Setor de suínos ficará estável este ano, diz cooperativa

Setor de suínos ficará estável este ano, diz cooperativa

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Foto: Divulgação

“A demanda ainda deve continuar difícil este ano, após um 2022 bastante desafiador. Não enxergamos melhora considerável no setor de carne suína neste ano.”

A cooperativa Capal, que atua no Paraná e em São Paulo, vê um cenário cauteloso para o segmento de suínos em 2023.

No ano passado, a produção e comercialização de carne suína da cooperativa recuou 3% em relação ao ano anterior.

Neste ano, com a manutenção do elevado custo de produção e dos preços depreciados da carne suína, a cooperativa espera repetir o volume produzido em 2022, de 31.025 toneladas, e manter o faturamento estável.

“A demanda ainda deve continuar difícil este ano, após um 2022 bastante desafiador. Não enxergamos melhora considerável no setor de carne suína neste ano. O crescimento não tão acelerado na economia brasileira deve afetar o consumo de carnes, além do mercado chinês que está um pouco mais travado. É um setor sensível à economia doméstica e às exportações para a China, que baliza os preços internos”, disse o presidente executivo da Capal, Adilson Fuga.

A cadeia agrícola representa 70% do faturamento da cooperativa, previsto no total de R$ 4,3 bilhões para 2023.

Sem maiores investimentos para suínos

Diante da conjuntura, a Capal pretende segurar investimentos no setor até o segmento voltar a apresentar sinais de crescimento, revela Fuga. Em 2022, a cooperativa aportou cerca de R$ 50 milhões para aumentar o grau de industrialização da proteína recebida dos produtores cooperados e assim agregar valor à carne suína até então vendida majoritariamente in natura.

“O investimento foi para aumentar nossa capacidade de produção de embutidos de suínos, como salames, linguiças e copas, produtos de maior valor agregado. Em determinado momento de 2022, estimulamos até a redução de peso dos animais para segurar os volumes produzidos. Hoje, o alojamento voltou ao normal, mas sem previsão de novos investimentos até a retomada do aumento das vendas e do consumo”, explicou Fuga.

Fonte: Estadão Conteúdo

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