No contexto da pecuária de corte, especialmente durante o período de engorda, o manejo nutricional é crucial para maximizar o ganho de peso e a conversão alimentar. Para bovinos em confinamento, a ração deve ser cuidadosamente formulada, buscando equilibrar forragens e concentrados. Uma sugestão de ração poderia ser: 60 kg de silagem de milho, 25 kg de ração concentrada (farelo de soja, milho moído e polpa cítrica) e 15 kg de feno, garantindo assim uma dieta que propicie um ganho de peso de até 1,5 kg por dia. A taxa de conversão alimentar em confinamento geralmente deve girar em torno de 6 kg de ração para cada kg de ganho de peso, sendo essencial monitorar a qualidade dos insumos utilizados.
Práticas de Pastoreio
Da mesma forma, em sistemas de pastagem, a altura do pasto deve ser mantida entre 15 e 20 cm, permitindo que os animais tenham um acesso adequado ao alimento e ao mesmo tempo preservando a estrutura da pastagem. A taxa de lotação em regime de pastagem deve ser calculada para não ultrapassar 2,0 UA (Unidade Animal) por hectare, enquanto assegura a disponibilidade de alimento por toda a estação de pastejo.
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Monitoramento da Saúde do Rebanho
Além do manejo nutricional e das práticas de pastoreio, o monitoramento da saúde do rebanho, com ênfase na verminose e na imunidade, é essencial. A implementação de rotinas de desverminação e vacinação pode impactar positivamente na taxa de conversão alimentar e no ganho de peso dos animais. Sendo assim, é fundamental a execução de um planejamento estratégico que integre nutrição, saúde e manejo para garantir não apenas a produtividade, mas também a sustentabilidade da pecuária de corte.
Conclusão
Investir em práticas nutritionally rigorosas se reflete diretamente na rentabilidade e sustentabilidade do negócio, fornecendo ao produtor uma base sólida para o sucesso na produção de carne.
