
Aplicar a mesma estratégia sem distinguir galhas de cistos ignora diferenças importantes do alvo. O manejo profissional começa pela identificação e pelo histórico dos talhões.
Fungos nematicidas podem integrar o programa, assim como a rotação com crotalária. A escolha depende do diagnóstico, do produto disponível e das condições de uso.
Compare o custo do diagnóstico e das medidas com a pressão do nematoide e o potencial produtivo do talhão. A referência de R$ 2,50 a R$ 4,00 por real investido citada na matéria é geral, não uma garantia específica para esse manejo.
Acesse a matéria do Jornal Campo Soberano para conferir os critérios de diagnóstico, as estratégias de rotação e controle biológico e as referências econômicas.
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