Preço e condições climáticas impactam diretamente o agro

Preço e condições climáticas impactam diretamente o agro

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No Rio Grande do Sul, a colheita de milho foi concluída. É um período de intensa atividade para definição de área a ser cultivada na safra 2023/2024, após a divulgação do Plano Safra e destinação de recursos para uma cultura. O baixo preço ainda desestimula o cultivo do cereal. Devido ao clima mais arriscado associado à cultura, os produtores buscam maiores margens de lucro em relação à soja, ou decidem sobre a área a ser cultivada. De repente, alguns ou aumentos de preços podem ampliar essa margem, uma vez que os insumos já estão precificados pelo custo de produção, e a maior parte deles já foi adquirida ou reservada.

Já a cultura da soja está em entressafra. Nesse período, os preços da oleaginosa poderão ser acompanhados pelo documento Cotações Agropecuárias, elaborado pela Emater/RS-Ascar/Gerência de Planejamento/Núcleo de Informações e Análises, disponível AQUI.

Feijão 2ª safra

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A área de cultivo na 2ª safra é de 20.127 hectares. A produtividade estimada é de 1.376 kg/ha. A colheita encontra-se em está bastante avançada e pronta para ser concluída. No entanto, o progresso foi impactado pelo período chuvoso, resultando em atrasos. A expectativa é que ela seja concluída nos próximos dias, à medida que a população diminuir.

OLÉRICO E FRUTAS
Na região de Porto Alegre, os produtores de hortaliças das áreas afetadas pelo ciclone extratropical, no litoral e no litoral do Vale do Paranhana, ainda recuperam a lavagem e o solo. Como as condições climáticas permitirão que você realize atividades de preparação sozinho. No entanto, na ausência de mudas, limita o rápido estabelecimento de lavagens de azeite. O abastecimento ainda está sendo mantido.

Na região administrativa da Emater-RS/Ascar de Bagé, os olivicultores da região da Campanha estão realizando poda de formação, nossas uvas jovens, e produção de azeitonas com mais de quatro anos. Os picos de elevação da temperatura em junho, que se aproximarão de 30°C, promoverão o início da emissão de inflorescências na cultivar Koroneiki em algumas propriedades. Essa situação gera certa preocupação, pois ainda podem ocorrer eventos de frio intenso em meados de setembro e, consequentemente, comprometer o potencial da cultura, que se destacou como uma das adaptações mais produtivas do Estado.

PASSAGENS E CRIAÇÕES
Embora as baixas temperaturas tenham provocado uma redução na capacidade de rebrota das pastagens, as plantações de inverno (aveia e azevém) estão com bom desenvolvimento. A presença de umidade e luz favorece o crescimento das plantas forrageiras. A chuva permitiu a realização de novas adubações. O fato de os dois preços dos fertilizantes continuarem expressivos tem levado os produtores a optarem por outros nutrientes, como fósforo, potássio e enxofre, além do nitrogênio.

PECUÁRIA DE LEITE

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A maior disponibilidade de pastagens permite recuperar e aumentar a produtividade do leite. O clima frio e úmido proporcionou condições ideais para o aumento do consumo de alimentos pelo gado leiteiro, favorecendo ou confortando o bem-estar do rebanho. Em geral, reduzimos as infestações por carrapato bovino.

APICULTURA

A redução parcial das chuvas e as temperaturas amenas possibilitam a movimentação externa das abelhas. Estas condições também facilitarão aos apicultores a verificação e limpeza das colmeias e dois acessos. O período é também propício para a confecção de novas caixas e para a preparação de caixas-iscas, que serão utilizadas na captação de novas provas, no início da próxima Primavera. No geral, os exames ainda apresentam boa sanidade.

PESCA ARTESANAL

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Pelotas, a pesca na Lagoa dos Patos ocorre no período de fevereiro a 30 de setembro. Em Pelotas, há a comercialização de alguns peixes em estoque. As colônias de pescadores seguem o caminho da documentação para acessar o seguro de defesa, mas os pagamentos aos dois beneficiários ainda não começaram. Na região de Santa Rosa, em Garruchos, com melhores condições de água no rio Uruguai, os pescadores relatam bons resultados, principalmente em relação à pesca de piavas e grumatãs.

(com Emater/RS)

(Débora Damasceno/Sou Agro)



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