Embrapa Sequencia Genomas de Capim-Elefante em Colaboração Internacional

Embrapa Sequencia Genomas de Capim-Elefante em Colaboração Internacional

Genoma do capim-elefante: 450 genótipos em 18 países mapeados

O genoma do capim-elefante está sendo mapeado com 450 genótipos de 18 países. Essa iniciativa internacional busca entender genes ligados a produtividade, digestibilidade e resistência a estresses.

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Para o produtor, os resultados futuros podem significar pastagens mais produtivas e estáveis, com menos variação entre safras.

Pesquisadores usam técnicas de sequenciamento de DNA e marcadores genéticos para identificar genes-chave.

No campo, isso se traduz na seleção de cultivares com melhor ganho de peso animal e maior persistência no pasto.

A longo prazo, isso pode trazer maior resistência à seca e manter a qualidade da forragem.

O produtor pode agir hoje pesquisando cultivares já disponíveis na região e participando de avaliações.

Impacto prático no dia a dia

  • Observe a produtividade: compare genótipos diferentes em sua área.
  • Registre a qualidade da forragem por mês para detectar melhorias.
  • Solicite demonstrações técnicas para ver resultados práticos no campo.
  • Converse com a assistência técnica sobre novas cultivares disponíveis.

Fique atento a novidades de universidades e empresas de pesquisa, pois novas cultivares podem chegar à sua região nos próximos anos.

Benefícios para pecuária tropical e bioenergia com o mapeamento genômico

O mapeamento genômico de forrageiras tropicais revela quais genes elevam a produção, a digestibilidade e a resistência a estiagens. Com esse conhecimento, a pecuária tropical fica mais previsível e rentável.

Para o produtor, isso se traduz em pastagens mais produtivas e estáveis, com menor variação entre safras. Cultivares identificadas por marcadores genéticos ajudam a manter a qualidade da forragem ao longo do ano.

Pesquisadores coletam amostras, sequenciam o DNA e ligam traços a genes específicos. No campo, isso resulta em cultivares que oferecem maior ganho de peso e melhor conversão de forragem em carne ou leite.

A longo prazo, os ganhos incluem resistência à seca e capacidade de manter a qualidade da forragem mesmo em condições climáticas adversas. Tudo isso reduz custos com suplementação e aumenta a eficiência da engorda e da lactação.

Impacto direto no manejo diário

  • Digestibilidade melhorada facilita a ração animal, exigindo menos concentração de alimentos.
  • Persistência no pasto reduz rodadas de replantio e garante forragem constante.
  • Resistência à seca amplia a estabilidade produtiva em verões quentes e longos.
  • Escolha de cultivares com melhor qualidade da fibra, favorecendo a conversão em proteína animal.

Esses efeitos se refletem em produtividade, lucros e tranquilidade na gestão do rebanho.

Benefícios para bioenergia

Forrageiras de alto rendimento geram mais biomassa por hectare, o que aumenta a disponibilidade de matéria-prima para bioenergia como biogás e biocombustíveis. A genética ajuda a manter a qualidade da fibra, facilitando a conversão em energia. Assim, faz sentido investir em cultivares adaptadas ao clima tropical.

Além disso, genomas bem mapeados permitem selecionar cultivares com composição de fibra mais apropriada para processos de converção, reduzindo perdas e melhorando o rendimento energético.

Como aplicar no campo

  1. Converse com assistência técnica sobre avaliações locais de novas cultivares com base em marcadores genéticos.
  2. Participe de parcelas de avaliação para observar desempenho em suas condições de solo e clima.
  3. registro dados de produção, qualidade da forragem e ganho de peso do gado mês a mês.
  4. Use as informações genômicas para planejar rotação de cultivares e manejo de pastejo.
  5. Busque treinamentos simples para interpretar indicadores como digestibilidade e persistência.

Com esse aprendizado, a sua fazenda ganha em previsibilidade, produtividade e sustentabilidade, conectando genética de ponta a resultados reais no dia a dia.

Próximos passos: edição gênica, marcadores de resistência e maior resistência ao estresse hídrico

Os próximos passos da genética já chegam ao campo com mais clareza. A edição gênica pode ajustar genes para traços desejados. Marcadores de resistência ajudam a selecionar cultivares com melhor desempenho. E a resistência ao estresse hídrico torna as pastagens mais estáveis durante secas.

O que é edição gênica

A edição gênica é uma forma de modificar genes para melhorar traços. Ela usa ferramentas como CRISPR para fazer mudanças precisas. Com isso, a gente pode acelerar melhorias que antes levavam várias safras. Para o produtor, pense em mais persistência no pasto e menos variação entre anos.

Essa tecnologia não substitui o manejo; ela potencializa o que já fazemos na rotação de pastagens e na alimentação do rebanho.

Marcadores de resistência

Marcadores são sinais no DNA ligados a traços desejados. Eles ajudam a prever como a planta ou forragem vai se comportar no campo. Com eles, dá para selecionar cultivares que resistem melhor à seca ou toleram solos pobres. O resultado é menos risco na sua fazenda e mais previsibilidade na produção.

Os marcadores aceleram a escolha de cultivares que mantêm a qualidade da forragem durante a seca e os períodos de chuva irregular.

Resistência ao estresse hídrico

Estresse hídrico é a falta de água que atrapalha o crescimento. Genes ligados à tolerância à seca ajudam a manter a produção mesmo com menos chuva. Em pastagens, isso se traduz em pasto mais capaz de crescer com menos irrigação e menor queda de qualidade.

Combinando genética e manejo, dá pra manter a produção estável, reduzir custos com suplementação e aumentar o ganho de peso do gado.

Como isso chega ao campo

  1. Converse com a assistência técnica sobre disponibilidade regional de cultivares com esses traços.
  2. Participe de parcelas de avaliação para observar desempenho em suas condições de solo e clima.
  3. Registre dados de produtividade, qualidade da forragem e ganho de peso da sua cria mês a mês.
  4. Use os resultados para planejar a rotação de cultivares e o manejo de pastejo.
  5. Busque treinamentos simples para interpretar indicadores de digestibilidade e persistência.

Esse caminho é gradual, mas pode trazer resultados consistentes em poucas safras, com benefício direto para a rentabilidade e a sustentabilidade da sua operação.

Impactos para produtores: acelerar o desenvolvimento de cultivares e ampliar produtividade

Para o produtor, acelerar o desenvolvimento de cultivares é o caminho para ampliar a produtividade da fazenda.

Cultivares mais produtivas elevam o ganho de peso, a produção de leite e a carne, com menos variação entre safras.

Isso reduz a necessidade de suplementos, corta custos e aumenta a rentabilidade da propriedade.

Além disso, cultivares com melhor fibra melhoram a digestibilidade da ração e a eficiência do uso de alimento pelo animal.

Como funciona na prática

Parcerias entre universidades, empresas e produtores ajudam a identificar cultivares com traços desejados, testar performance em parcelas reais e publicar resultados que importam para o dia a dia no pasto.

No campo, o agricultor pode observar mudanças em safras médias, com ganhos de peso mais estáveis e ganho de leite mais consistente.

O que muda no manejo diário

  • Escolher cultivares adaptadas ao solo e clima da sua região para reduzir perdas sazonais.
  • Investir em parcelas de avaliação para ver como cada cultivar reage ao manejo de pastejo.
  • Registrar dados de produção, qualidade da forragem e ganho de peso mês a mês.
  • Planejar rotação de cultivares para manter a pastagem produtiva e evitar uso repetido da mesma cultivar.

Benefícios práticos

  • Maior previsibilidade de produção e renda.
  • Pastagens mais estáveis durante secas e variações de chuva.
  • Melhor conversão de forragem em ganho de peso e leite.
  • Redução de custos com suplementação e insumos.

Esse caminho reforça a sustentabilidade da fazenda, melhorando lucro e tranquilidade na gestão do rebanho.

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Saiba Mais Sobre Dr. João Maria
Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.

joão silva

Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite. Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.