Preço da carne de frango exportada em queda? Restrições persistem

Preço da carne de frango exportada em queda? Restrições persistem
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Introdução: A importância do mercado de exportação de carne de frango

A indústria de exportação de carne de frango é um dos pilares da economia brasileira, contribuindo significativamente para a geração de receita cambial do país. Apesar de recentes variações nos preços médios alcançados nas exportações, é notável a resiliência desse setor, que continua se destacando internacionalmente.

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No acumulado dos primeiros meses de 2023, observa-se uma redução moderada de 4,5% nos preços, quando comparado com o mesmo período do ano anterior. No entanto, é importante ressaltar que essa queda é impulsionada exclusivamente pelos cortes de frango.

Entre os principais itens exportados, três deles apresentam um preço médio superior ao mesmo período de 2022. Destaque para a carne de frango salgada, que registra uma valorização de quase 8%, seguida pelos produtos industrializados, com uma valorização próxima de 4,5%. Já os cortes de frango operam com uma queda de quase 7% no preço médio, mas devido ao aumento do volume exportado, a receita cambial gerada por eles ainda registra um aumento de 1,5%.

É interessante notar que, mesmo diante das variações nos volumes e nos preços, os quatro itens mantêm praticamente os mesmos índices de participação na receita total gerada pela carne de frango, em comparação com a média de 2022.

Diante desse cenário, é fundamental acompanhar de perto as tendências desse mercado e buscar estratégias que possam potencializar os resultados da exportação de carne de frango.

Fonte: AviSite

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Sumário

1. Introdução

1.1 Exportação da carne de frango in natura

2. Redução do preço médio

2.1 Comparação com o ano anterior

3. Desempenho dos principais itens exportados

3.1 Carne de frango salgada

3.2 Produtos industrializados

3.3 Frango inteiro

4. Situação dos cortes de frango

4.1 Queda no preço médio

4.2 Volume e receita cambial

5. Manutenção dos índices de participação

5.1 Receita dos quatro itens

5.2 Comparação com a média de 2022

6. Conclusão

7. Fonte

Embora em outubro de 2023 o preço médio alcançado na exportação pela carne de frango in natura tenha sofrido redução muito próxima de 15% em relação ao mesmo mês do ano passado, no acumulado dos dez primeiros meses do ano observa-se que esse índice vem sendo bem menor – redução de 4,5% quando considerados, além do produto in natura, também industrializados e a carne de frango salgada. E a queda existente continua sendo causada, exclusivamente, pelos cortes de frango.

Isso quer dizer que, entre os quatro principais itens exportados, três deles continuam obtendo um preço médio superior ao de idêntico período de 2023. E o melhor desempenho, no caso, é o da carne de frango salgada, cujo preço médio neste ano é quase 8% superior ao de janeiro/outubro de 2022. Os industrializados obtêm valorização próxima de 4,5% e o frango inteiro de pouco mais de 1% (este último, um índice que também tende a ficar negativo neste final de ano).

Os cortes, por sua vez, operam até aqui com uma queda de quase 7% no preço médio. Mas como seu volume no ano aumentou 9%, representando quase três quartos do total até agora exportado, a receita cambial por eles propiciada registra aumento de 1,5%, correspondendo a pouco mais de 70% de toda a receita cambial gerada pela carne de frango.

Interessante constatar que – quase um ano depois e a despeito das direções opostas nos volumes e nos preços – os quatro itens mantêm no tocante à receita praticamente os mesmos índices de participação observados na média de 2022 (de 20,47% o frango inteiro; de 70,86% os cortes; de 3,91% os industrializados; e de 4,75% a carne de frango salgada).

Fonte: AviSite

Embora em outubro de 2023 o preço médio alcançado na exportação pela carne de frango in natura tenha sofrido redução muito próxima de 15% em relação ao mesmo mês do ano passado, no acumulado dos dez primeiros meses do ano observa-se que esse índice vem sendo bem menor – redução de 4,5% quando considerados, além do produto in natura, também industrializados e a carne de frango salgada. E a queda existente continua sendo causada, exclusivamente, pelos cortes de frango.

Isso quer dizer que, entre os quatro principais itens exportados, três deles continuam obtendo um preço médio superior ao de idêntico período de 2023. E o melhor desempenho, no caso, é o da carne de frango salgada, cujo preço médio neste ano é quase 8% superior ao de janeiro/outubro de 2022. Os industrializados obtêm valorização próxima de 4,5% e o frango inteiro de pouco mais de 1% (este último, um índice que também tende a ficar negativo neste final de ano).

Os cortes, por sua vez, operam até aqui com uma queda de quase 7% no preço médio. Mas, como seu volume no ano aumentou 9%, representando quase três quartos do total até agora exportado, a receita cambial por eles propiciada registra aumento de 1,5%, correspondendo a pouco mais de 70% de toda a receita cambial gerada pela carne de frango.

Interessante constatar que – quase um ano depois e a despeito das direções opostas nos volumes e nos preços – os quatro itens mantêm no tocante à receita praticamente os mesmos índices de participação observados na média de 2022 (de 20,47% o frango inteiro; de 70,86% os cortes; de 3,91% os industrializados; e de 4,75% a carne de frango salgada).

Fonte: AviSite

A média diária de embarques de carne de frango in natura foi de 17,7 mil toneladas | Foto: Envato

Neste parágrafo reescrito, abordaremos os principais fatores que influenciam o mercado de exportação de carne de frango in natura, destacando as variações nos preços e volumes de diferentes cortes e produtos derivados de frango.

Observamos que, em outubro de 2023, o preço médio da carne de frango in natura exportada teve uma redução próxima a 15% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No entanto, quando analisados os dez primeiros meses do ano, constata-se uma redução menor de 4,5% no preço médio, levando em consideração não apenas o produto in natura, mas também os industrializados e a carne de frango salgada. Essa redução é atribuída exclusivamente aos cortes de frango.

Entre os quatro principais itens exportados, três deles apresentaram um preço médio superior ao do mesmo período de 2023. O destaque fica para a carne de frango salgada, que teve um aumento de quase 8% em seu preço médio em 2022. Os industrializados também tiveram uma valorização próxima de 4,5%, enquanto o frango inteiro teve um aumento de pouco mais de 1% (um índice que, no entanto, tende a ficar negativo no final deste ano).

No que diz respeito aos cortes, houve uma queda de quase 7% no preço médio. No entanto, devido ao aumento de 9% no volume desses cortes exportados ao longo do ano, eles representaram quase três quartos do total exportado até o momento, resultando em um aumento de 1,5% na receita cambial gerada por eles. Esses cortes correspondem a pouco mais de 70% da receita cambial total gerada pela exportação de carne de frango.

É interessante notar que, mesmo após quase um ano e apesar das variações nos volumes e nos preços, os quatro itens mantiveram praticamente a mesma participação na receita, em comparação com a média de 2022. O frango inteiro representou 20,47%, os cortes 70,86%, os industrializados 3,91% e a carne de frango salgada 4,75% da receita total.

Essas informações são uma fonte importante para entender as tendências de mercado e tomar decisões estratégicas na indústria de carne de frango.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Conclusão

Apesar da queda no preço médio da carne de frango in natura nas exportações, os demais itens continuam com valores superiores ao ano anterior. O melhor desempenho é da carne de frango salgada, com aumento de quase 8%. Os cortes de frango apresentaram queda no preço, porém, devido ao aumento no volume exportado, a receita cambial gerada por eles registrou aumento de 1,5%. É interessante notar que, mesmo com as variações nos volumes e preços, os quatro itens mantiveram os mesmos índices de participação na receita de 2022.

Perguntas e Respostas

1. Qual foi a redução média no preço médio da carne de frango in natura em outubro de 2023?

A redução média no preço médio da carne de frango in natura em outubro de 2023 foi de aproximadamente 15% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

2. Quais itens apresentaram valores superiores ao ano anterior?

Os itens que apresentaram valores superiores ao ano anterior foram a carne de frango salgada, com aumento de quase 8%, os industrializados, com valorização próxima de 4,5%, e o frango inteiro, com aumento de pouco mais de 1%.

3. Como os cortes de frango estão operando em relação ao preço médio?

Os cortes de frango estão operando com uma queda de quase 7% no preço médio.

4. Como a receita cambial dos cortes de frango se comportou em relação ao volume exportado?

Apesar da queda no preço médio, o volume exportado dos cortes de frango aumentou 9%, o que resultou em um aumento de 1,5% na receita cambial gerada por eles.

5. Quais são os índices de participação dos itens na receita cambial gerada pela carne de frango?

Os índices de participação dos itens na receita cambial gerada pela carne de frango são: 20,47% para o frango inteiro, 70,86% para os cortes, 3,91% para os industrializados e 4,75% para a carne de frango salgada.

Embora em outubro de 2023 o preço médio alcançado na exportação pela carne de frango in natura tenha sofrido redução muito próxima de 15% em relação ao mesmo mês do ano passado, no acumulado dos dez primeiros meses do ano observa-se que esse índice vem sendo bem menor – redução de 4,5% quando considerados, além do produto in natura, também industrializados e a carne de frango salgada. E a queda existente continua sendo causada, exclusivamente, pelos cortes de frango.

Isso quer dizer que, entre os quatro principais itens exportados, três deles continuam obtendo um preço médio superior ao de idêntico período de 2023. E o melhor desempenho, no caso, é o da carne de frango salgada, cujo preço médio neste ano é quase 8% superior ao de janeiro/outubro de 2022. Os industrializados obtêm valorização próxima de 4,5% e o frango inteiro de pouco mais de 1% (este último, um índice que também tende a ficar negativo neste final de ano).

Os cortes, por sua vez, operam até aqui com uma queda de quase 7% no preço médio. Mas como seu volume no ano aumentou 9%, representando quase três quartos do total até agora exportado, a receita cambial por eles propiciada registra aumento de 1,5%, correspondendo a pouco mais de 70% de toda a receita cambial gerada pela carne de frango.

Interessante constatar que – quase um ano depois e a despeito das direções opostas nos volumes e nos preços – os quatro itens mantêm no tocante à receita praticamente os mesmos índices de participação observados na média de 2022 (de 20,47% o frango inteiro; de 70,86% os cortes; de 3,91% os industrializados; e de 4,75% a carne de frango salgada).

Fonte: AviSite

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