
Capim-amargoso e buva podem escapar do glifosato. O que fazer antes que avancem sobre a semeadura?
A pressão repetida do mesmo mecanismo de ação favorece a sobrevivência de plantas resistentes. O escape de hoje pode virar fonte de sementes para as próximas safras.
Diagnóstico, dessecação sequencial e estratégia residual formam frentes complementares para reduzir escapes antes da semeadura.
Esperar a planta crescer ou repetir o mesmo herbicida pode comprometer o controle. Profissionais observam o estádio, a cobertura e o histórico de escapes antes de agir.
Planeje a dessecação sequencial e, quando registrado para a cultura, um herbicida pré-emergente. A escolha depende das espécies, do estádio, do solo e da janela de semeadura.
Diagnosticar cedo e evitar escapes pode reduzir reaplicações e proteger a implantação da cultura. O resultado econômico depende do sistema, dos produtos registrados e das condições de campo.
Acesse a matéria para conferir as tabelas comparativas e os critérios de manejo. Leia o guia e ouça a locução em áudio Onyx HD.
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