Por que o Sindifrigo-MT está preocupado com o abate de fêmeas acima da média e a queda nas exportações?

Por que o Sindifrigo-MT está preocupado com o abate de fêmeas acima da média e a queda nas exportações?

Noticias do Jornal do campo Soberano
Boa leitura!
O artigo a seguir abordará o atual cenário do setor frigorífico mato-grossense, destacando a desvalorização do dólar, a queda nas exportações de carne bovina e o abate de fêmeas acima da média em 2023. Além disso, serão apresentadas informações relevantes sobre as exportações do estado, com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA).

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**1. Desafios enfrentados pelo setor frigorífico mato-grossense**

O presidente do Sindicato da Indústria da Carne de Mato Grosso (Sinfrigo-MT), Paulo Bellincata, destaca que o momento atual é considerado delicado para o setor frigorífico mato-grossense. A desvalorização do dólar tem impactado negativamente as exportações de carne bovina, reduzindo o volume embarcado no mês de abril em 16,4% em relação a março.

**2. Dados sobre as exportações de carne bovina em Mato Grosso**

De acordo com os dados da Secex disponíveis na plataforma Painéis do IMEA, Mato Grosso embarcou 34,56 mil toneladas em equivalente carcaça (TEC) no mês de abril. Esse volume é 16,4% inferior ao registrado em março, quando foram embarcados 41,34 mil TEC. No primeiro trimestre de 2023, foram exportados 166,51 mil TEC, enquanto no mesmo período em 2022 foram 181,82 mil TEC.

**3. Impacto nas empresas frigoríficas**

A queda nas exportações de carne bovina tem preocupado especialmente as empresas menores que dependem do mercado interno. Enquanto as grandes empresas têm as exportações como uma opção de mercado, as empresas menores enfrentam maiores dificuldades para lidar com as consequências da redução das exportações.

Segundo Bellincanta, é fácil imaginar o quanto as empresas menores estão perdendo com a falta de alternativas de mercado. A manutenção dos pagamentos de impostos, folha de pagamento, pecuária, insumos e manutenção fabril tem se tornado um desafio árduo para os frigoríficos.

**4. Perspectivas futuras**

No curto prazo, é difícil prever um cenário mais ameno para o setor frigorífico mato-grossense. O presidente do Sindifrigo-MT destaca a necessidade de medidas que garantam a manutenção das indústrias em funcionamento. A preocupação vai além das questões econômicas, abrangendo também os parceiros pecuários que enfrentam resultados negativos.

**Conclusão**

O setor frigorífico mato-grossense enfrenta desafios decorrentes da desvalorização do dólar, da queda nas exportações de carne bovina e do abate de fêmeas acima da média em 2023. As empresas menores, que dependem principalmente do mercado interno, são as mais afetadas. Medidas que garantam a manutenção das indústrias em atividade são essenciais para superar o atual momento delicado. O monitoramento constante das condições do mercado e das oportunidades de exportação pode auxiliar no planejamento estratégico das empresas do setor.

**Perguntas com respostas que geram alta demanda de visualizações**

1. Quais são os principais desafios enfrentados pelo setor frigorífico mato-grossense?
R: A desvalorização do dólar, a queda nas exportações de carne bovina e o abate de fêmeas acima da média em 2023.

2. Como tem sido o desempenho das exportações de carne bovina em Mato Grosso?
R: Em abril, o estado exportou 34,56 mil toneladas em equivalente carcaça (TEC), um volume 16,4% inferior ao mês de março.

3. Quais são as perspectivas futuras para o setor frigorífico mato-grossense?
R: No curto prazo, é difícil prever um cenário mais ameno. A preocupação é garantir a manutenção das indústrias e buscar alternativas para superar os desafios atuais.

4. Como as empresas frigoríficas estão lidando com as dificuldades?
R: As empresas menores, que dependem do mercado interno, são as mais afetadas. A manutenção dos pagamentos e a busca por alternativas de mercado são desafios constantes.

5. O que pode ser feito para superar o atual momento delicado?
R: Medidas que garantam a manutenção das indústrias em funcionamento são essenciais. O monitoramento do mercado e das oportunidades de exportação pode auxiliar no planejamento estratégico do setor.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo
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A desvalorização do dólar, aliada à queda nas exportações de carne bovina e ao abate de fêmeas acima da média em 2023, tem preocupado o setor frigorífico mato-grossense. O presidente do Sindicato da Indústria da Carne de Mato Grosso (Sinfrigo-MT), Paulo Bellincata, destaca que o momento atual é considerado delicado.

Foto: Wenderson Araújo/CNA

Exportar dados de Secretaria de Comércio Exterior (Secex), que pode ser encontrada na plataforma Painéis nenhum site faz Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (altura), revelam que o estado embarcou no mês de Abril 34,56 mil toneladas em equivalente carcaça (TEC), volume 16,4% inferior ao 41,34 mil TEC embarcados em março.

Não primeiro trimestre de 2023 eles eram 166,51 mil TEC exportados por Mato Grosso, contra 181,82 mil TEC no mesmo período em 2022.

“Se levarmos em conta que as maiores empresas contam com as exportações como opção de mercado, é fácil imaginar o quanto estão perdendo as empresas menores que trabalham basicamente com o mercado interno”, destaca Bellincanta.

Cenário de curto prazo é incerto

Na opinião do presidente do Sindifrigo-MT, é difícil vislumbrar um cenário mais ameno no curto prazo. Ele ressalta que há grande preocupação com a necessidade de medidas que garantam a manutenção das indústrias que estão em funcionamento.

“Manter o pagamento de impostos, folha de pagamento, pecuária, insumos e manutenção fabril tem sido um exercício árduo para os frigoríficos. Temos consciência de que nosso parceiro pecuário também vive o drama dos resultados negativos. Não se trata de preço do gado, porque se olharmos ao redor do Brasil encontraremos diferenças enormes em estados com custos semelhantes”, diz Bellincanta.

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