Preços desabam no Centro-Oeste • Portal DBO

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Entenda a situação atual do mercado de milho e soja no Brasil

Com a baixa liquidez e preços em queda do mercado doméstico de milho, os consumidores estão postergando suas aquisições, aguardando por negócios mais atrativos nas próximas semanas. A entrada da safra verão, o clima favorável à segunda safra do cereal e a possível necessidade de liberação de espaço nos armazéns são os principais fatores que influenciam essa postura do mercado. Enquanto isso, as exportações brasileiras de soja em grão alcançaram um recorde no primeiro trimestre, impulsionadas por contratos a termo e a valorização do dólar. Neste cenário, é importante compreender as dinâmicas e perspectivas para esses importantes produtos agrícolas no Brasil.

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Condições do mercado de milho

Com a maioria das regiões do Centro-Oeste registrando baixa liquidez e preços em queda, os consumidores preferem esperar por oportunidades mais vantajosas nas próximas semanas. A safra verão e a segunda safra do cereal apresentam boas perspectivas, com alta porcentagem de área semeada e colhida, respectivamente. A Conab divulgou dados promissores em relação ao plantio do milho, indicando um possível cenário favorável para a cultura nos próximos meses.

Conheça os principais desafios e oportunidades do mercado de grãos

Descubra como a dinâmica do mercado de milho e soja pode afetar a economia brasileira e as estratégias dos produtores e consumidores. Entenda o papel desses produtos nas exportações do país e como as condições climáticas e econômicas influenciam as decisões de compra e venda no mercado agrícola. Acompanhe as análises e projeções dos especialistas para se manter atualizado e tomar decisões mais assertivas em relação ao milho e soja.

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Desenvolvimento

O mercado doméstico de milho está enfrentando baixa liquidez e preços em queda, principalmente nas regiões do Centro-Oeste. Consumidores estão adiando as compras de grandes lotes, confiando em negócios mais vantajosos nas próximas semanas. A entrada da safra verão, o clima favorável à segunda safra do cereal no Brasil e a possibilidade de liberação de espaço nos armazéns são fatores que sustentam essa expectativa. Até o final de março, quase 99% da área estimada para a segunda safra de milho já estava plantada, de acordo com dados da Conab. Quanto à safra verão, a colheita já atingiu cerca de 46% da área nacional.

Soja

As exportações brasileiras de soja em grão atingiram um recorde no primeiro trimestre, totalizando 22,09 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 15,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse desempenho é reflexo das negociações de contratos realizadas em 2023, impulsionadas pelo bom ritmo das vendas externas. O preço médio recebido pelas exportações de soja no primeiro trimestre de 2024 foi de R$ 136,30/sc de 60 kg, o menor valor desde 2019. No mercado nacional, os consumidores estão sendo mais cautelosos devido à maior oferta na Argentina e à possível necessidade dos produtores brasileiros de liberar espaço nos armazéns. Os vendedores, por sua vez, estão se mostrando mais prudentes nas negociações de grandes volumes, devido à menor produtividade e aos custos elevados da safra atual.

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Conclusão: Expectativas de mercado e perspectivas futuras

Diante do cenário de baixa liquidez e preços em queda no mercado doméstico de milho, a postergação de aquisições de grandes lotes pelos consumidores é justificada pela expectativa de negócios mais atrativos nas próximas semanas, com a entrada da safra verão e o clima favorável à segunda safra do cereal no Brasil. Além disso, a possível necessidade de liberação de espaço nos armazéns também influencia essa decisão. No segmento da soja, as exportações recordes no primeiro trimestre refletem as negociações de contratos a termo realizados ainda em 2023 e a valorização do dólar frente ao Real. Embora o preço médio recebido pelas vendas externas no primeiro trimestre de 2024 seja o menor desde 2019, a expectativa é de embarques intensos no mercado internacional. No entanto, é fundamental que os agentes do setor estejam atentos às oscilações do mercado e às condições climáticas que podem impactar a produção e os preços das commodities agrícolas.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

O mercado doméstico de milho e soja no Brasil

O mercado doméstico de milho segue com baixa liquidez e preços em queda na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea, sobretudo nas do Centro-Oeste. Consumidores postergam as aquisições de grandes lotes, pois acreditam em negócios mais atrativos nas próximas semanas, fundamentados na entrada da safra verão, no clima favorável à segunda safra do cereal no Brasil e na possível necessidade de liberação de espaço nos armazéns.

Até o dia 31 de março, 98,7% da área nacional estimada para a segunda safra havia sido semeada, conforme dados da Conab. Quanto à safra verão, a colheita somava, até o dia 31 de março, 46,4% da área nacional, também de acordo com a Conab.

As exportações brasileiras de soja em grão somaram 22,09 milhões de toneladas no primeiro trimestre, um recorde para o período e 15,7% acima do embarcado no mesmo intervalo de 2023, segundo dados Secex. O bom ritmo das vendas externas reflete as negociações de contratos a termo, realizados ainda em 2023.

FAQs (Perguntas Frequentes)

1. Qual é a situação do mercado doméstico de milho no Brasil?

Atualmente, o mercado doméstico de milho apresenta baixa liquidez e preços em queda, especialmente nas regiões do Centro-Oeste.

2. Como está o andamento das safras de milho e soja no Brasil?

Até o dia 31 de março, 98,7% da área estimada para a segunda safra de milho já havia sido semeada, e a colheita da safra verão de soja alcançava 46,4% da área nacional.

3. Qual foi o volume de exportações de soja no primeiro trimestre?

No primeiro trimestre, o Brasil exportou 22,09 milhões de toneladas de soja em grão, um recorde para o período e um aumento de 15,7% em relação ao mesmo período de 2023.

4. Por que os consumidores estão postergando as aquisições de milho?

Os consumidores acreditam em negócios mais atrativos nas próximas semanas, baseados na entrada da safra verão e no clima favorável à segunda safra do cereal no Brasil.

5. Qual é o preço médio recebido pelas exportações de soja no primeiro trimestre de 2024?

O preço médio recebido pelas vendas externas de soja foi de R$ 136,30/sc de 60 kg, o menor para o período desde 2019, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI de março de 2024).

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

O mercado doméstico de milho segue com baixa liquidez e preços em queda na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea, sobretudo nas do Centro-Oeste.

Segundo pesquisadores deste Centro, consumidores postergam as aquisições de grandes lotes, pois acreditam em negócios mais atrativos nas próximas semanas, fundamentados na entrada da safra verão, no clima favorável à segunda safra do cereal no Brasil e na possível necessidade de liberação de espaço nos armazéns.

Até o dia 31 de março, 98,7% da área nacional estimada para a segunda safra havia sido semeada, conforme dados da Conab.

Quanto à safra verão, a colheita somava, até o dia 31 de março, 46,4% da área nacional, também de acordo com a Conab.

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Soja – As exportações brasileiras de soja em grão somaram 22,09 milhões de toneladas no primeiro trimestre, um recorde para o período e 15,7% acima do embarcado no mesmo intervalo de 2023 – dados Secex.

Segundo pesquisadores do Cepea, o bom ritmo das vendas externas reflete as negociações de contratos a termo, realizados ainda em 2023.

SAIBA MAIS | Na soja, quebra de safra não é mais feia que os preços

Agentes do setor acreditam que os embarques nacionais da oleaginosa devem seguir intensos, fundamentados na valorização do dólar frente ao Real.

Já o preço médio recebido pelas vendas externas de soja no primeiro trimestre de 2024 foi de R$ 136,30/sc de 60 kg, o menor para o período desde 2019, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI de mar/24).

No spot nacional, consumidores estão limitando as aquisições, atentos à maior oferta na Argentina e à possível necessidade de produtores brasileiros de liberar espaço nos armazéns.

Vendedores, por sua vez, seguem cautelosos nas negociações envolvendo grandes volumes, devido à menor produtividade e aos altos custos com a atual safra.

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