Discussão da MPT sobre protótipo de embarcação para aprimorar as condições de trabalho dos pescadores

Discussão da MPT sobre protótipo de embarcação para aprimorar as condições de trabalho dos pescadores

Em reunião, o Ministério Público do Trabalho do Pará e Amapá (MPT) e a Superintendência Regional do Trabalho (SRT-PA) discutiram a fabricação de um protótipo de embarcação que cumpra com normas de segurança, saúde e higiene, visando melhorar as condições de trabalho dos pescadores na região.

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Sobre o assunto, a Associação Brasileira dos Produtores de Pargo (Abrappa) destacou a necessidade de renovação da frota de barcos no Pará, uma vez que as embarcações atuais, construídas com madeira, datam das décadas de 1970 e 1980. Mesmo as construídas recentemente seguem o mesmo modelo.

Novo projeto

O MPT, através do Projeto Santiago, que tem como foco as condições adequadas de trabalho na pesca, realizou inspeções entre 2020 e 2023 na região bragantina, no nordeste paraense, em embarcações destinadas à pesca do pargo. Durante as inspeções, foram identificadas condições inadequadas de trabalho, como falta de banheiros, alojamentos precários e ausência de tratamento acústico nas casas de máquinas.

Na reunião, a Abrappa demonstrou interesse em se adequar às normas trabalhistas e apresentou um projeto de um protótipo de embarcação que garanta padrões conceituais de trabalho decente na pesca do pargo. A associação também buscou apoio do deputado federal Renato Oliveira e se reuniu com o governador do Pará, Helder Barbalho, para tratar da relevância do projeto para a região.

Parcerias

Além disso, a Abrappa busca parcerias com as Universidades Federais do Pará (UFRA e UFPA), cursos de Engenharia de Pesca e Engenharia Naval, para avaliação técnica e comparativa de desempenho do protótipo em relação à frota atual de embarcações, levando em conta aspectos econômicos, sociais e ambientais (desenvolvimento sustentável) para a implantação de um programa de substituição das embarcações utilizadas atualmente.

De acordo com a Abrappa, há interesse em promover uma nova mesa de diálogo, envolvendo o Poder Executivo estadual, as universidades federais do Pará, o Ministério Público do Trabalho e o Ministério do Trabalho e Emprego, com o objetivo de encontrar soluções que cumpram a Agenda 2030 da ONU (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS 3, 6, 8, 12, 13, 14 e 17) no âmbito da pesca do pargo.

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Jornal do campo
Título: Nova embarcação é discutida para melhorar condições de trabalho dos pescadores na região do Pará

Introdução:
Em uma reunião entre o Ministério Público do Trabalho do Pará e Amapá (MPT) e a Superintendência Regional do Trabalho (SRT-PA), foi discutida a fabricação de um protótipo de embarcação que cumpra com normas de segurança, saúde e higiene, visando melhorar as condições de trabalho dos pescadores na região. A Associação Brasileira dos Produtores de Pargo (Abrappa) destacou a necessidade de renovação da frota de barcos no Pará, uma vez que as embarcações atuais, construídas com madeira, datam das décadas de 1970 e 1980.

Projeto Santiago e identificação de condições inadequadas de trabalho:
O MPT, por meio do Projeto Santiago, que tem como foco as condições adequadas de trabalho na pesca, realizou inspeções entre 2020 e 2023 na região bragantina, no nordeste paraense, em embarcações destinadas à pesca do pargo. Durante as inspeções, foram identificadas condições inadequadas de trabalho, como falta de banheiros, alojamentos precários e ausência de tratamento acústico nas casas de máquinas.

A necessidade de um novo protótipo de embarcação:
Na reunião, a Abrappa demonstrou interesse em se adequar às normas trabalhistas e apresentou um projeto de um protótipo de embarcação que garanta padrões conceituais de trabalho decente na pesca do pargo. A associação também buscou apoio do deputado federal Renato Oliveira e se reuniu com o governador do Pará, Helder Barbalho, para tratar da relevância do projeto para a região.

Parcerias e desenvolvimento sustentável:
Além disso, a Abrappa está buscando parcerias com as Universidades Federais do Pará (UFRA e UFPA), cursos de Engenharia de Pesca e Engenharia Naval, para avaliação técnica e comparativa de desempenho do protótipo em relação à frota atual de embarcações. Essa avaliação levará em conta aspectos econômicos, sociais e ambientais, visando o desenvolvimento sustentável. O objetivo é implantar um programa de substituição das embarcações utilizadas atualmente.

Conclusão:
A discussão sobre a fabricação de um novo protótipo de embarcação para melhorar as condições de trabalho dos pescadores na região do Pará é um passo importante para garantir a segurança, saúde e higiene dos trabalhadores. Com o envolvimento do Ministério Público do Trabalho, a Associação Brasileira dos Produtores de Pargo, as universidades federais e outras entidades, espera-se encontrar soluções que estejam em conformidade com a Agenda 2030 da ONU, visando o desenvolvimento sustentável da pesca do pargo.

Perguntas e Respostas Frequentes:
1. Por que é importante renovar a frota de barcos no Pará?
R: As embarcações atuais, construídas com madeira, são antigas e não atendem aos padrões de segurança, saúde e higiene exigidos.

2. Quais foram as condições inadequadas de trabalho identificadas pelo Projeto Santiago?
R: Foram identificadas falta de banheiros, alojamentos precários e ausência de tratamento acústico nas casas de máquinas.

3. Como a Abrappa pretende se adequar às normas trabalhistas?
R: A associação apresentou um projeto de um protótipo de embarcação que cumpra com os padrões conceituais de trabalho decente na pesca do pargo.

4. Quais são as parcerias que a Abrappa busca para viabilizar o novo protótipo de embarcação?
R: A Abrappa busca parcerias com as Universidades Federais do Pará, cursos de Engenharia de Pesca e Engenharia Naval, para avaliação técnica e comparativa do protótipo.

5. Qual o objetivo do programa de substituição das embarcações utilizadas atualmente?
R: O objetivo é implantar um programa que leve em conta aspectos econômicos, sociais e ambientais, visando o desenvolvimento sustentável na pesca do pargo.

Fonte
**Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo**