Introdução
O mercado brasileiro de soja apresentou movimentações distintas nesta sexta-feira. Apesar da alta na Bolsa de Chicago, os preços domésticos tiveram ajustes para baixo devido à queda do câmbio. Os produtores, por sua vez, mantiveram certa distância, aguardando por preços mais vantajosos em relação ao dólar anteriormente em R$ 5,70. Essas variações refletem um cenário complexo e instável, exigindo atenção e análise minuciosa por parte de todos os envolvidos no setor.
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Diversas regiões do país apresentaram variações nos preços da soja, com destaque para Passo Fundo (RS), Região das Missões, Porto de Rio Grande, Cascavel (PR), Porto de Paranaguá, Rondonópolis (MT), Dourados (MS) e Rio Verde (GO). Esses dados ilustram a complexidade do mercado e a necessidade de compreensão de seus múltiplos fatores.
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago registraram uma alta consistente, impulsionados pela menor aversão ao risco no mercado financeiro e pela queda do dólar. No entanto, os ganhos foram limitados pelas previsões de clima favoráveis para as lavouras nos Estados Unidos. Essas oscilações refletem a interconexão entre os mercados globais e a importância de se manter atualizado e informado.
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Desenvolvimento
Neste artigo, é possível observar que o mercado brasileiro de soja operou de forma estável, com baixa liquidez e preços oscilando de estáveis a mais baixos. Os produtores mostraram-se mais distantes, aguardando por preços mais favoráveis em relação ao dólar em R$ 5,70.
Preços da saca de 60kg em diferentes regiões
Os preços da saca de 60kg apresentaram variações em diversas regiões do país, com valores oscilando para baixo. Em Passo Fundo (RS), por exemplo, a queda foi de R$ 139 para R$ 137. Já na Região das Missões, o preço baixou de R$ 138 para R$ 136. No Porto de Rio Grande, houve uma diminuição de R$ 143 para R$ 141,50. Em Cascavel (PR), os preços desvalorizaram de R$ 132,50 para R$ 130. No Porto de Paranaguá, a redução foi de R$ 142 para R$ 141. Em contrapartida, em Dourados (MS), os preços subiram de R$ 124 para R$ 126, e em Rio Verde (GO), valorizaram de R$ 124 para R$ 125.
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago fecharam com preços mais altos, impulsionados por uma menor aversão ao risco no mercado financeiro e a queda do dólar. No entanto, os ganhos foram limitados pelas previsões de clima favorável para o desenvolvimento das lavouras nos EUA nos próximos sete dias.
Exportações líquidas e contratos futuros da soja
Nas exportações líquidas norte-americanas de soja, a China liderou as importações para as temporadas 2023/24 e 2024/25. Além disso, destaca-se um dia positivo para o óleo de soja, devido ao aumento nas tarifas impostas pela Indonésia à China, o que pode resultar em uma maior demanda pelo produto norte-americano.
Os contratos futuros da soja e seus subprodutos também apresentaram variações nos preços, com destaque para a alta do farelo e do óleo. No câmbio, o dólar comercial encerrou com queda, sendo negociado a R$ 5,4617 para venda e a R$ 5,4597 para compra, com uma desvalorização de 2,31% na semana.
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Conclusão: Mercado de Soja em movimento
Com os preços da soja no mercado doméstico se ajustando para baixo, os produtores permanecem cautelosos, aguardando por melhores oportunidades de venda diante da variação cambial. Enquanto isso, a Bolsa de Chicago registra altas, impulsionada pela menor aversão ao risco no mercado financeiro e previsão de clima favorável nos EUA.
As exportações líquidas também apresentaram números positivos, especialmente para a China, contribuindo para o cenário otimista. Além disso, o aumento nas tarifas do óleo de soja impostas pela Indonésia à China sinaliza oportunidades para os produtores americanos.
Diante desse cenário de oscilações e perspectivas favoráveis, é fundamental que os produtores estejam atentos às movimentações do mercado e aproveitem as oportunidades que surgirem, buscando maximizar seus lucros e proteger seus investimentos.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo
Preços da Soja no Mercado Brasileiro
O mercado brasileiro de soja operou “de lado” nesta sexta-feira (5). O volume de negócios foi fraco. Os preços ficaram de estáveis a mais baixos no dia, devido à queda do câmbio, especialmente ontem. Hoje, mesmo com a alta na Bolsa de Chicago, os preços domésticos se ajustaram para baixo. Os produtores estiveram mais distantes, esperando pelos preços de quando o dólar estava em R$ 5,70.
Veja os preços da saca de 60kg
- Passo Fundo (RS): caiu de R$ 139 para R$ 137
- Região das Missões: baixou de R$ 138 para R$ 136
- Porto de Rio Grande: diminuiu de R$ 143 para R$ 141,50
- Cascavel (PR): desvalorizou de R$ 132,50 para R$ 130
- Porto de Paranaguá: decresceu de R$ 142 para R$ 141
Contratos Futuros da Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais altos, ampliando a alta semanal da posição novembro, a mais negociada, para 2,33%. A menor aversão ao risco no mercado financeiro, principalmente a queda do dólar, sustentou o mercado. Os ganhos foram limitados pela previsão de clima favorável ao desenvolvimento das lavouras norte-americanas nos próximos sete dias.
Exportações Líquidas
As exportações líquidas norte-americanas de soja para a temporada 2023/24 permaneceram estáveis. Destaque também para o aumento nas exportações de óleo de soja devido às tarifas impostas pela Indonésia à China.
Contratos Futuros da Soja
Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 0,73%, a US$11,66 1/4 por bushel. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de 1%, a US$332,50 por tonelada, e no óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 48,70 centavos de dólar.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,43%, sendo negociado a R$5,4617 para venda e a R$5,4597 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$5,4562 e a máxima de R$5,5343. Na semana, a moeda teve desvalorização de 2,31%.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo
O mercado brasileiro de soja operou “de lado” nesta sexta-feira (5). O volume de negócios foi fraco. Os preços ficaram de estáveis a mais baixos no dia, devido à queda do câmbio, especialmente ontem.
Hoje, mesmo com a alta na Bolsa de Chicago, os preços domésticos se ajustaram para baixo. Os produtores estiveram mais distantes, esperando pelos preços de quando o dólar estava em R$ 5,70.
Veja os preços da saca de 60kg
- Passo Fundo (RS): caiu de R$ 139 para R$ 137
- Região das Missões: baixou de R$ 138 para R$ 136
- Porto de Rio Grande: diminuiu de R$ 143 para R$ 141,50
- Cascavel (PR): desvalorizou de R$ 132,50 para R$ 130
- Porto de Paranaguá: decresceu de R$ 142 para R$ 141
- Rondonópolis (MT): seguiu em R$ 127
- Dourados (MS): subiu de R$ 124 para R$ 126
- Rio Verde (GO): valorizou de R$ 124 para R$ 125
Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais altos, ampliando a alta semanal da posição novembro, a mais negociada, para 2,33%.
A menor aversão ao risco no mercado financeiro, principalmente a queda do dólar, sustentou o mercado. Os ganhos foram limitados pela previsão de clima favorável ao desenvolvimento das lavouras norte-americanas nos próximos sete dias.
Exportações líquidas
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2023/24, com início em 1º de setembro, ficaram em 228.400 toneladas na semana encerrada em 27 de junho. A China liderou as importações, com 66.500 toneladas. Para a temporada 2024/25, foram mais 150.300 toneladas.
Destaque também para mais um dia positivo no óleo de soja. O aumento nas tarifas impostas pela Indonésia à China geram o sentimento de que os chineses comprarão mais óleo de soja nos Estados Unidos em detrimento do subproduto da palma indonésio.
Contratos futuros da soja
Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 8,50 centavos de dólar, ou 0,73%, a US$ 11,66 1/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 11,29 3/4 por bushel, com ganho de 8,25 centavos ou 0,73%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 3,30 ou 1% a US$ 332,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 48,70 centavos de dólar, com alta de 0,79 centavo ou 1,64%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,43%, sendo negociado a R$ 5,4617 para venda e a R$ 5,4597 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4562 e a máxima de R$ 5,5343. Na semana, a moeda teve desvalorização de 2,31%.
