Mercado do boi gordo segue lento, com preços estacionados na maioria das praças brasileiras • Portal DBO

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O mercado físico de boi gordo registrou nesta terça-feira, 14 de março, estabilidade na maioria absoluta dos mercados brasileiros, apesar do panorama sugerir certo viés de alta nos preços da arroba, informa o S&P Global Commodity Insights.

Segundo a consultoria, frigoríficos e pecuaristas seguem em ritmo cauteloso, reflexo das incertezas sobre o consumo interno de carne bovina, além da continuidade do embargo chinês ao produto brasileiro.

No cenário externo, enfatiza a S&P Global, ainda não há uma posição mais concreta quanto à retomada das vendas de carne bovina para a China.

“O segmento de exportação segue parcialmente paralisado, apesar dos volumes anteriormente contratados apresentarem fluxo regular”diz a S&P Global.

Por outro lado, no mercado interno, as vendas de carne bovina seguem irregulares.

“As perspectivas para o consumo interno de proteínas não são tão otimistas”dizem analistas da S&P Global, que acrescentam: “A dinâmica da demanda doméstica no início do ano pode ser apenas o início de um cenário mais desafiador ao longo de 2023”.

Na visão dos analistas da consultoria, as condições econômicas e inflacionárias no Brasil “não são positivos para o ano corrente, fator que deve limitar ainda mais o consumo de carne bovina no país”.

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Segundo dados obtidos nesta terça-feira pela Scot Consultoria, a expectativa dos frigoríficos é que, até o final do mês, as exportações de carne bovina para a China sejam retomadas.

No entanto, enquanto isso, as referências de preços para animais terminados permanecem estáveis ​​no Estado de São Paulo, uma das principais referências para outros mercados de pecuária do país.

Com isso, o boi gordo está sendo negociado a R$ 277/@, enquanto a vaca gorda e a novilha estão cotadas a R$ 260/@ e R$ 270/@, respectivamente (preços brutos e futuros).

No momento, diz Scot, não há ofertas de compra para o “boi chinês” (abatido mais jovem, até 30 meses).

Cotações máximas para homens e mulheres nesta terça-feira, 14/03
(Fonte: S&P Global)

SP-Noroeste:

carne bovina a R$ 281/@ (prazo)
vaca a R$ 258/@ (prazo)

MS-Gold:

carne bovina a R$ 266/@ (à vista)
vaca a R$ 241/@ (dinheiro)

MS-C.Grande:

carne bovina a R$ 266/@ (prazo)
vaca a R$ 236/@ (prazo)

MT-Cáceres:

carne bovina a R$ 236/@ (prazo)
vaca a R$ 217/@ (prazo)

MT-Cuiabá:

carne bovina a R$ 236/@ (à vista)
vaca a R$ 217/@ (dinheiro)

MT-Collider:

carne bovina a R$ 234/@ (à vista)
vaca a R$ 212/@ (dinheiro)

GO-Goiânia:

carne bovina a R$ 246/@ (prazo)
vaca R$ 231/@ (prazo)

Vá para o sul:

carne bovina a R$ 246/@ (prazo)
vaca a R$ 231/@ (prazo)

PR-Maringá:

carne bovina a R$ 271/@ (à vista)
vaca a R$ 246/@ (dinheiro)

MG-Triângulo:

carne bovina a R$ 261/@ (prazo)
vaca a R$ 251/@ (prazo)

MG-BH:

carne bovina a R$ 241/@ (prazo)
vaca a R$ 227/@ (prazo)

BA-F. Santana:

carne bovina a R$ 246/@ (dinheiro)
vaca a R$ 236/@ (dinheiro)

RS-Fronteira:

carne bovina a R$ 265/@ (dinheiro)
vaca a R$ 231/@ (prazo)

PA-Marabá:

carne bovina a R$ 231/@ (prazo)
vaca a R$ 209/@ (prazo)

PA-Resgate:

carne bovina a R$ 224/@ (prazo)
vaca a R$ 214/@ (prazo)

PA-Paragominas:

carne bovina a R$ 246/@ (prazo)
vaca a R$ 227/@ (prazo)

TO-Araguaína:

carne bovina a R$ 227/@ (prazo)
vaca a R$ 207/@ (prazo)

RO-Cacoal:

carne bovina a R$ 222/@ (dinheiro)
vaca a R$ 202/@ (dinheiro)

MA-Açailândia:

carne bovina a R$ 231/@ (dinheiro)
vaca a R$ 212/@ (dinheiro)

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