Pesquisa ajuda a identificar, pelo aroma, mangas com colheita equilibrada

Pesquisa ajuda a identificar, pelo aroma, mangas com colheita equilibrada

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Foto: Divulgação

Ferreira lembra que a literatura científica é vasta sobre as diferentes capacidades do ser humano em odores, inclusive com implicações médicas.

Cinco pesquisadores chamaram as instituições públicas de um passo importante para entender os produtores nacionais do problema e a causa dos produtores e comerciantes. O grupo observou que aromas e compostos voláteis podem servir como marcadores para variar, entre inúmeras frutas, aquelas com o problema.

Reconhecimento difícil como diagnóstico biológico, o reconhecimento interno é responsável por amadurecimento alterado, aparência na polpa do fruto, coloração mais escura, mais sabor sob detecção, amolecimento externo e detecção externa. O problema só é observado no momento do consumo, quando as frutas são descartadas, gerando resíduos.

Baseada inicialmente em uma pesquisa de aromas, adicionalmente e, posteriormente, em nenhum modelo de referência de pesquisa diferente, ou estudo de diferenças, quantificado na casca e na fruta, que se apresentam como apresentados e como uma série de indicadores de estudo interno. Mas ocorre tanto no mercado nacional quanto no internacional.

Por isso, o estudo de pesquisadores da Embrapa Instrumentação (SP), Universidade de São Paulo ( USP ), Universidade Federal de São Carlos ( UFS ), a Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp), com a colaboração da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), é fundamental para ajudar a compreender o problema. Os resultados antes de selecionar o consumo de recursos, identificação de dispositivos e seleção de recursos futuros, gestão antes de selecionar os frutos do processo de entrega por recebimento.

O estudo, campus de doutorado de Arangenheira, Ag Nutrição, pela Unesp, pela Unesp. Segundo ela, o problema do fechamento interno vem sendo causado pela comunidade científica desde a década.

Sob orientação de Marcos David Ferreira , e orientação de Luiz Alberto Colnago , pesquisa da Embrapa, Oldoni realizou pesquisas de mercado com o objetivo de investigar e explorar distúrbios psicológicos através da percepção dos atacadistas da Ceagesp.

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Esta diferente, pelo aroma, que as variedades de manga Atkins são como Palm mais passo e Tommy equilibradas. Já em experimentos realizados em métodos avançados de análise, os diferentes achados laboratoriais mais avançados100 compostos são voláteis no que diz respeito aos resultados nos resultados dentre os quais.

aromas reveladores

A pesquisa foi realizada com 30 Ceagesp por meio do planejamento de causas, cujas respostas ajudam a entender melhor como e traçar um perfil para caracterizar o planejamento interno e o estudo.

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O que eles podem atacar nas informações sobre como eles agiram no produto e nos produtos, como o que poderia causar o erro de distribuição, mas provavelmente causar ao mesmo tempo o que aconteceu com o produto de fabricação e os fatores de risco associados.

As variedades Palmer foram citadas por Atkins para 93% dos incidentes, respectivamente, e Tommy como a maioria dos incidentes. Segundo um pesquisador, os dissidentes tinham a percepção de que o tamanho pode estar associado ao grau e também a fatores externos, como a fecundação.

O fruto do fruto foi apontado por 80% dos responsáveis ​​pelo outro tamanho, 7% limitado, como sendo um dos responsáveis ​​pelo outro tamanho, 7% limitante.

publicação científica

Parte dos dados deste trabalho está no artigo Parâmetros de qualidade de frutos e compostos voláteis de mangas ‘Palmer’ com decomposição interna publicado na revista Química de Alimentos Além de Fernanda Oldoni, do Departamento de Alimentação e Nutrição da Unesp, Marcos David Ferreira, Luiz Alberto Colnago e Camila Florencio, da Embrapa Instrumentação, assinaram o artigo do professor Stanislau Bogusz Junior e das alunas Giovana Brait Bertazzo e Pamela Aparecida Grizotto, do Instituto de Química de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP), e o professor Renato Lajarim Carneiro, do Departamento de Química da Universidade Federal de São Carlos (USFCar). Estudo apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Na visão dos atacadistas, variedades com menos fibra, como Tommy Atkins, tendem a ter mais apresentadores. 90% procuram plantas para produtos maduros (46,7%), tipo de solo de produção (46,7%), mais 50% de associados (46,7%), velhos (30%), armazenamento refrigerado (26,7%), clima quente (23,3%) , seguido de safra e clima frio, ambos representando 20% das respostas.

Segundo Oldoni, a percepção dos atacadistas sobre alguns desses fatores corrobora estudos da literatura, considerando que baixos níveis de cálcio, atraso na colheita e exposição solar pré-colheita podem estar associados ao processo de recuperação. . Alguns relacionam o diagnóstico com estudos nutricionais de plantas em campo.

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Segundo ela, 93% dos backups foram confirmados nas atualizações por meio do carregamento nas comercializadas. 87% das cargas não refrigeradas são vendidas e 70% são refrigeradas, segundo os respondentes, com 31%, superior e 54%, respectivamente, mostrando-se já apresentadas em cargas, a serem reproduzidas, em 5%.

Outro fato apontado por 27% dos resultados é que as frutas coladas tinham odor diferente. A diferença de aroma entre frutos com a diferença fisiológica e frutos saudáveis ​​foi observada in loco na Ceagesp.

Ferreira lembra que a literatura científica é vasta sobre as diferentes capacidades do ser humano em odores, inclusive com implicações médicas. De acordo com cientistas internacionais, isso se deve aos corpos dos humanos conhecidos pelos humanos, que podem ser os odores pessoais.

Identificação de Voláteis

Com base no levantamento feito no Ceagesp, a pesquisa foi realizada com experimentos em mangá Palmer em laboratórios, utilizando métodos avançados para identificar os componentes voláteis. Os pesquisadores partiram da hipótese de que frutas com ou sem entrenós possuem características físicas e composição química diferentes. Tendo determinados os parâmetros físico-químicos em triplicado para cada amostra, os pesquisadores caracterizam e quantificam os vários componentes voláteis com a técnica de cromatografia gasosa para espectrometria de massa

“Identificamos mais de cem compostos voláteis diferentes nas frutas. Os volumes de vários frutos de mangá foram extraídos, concentrados, separados e identificados, gerando uma enorme quantidade de informações”, diz o professor do Instituto de Química de São Carlos IQS (Stanislau de Química de São Carlos -USP) (Stanislau Boz Junior). .

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Quimiometria

Depois disso, com base nos resultados, os pesquisadores obtiveram uma tabela de dados compostos apresentados em cada resultado e qual é o relativo de cada um em cada estudo de mangá. A partir de uma análise multivariada dos dados, utilizou-se a quimiometria para identificar os componentes voláteis que foram capazes de distinguir um desfecho com a diferenciação entre homens.

A quimioterapia consiste no uso de modelos matemáticos, entre outros, para a conversão de dados químicos numéricos em informações de caracteres. O professor Renato Lajarim Carneiro da UFSCar explica que foram utilizadas como técnicas quimiométricas de componentes principais (PC e as medidas de análise por discriminante mínimo parcial (PLSDA).

“A PCA permite ver quão semelhantes são os perfis químicos dos voláteis, ou seja, ver se existe alguma diferença evidente entre os tipos de compostos voláteis ou mesmo diferença na concentração de um mesmo composto, quando comparamos um manga e uma fruta não colapsada. O PLS-DA, por outro lado, nos permite criar um matemático correlacionando a presença dos componentes e seus relativos com o resultado interno da fruta”, oriundo do professor.

Segundo Carneiro, isso permite que voláteis sejam designados por compostos únicos com ou sem entrega, o que possibilita identificar um fruto colapsado por meio da análise dos compostos exalados pelo fruto. Ácido metacrílico, éster etílico, óxido de isopentenil, óxido de etano-limoneno, (E)-2-pentenal, tetradecano e γ-elemeno estão entre os principais indicadores voláteis do interno encontrados nos frutos.

Oldoni concluiu que uma avaliação quimiométrica foi adequada para identificar os componentes físico-químicos e os componentes voláteis relacionados à harmonia. “As frutas com recepção interna apresentaram aumento do índice de cor na casca e na polpa, suavizando a polpa e realçando o sabor”, diz a pesquisadora.

Bogusz Junior explica que os voláteis humanos, assim como o hálito, podem alterar a função de diversos fatores, dos quais é ingerido até mesmo para a saúde ou até mesmo de acordo com cada um. “Da mesma forma, frutas saudáveis ​​e com composições de frutas produzirão e eliminarão diferentes voláteis. A aplicação deste estudo é fascinante, pois acreditamos que, em algum momento, os frutos irão funcionar com funcionamento entre os frutos, sendo prevista a necessidade de abertura dos frutos.

Além disso, ele diz que estudos sobre como os bioquímicos levam à formação desses marcadores podem ser muito úteis além do que pode ser conhecido e controlado.

Ferreira diz que a identificação precoce de problemas fisiológicos internos contribui para o direcionamento dessas frutas para outros fins, antes mesmo de chegarem ao consumidor. Segundo ele, isso evitaria o descarte, reduziria as perdas e desperdícios e contribuiria para o uso racional dos recursos.

“Muitas dessas frutas são exportadas ou transportadas à distância, com custos não consumidos internamente para um produto grande e transportado à distância. Dessa forma, pode-se buscar aumentar a eficiência dos impactos positivos ao meio ambiente, que alimentam as pessoas, diz o pesquisador.

A manga é a fruta brasileira mais exportada

Considerado um produto de grande importância nutricional e econômica, além de ser uma cultura mais difundida nas áreas tropicais e subtropicais do mundo, a qualidade dos atributos dos frutos de manga de origem asiática, como cor, aroma, sabor, sabor e textura , é de grande importância comercial. Do Ponto é fonte de antioxidantes e possui indicadores nutricionais e betacaroteno e vitaminas A C.

De acordo com a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Derivados de Frutas ( abraço fruta ), em 2021, foram exportadas 270 mil toneladas de manga, a fruta brasileira mais exportada para o exterior, tanto em quantidade quanto em valor agregado, cerca de US$ 248 milhões. O aumento foi de 12% em relação a 2020.

O consumo de manga vem crescendo com a demanda dos consumidores por frutas de qualidade. O pesquisador Marcos David Ferreira lembra ao mercado nacional e internacional que diversas questões estão relacionadas ao manejo da fruta na fase de pós-colheita.

“A redução da qualidade dos produtos comercializados é a causa mais importante para produtores, distribuidores, que têm seus lucros adquiridos e a divulgação de seu produto. Também é negativo para os consumidores, que terão menos produto, preços mais altos e mangás de menor qualidade disponíveis para sua mesa”, afirma.

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Fotografia: Amanda Akashi
Fonte: Embrapa

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