Operação Getsêmani: azeite de oliva fraudado

Operação Getsêmani: azeite de oliva fraudado

Operação Getsêmani: Combate à Fraude no Azeite de Oliva

Um Golpe Contra a Saúde Pública e as Relações de Consumo

Descubra como a Operação Getsêmani desmascarou um esquema ilegal de adulteração de azeite de oliva e protegeu os consumidores brasileiros

Para coibir um esquema ilícito envolvendo a importação, adulteração, embalagem, rotulagem e comercialização clandestina de azeite de oliva fraudado, foi deflagrada a Operação Getsêmani na quarta-feira (6), com continuação nesta quinta-feira (7) e sexta-feira (8).

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A ação, que faz parte da 58ª Operação Ronda Agro do Programa de Vigilância em Defesa Agropecuária para Fronteiras Internacionais (Vigifronteira), realizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) ocorreu no município de Saquarema (RJ), São Paulo (SP), Recife (PE) e Natal (RN), com a participação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PC RJ) e da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PM SP).

Durante a operação, a fiscalização do Mapa identificou que as empresas alvo importavam azeite de oliva de forma regular, adulteravam e multiplicavam o produto com a adição ilegal de óleo de soja em uma fábrica clandestina com condições de higiene precárias, para posterior distribuição em estabelecimentos varejistas do Rio de Janeiro e de outros estados.

No galpão onde funcionava a fábrica clandestina em Saquarema (RJ), foram encontrados 60.600 litros de azeite extravirgem e 37.500 litros de óleo de soja, que poderiam ser utilizados na produção de 196 mil garrafas de produto fraudado para venda como azeite de oliva, por meio de distribuidoras e supermercados de todo o Brasil.

Diversos rótulos de azeites de diferentes marcas também foram encontrados no galpão fiscalizado, além de garrafas, tampas e equipamentos industriais utilizados para realização da fraude.

Já em São Paulo, no depósito contratado pelos infratores foram apreendidas 33.612 unidades de 500 ml de azeite suspeito; em Recife 8.853 garrafas de 500 ml do mesmo produto em um estabelecimento varejista e no seu depósito; e em Natal (RN) 102 garrafas destes azeites em um estabelecimento varejista. 

Ao todo, foram apreendidos 104.363 litros de produtos, além de rótulos, garrafas e tampas, resultando em um prejuízo estimado de aproximadamente R$ 8,1 milhões aos infratores. Além disso, foram realizadas duas prisões em flagrante e os responsáveis poderão responder pela prática dos crimes contra as relações de consumo e contra a saúde pública, em decorrência da falsificação e adulteração de produtos destinados à alimentação humana.

Também foram realizadas coletas de amostras que serão analisadas pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA) para avaliação do uso de substâncias proibidas, não autorizadas, nocivas à saúde humana e da adulteração fraudulenta dos produtos.

Riscos

O Mapa alerta a população para que denuncie as suspeitas quanto à legalidade desses produtos por meio do canal oficial Fala.BR.

As ações de fiscalização são importantes tanto para proteger os estabelecimentos registrados junto ao Mapa, das práticas de concorrência desleal, mas principalmente para proteger os consumidores brasileiros.

Getsêmani

O nome da operação, que significa “prensa de azeite”, é uma alusão ao jardim situado no Monte das Oliveiras, em Jerusalém, onde Jesus Cristo foi orar após celebrar a Páscoa com seus discípulos, na noite em que foi traído por Judas.

A operação foi realizada na proximidade da Semana Santa com o objetivo de impedir que grandes quantidades desses produtos irregulares sejam destinados ao consumo e coloquem em risco a saúde da população.

Participação

Participaram da Operação Getsêmani servidores dos Departamentos de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal e de Serviços Técnicos da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa, servidores do Centro Integrado de Operações de Fronteira da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública, policiais da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Propriedade Imaterial e da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro e policiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Informações à Imprensa
Patrícia Távora
[email protected]


1. Qual foi a operação deflagrada para combater a importação e comercialização clandestina de azeite de oliva fraudado?

A operação foi chamada de Getsêmani.

2. Por que a Operação Getsêmani foi realizada em vários estados do Brasil?

A operação foi realizada em municípios de Saquarema (RJ), São Paulo (SP), Recife (PE) e Natal (RN) devido à presença de empresas que importavam e comercializavam o produto fraudado.

3. Qual foi o objetivo da Operação Ronda Agro dentro do Programa Vigifronteira?

O objetivo da operação era coibir esquemas ilícitos envolvendo a importação, adulteração, embalagem, rotulagem e comercialização clandestina de produtos agrícolas.

4. Quais os riscos envolvidos na comercialização de produtos adulterados para os consumidores?

A comercialização de produtos adulterados pode representar riscos para a saúde pública, podendo colocar em perigo a população brasileira.

5. Qual é a importância das ações de fiscalização do Ministério da Agricultura e Pecuária para proteger os consumidores e estabelecimentos?

As ações de fiscalização são essenciais para coibir práticas de concorrência desleal, proteger os consumidores e garantir a qualidade e segurança dos produtos alimentícios disponíveis no mercado.

Operação Getsêmani combate esquema ilícito de azeite de oliva fraudado

Para coibir um esquema ilícito envolvendo a importação, adulteração, embalagem, rotulagem e comercialização clandestina de azeite de oliva fraudado, foi deflagrada a Operação Getsêmani na quarta-feira (6), com continuação nesta quinta-feira (7) e sexta-feira (8).

Ação da 58ª Operação Ronda Agro

A ação, que faz parte da 58ª Operação Ronda Agro do Programa de Vigilância em Defesa Agropecuária para Fronteiras Internacionais (Vigifronteira), realizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) ocorreu no município de Saquarema (RJ), São Paulo (SP), Recife (PE) e Natal (RN), com a participação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PC RJ) e da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PM SP).

Fiscalização identifica esquema de adulteração

Durante a operação, a fiscalização do Mapa identificou que as empresas alvo importavam azeite de oliva de forma regular, adulteravam e multiplicavam o produto com a adição ilegal de óleo de soja em uma fábrica clandestina com condições de higiene precárias, para posterior distribuição em estabelecimentos varejistas do Rio de Janeiro e de outros estados.

Galpão clandestino em Saquarema é descoberto

No galpão onde funcionava a fábrica clandestina em Saquarema (RJ), foram encontrados 60.600 litros de azeite extravirgem e 37.500 litros de óleo de soja, que poderiam ser utilizados na produção de 196 mil garrafas de produto fraudado para venda como azeite de oliva, por meio de distribuidoras e supermercados de todo o Brasil.

Apreensões em São Paulo, Recife e Natal

Já em São Paulo, no depósito contratado pelos infratores foram apreendidas 33.612 unidades de 500 ml de azeite suspeito; em Recife 8.853 garrafas de 500 ml do mesmo produto em um estabelecimento varejista e em Natal (RN) 102 garrafas destes azeites em um estabelecimento varejista.

Prejuízo estimado e prisões em flagrante

Ao todo, foram apreendidos 104.363 litros de produtos, além de rótulos, garrafas e tampas, resultando em um prejuízo estimado de aproximadamente R$ 8,1 milhões aos infratores. Além disso, foram realizadas duas prisões em flagrante e os responsáveis poderão responder pela prática dos crimes contra as relações de consumo e contra a saúde pública, em decorrência da falsificação e adulteração de produtos destinados à alimentação humana.

Análise das amostras pelo Laboratório Federal

Também foram realizadas coletas de amostras que serão analisadas pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA) para avaliação do uso de substâncias proibidas, não autorizadas, nocivas à saúde humana e da adulteração fraudulenta dos produtos.

Riscos para a população e importância da fiscalização

O Mapa alerta a população para que denuncie as suspeitas quanto à legalidade desses produtos por meio do canal oficial Fala.BR. As ações de fiscalização são importantes tanto para proteger os estabelecimentos registrados junto ao Mapa, das práticas de concorrência desleal, mas principalmente para proteger os consumidores brasileiros.

Operação Getsêmani na Semana Santa

O nome da operação, que significa “prensa de azeite”, é uma alusão ao jardim situado no Monte das Oliveiras, em Jerusalém, onde Jesus Cristo foi orar após celebrar a Páscoa com seus discípulos, na noite em que foi traído por Judas. A operação foi realizada na proximidade da Semana Santa com o objetivo de impedir que grandes quantidades desses produtos irregulares sejam destinados ao consumo e coloquem em risco a saúde da população.

Participação e colaboração em operações como a Getsêmani

Participaram da Operação Getsêmani servidores dos Departamentos de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal e de Serviços Técnicos da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa, servidores do Centro Integrado de Operações de Fronteira da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública, policiais da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Propriedade Imaterial e da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro e policiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Informações à Imprensa
Patrícia Távora
[email protected]

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

FAQ sobre a Operação Getsêmani

O que foi a Operação Getsêmani?

A Operação Getsêmani foi uma ação realizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária para coibir um esquema ilícito de importação, adulteração e comercialização clandestina de azeite de oliva fraudado.

Quais foram os resultados da operação?

Foram apreendidos mais de 104 mil litros de produtos adulterados, resultando em um prejuízo estimado de R$ 8,1 milhões aos infratores, além de duas prisões em flagrante.

Qual o risco desses produtos adulterados para a população?

Os produtos adulterados representam um risco à saúde pública, pois podem conter substâncias nocivas não autorizadas para consumo humano.

Como a população pode contribuir para combater esses crimes?

O Mapa alerta a população a denunciar suspeitas quanto à legalidade desses produtos por meio do canal oficial Fala.BR.

Conclusão

A Operação Getsêmani foi uma ação importante para combater a fraude e adulteração de azeite de oliva, visando proteger os consumidores brasileiros e garantir a segurança alimentar.

Para coibir um esquema ilícito envolvendo a importação, adulteração, embalagem, rotulagem e comercialização clandestina de azeite de oliva fraudado, foi deflagrada a Operação Getsêmani na quarta-feira (6), com continuação nesta quinta-feira (7) e sexta-feira (8).

A ação, que faz parte da 58ª Operação Ronda Agro do Programa de Vigilância em Defesa Agropecuária para Fronteiras Internacionais (Vigifronteira), realizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) ocorreu no município de Saquarema (RJ), São Paulo (SP), Recife (PE) e Natal (RN), com a participação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PC RJ) e da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PM SP).

Durante a operação, a fiscalização do Mapa identificou que as empresas alvo importavam azeite de oliva de forma regular, adulteravam e multiplicavam o produto com a adição ilegal de óleo de soja em uma fábrica clandestina com condições de higiene precárias, para posterior distribuição em estabelecimentos varejistas do Rio de Janeiro e de outros estados.

No galpão onde funcionava a fábrica clandestina em Saquarema (RJ), foram encontrados 60.600 litros de azeite extravirgem e 37.500 litros de óleo de soja, que poderiam ser utilizados na produção de 196 mil garrafas de produto fraudado para venda como azeite de oliva, por meio de distribuidoras e supermercados de todo o Brasil.

Diversos rótulos de azeites de diferentes marcas também foram encontrados no galpão fiscalizado, além de garrafas, tampas e equipamentos industriais utilizados para realização da fraude.

Já em São Paulo, no depósito contratado pelos infratores foram apreendidas 33.612 unidades de 500 ml de azeite suspeito; em Recife 8.853 garrafas de 500 ml do mesmo produto em um estabelecimento varejista e no seu depósito; e em Natal (RN) 102 garrafas destes azeites em um estabelecimento varejista.

Ao todo, foram apreendidos 104.363 litros de produtos, além de rótulos, garrafas e tampas, resultando em um prejuízo estimado de aproximadamente R$ 8,1 milhões aos infratores. Além disso, foram realizadas duas prisões em flagrante e os responsáveis poderão responder pela prática dos crimes contra as relações de consumo e contra a saúde pública, em decorrência da falsificação e adulteração de produtos destinados à alimentação humana.

Também foram realizadas coletas de amostras que serão analisadas pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA) para avaliação do uso de substâncias proibidas, não autorizadas, nocivas à saúde humana e da adulteração fraudulenta dos produtos.

Riscos

O Mapa alerta a população para que denuncie as suspeitas quanto à legalidade desses produtos por meio do canal oficial Fala.BR.

As ações de fiscalização são importantes tanto para proteger os estabelecimentos registrados junto ao Mapa, das práticas de concorrência desleal, mas principalmente para proteger os consumidores brasileiros.

Getsêmani

O nome da operação, que significa “prensa de azeite”, é uma alusão ao jardim situado no Monte das Oliveiras, em Jerusalém, onde Jesus Cristo foi orar após celebrar a Páscoa com seus discípulos, na noite em que foi traído por Judas.

A operação foi realizada na proximidade da Semana Santa com o objetivo de impedir que grandes quantidades desses produtos irregulares sejam destinados ao consumo e coloquem em risco a saúde da população.

Participação

Participaram da Operação Getsêmani servidores dos Departamentos de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal e de Serviços Técnicos da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa, servidores do Centro Integrado de Operações de Fronteira da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública, policiais da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Propriedade Imaterial e da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro e policiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Informações à Imprensa
Patrícia Távora
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