Varejistas celebram queda do preço do leite após aumento do ICMS

Varejistas celebram queda do preço do leite após aumento do ICMS

Reação ao Recuo do Governador Eduardo Leite sobre ICMS

Alívio no Meio Varejista

Após o recuo do governador Eduardo Leite na intenção de elevar a alíquota do ICMS, o meio varejista manifestou grande alívio. A possibilidade de aumento da alíquota modal de 17% para 19,5% em 2024 gerou forte reação das entidades, que abriram campanha midiática contra a medida. O temor era o impacto nos preços, com a elevação sendo repassada para os consumidores, frustrando expectativas de um melhor desempenho no ano que vem.

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Reação das Entidades

O Sindilojas Porto Alegre, em nota, expressou alívio com a retirada de pauta do PL, enfatizando que defende a redução de impostos e taxas, ao invés de aumento. O presidente do sindicato patronal, Arcione Piva, alerta para os próximos passos do governo e da Assembleia Legislativa, abordando também o tema do corte de incentivos fiscais, que entrou na pauta com a desistência da majoração do ICMS.

A CDL Porto Alegre (CDL-POA), por sua vez, comemorou a vitória da sociedade gaúcha e dos lojistas, atribuindo o resultado à campanha das entidades varejistas contra o aumento. A entidade defendeu a necessidade de controle das despesas e não do aumento da arrecadação para o pleno funcionamento das empresas e a evitar repasses ao consumidor.

O presidente da Federação Varejista do Rio Grande do Sul, Ivonei Pioner, considerou que o recuo reconhece os impactos negativos que um aumento de impostos traria para os empresários do setor varejista.

A Fecomércio-RS destacou a pressão exercida por diversas frentes e os efeitos do aumento. Advertiu sobre o “plano B” de Leite, que ameaça mexer com benefícios e propõe retirar gradualmente 40% dos incentivos de 64 setores. A entidade é contrária à proposta e mantém o acompanhamento para evitar prejuízos aos contribuintes.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

O recuo do governador Eduardo Leite na intenção de elevar a alíquota do ICMS gerou alívio no meio varejista. A possibilidade de ver a alíquota modal passar de 17% para 19,5% em 2024 teve reação forte das entidades, que abriram campanha midiática contra a medida. O maior temor era o efeito para preços, com repasse da elevação para consumidores, frustrando expectativas de melhor desempenho no ano que vem .

“O comércio varejista de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul está aliviado com a retirada de pauta do PL!”, resumiu, a direção do Sindilojas Porto Alegre, em nota, citando que defende a redução de impostos e taxas, diferentemente de aumento.

“Seguimos atentos aos próximos passos do governo e da Assembleia Legislativa”, avisa o presidente do sindicato patronal, sindicato patronal, Arcione Piva, na nota, já endereçando ao tema de corte de incentivos fiscais, que entrou na pauta com a desistência da majoração do ICMS.

A CDL Porto Alegre (CDL-POA) disse, em nota, que “foi uma vitória da sociedade gaúcha e dos lojistas” e apontou o resultado como efeito da campanha de entidades varejistas contra o aumento. “É fundamental para o pleno funcionamento das empresas e, especialmente, para evitar os repasses ao consumidor”, destacou a entidades lojista, defendendo “ações de controle de despesa e não de incremento arrecadatório”.

O presidente da Federação Varejista do Rio Grande do Sul,  Ivonei Pioner, considerou que o recuo reforça que houve reconhecimento “dos impactos negativos que um aumento de impostos traria para os empresários do setor varejista”.

A Fecomércio-RS citou que a pressão teve diversas frentes e uma cartilha levada aos parlamentares mostrando os efeitos, como o desembolso médio de R$ 330,79 por ano pelas pessoas em função da nova alíquota. “Para uma empresa de varejo, o aumento seria de, pelo menos, 26,5%”, diz a entidade.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, advertiu, na nota, o “chamado plano B” de Leite, que mexe com benefícios “pode ser uma ameaça”. A intenção, cita a entidade estadual, é retirar gradualmente 40% dos incentivos de 64 setores. “A Fecomércio-RS é contrária à proposta e manterá o acompanhamento com a intenção de impedir prejuízos aos contribuintes”, avisou Bohn, em nota oficial. 

FAQ sobre a retirada da intenção de elevar a alíquota do ICMS

1. Qual foi a reação do meio varejista à retirada da intenção de elevar a alíquota do ICMS?

O meio varejista demonstrou alívio com a retirada da pauta do projeto de lei que aumentaria a alíquota do ICMS. Entidades como o Sindilojas Porto Alegre e a CDL Porto Alegre consideraram a retirada uma vitória da sociedade gaúcha e dos lojistas, devido ao impacto negativo que a medida traria para as empresas e consumidores.

2. Por que as entidades varejistas eram contra o aumento da alíquota do ICMS?

As entidades varejistas eram contrárias ao aumento da alíquota do ICMS devido ao temor de que o repasse da elevação para os consumidores resultasse em preços mais altos, impactando negativamente as vendas no setor varejista. Elas defendem a redução de impostos e taxas, em vez de aumentos.

3. Quais serão os próximos passos do governo e da Assembleia Legislativa?

O presidente do sindicato patronal, Arcione Piva, indicou que os próximos passos do governo e da Assembleia Legislativa podem incluir o tema do corte de incentivos fiscais, que entrou na pauta com a desistência da majoração do ICMS. Entidades como a Fecomércio-RS afirmaram que manterão o acompanhamento para evitar prejuízos aos contribuintes.

4. Como as entidades varejistas pressionaram contra o aumento da alíquota do ICMS?

As entidades varejistas realizaram uma campanha midiática e levaram uma cartilha aos parlamentares mostrando os efeitos negativos do aumento, como o impacto no desembolso dos consumidores e no aumento dos custos para as empresas de varejo.

O recuo do governador Eduardo Leite na intenção de elevar a alíquota do ICMS gerou alívio no meio varejista. A possibilidade de ver a alíquota modal passar de 17% para 19,5% em 2024 teve reação forte das entidades, que abriram campanha midiática contra a medida. O maior temor era o efeito para preços, com repasse da elevação para consumidores, frustrando expectativas de melhor desempenho no ano que vem.

“O comércio varejista de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul está aliviado com a retirada de pauta do PL!”, resumiu, a direção do Sindilojas Porto Alegre, em nota, citando que defende a redução de impostos e taxas, diferentemente de aumento.

“Seguimos atentos aos próximos passos do governo e da Assembleia Legislativa”, avisa o presidente do sindicato patronal, Arcione Piva, na nota, já endereçando ao tema de corte de incentivos fiscais, que entrou na pauta com a desistência da majoração do ICMS.

A CDL Porto Alegre (CDL-POA) disse, em nota, que “foi uma vitória da sociedade gaúcha e dos lojistas” e apontou o resultado como efeito da campanha de entidades varejistas contra o aumento. “É fundamental para o pleno funcionamento das empresas e, especialmente, para evitar os repasses ao consumidor”, destacou a entidades lojista, defendendo “ações de controle de despesa e não de incremento arrecadatório”.

O presidente da Federação Varejista do Rio Grande do Sul, Ivonei Pioner, considerou que o recuo reforça que houve reconhecimento “dos impactos negativos que um aumento de impostos traria para os empresários do setor varejista”.

A Fecomércio-RS citou que a pressão teve diversas frentes e uma cartilha levada aos parlamentares mostrando os efeitos, como o desembolso médio de R$ 330,79 por ano pelas pessoas em função da nova alíquota. “Para uma empresa de varejo, o aumento seria de, pelo menos, 26,5%”, diz a entidade.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, advertiu, na nota, o “chamado plano B” de Leite, que mexe com benefícios “pode ser uma ameaça”. A intenção, cita a entidade estadual, é retirar gradualmente 40% dos incentivos de 64 setores. “A Fecomércio-RS é contrária à proposta e manterá o acompanhamento com a intenção de impedir prejuízos aos contribuintes”, avisou Bohn, em nota oficial. 

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