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Oportunidade histórica: Brasil habilita mais frigoríficos para exportar carnes à China

Recentemente, a Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) anunciou a habilitação de 38 novas plantas frigoríficas brasileiras para exportar carnes ao país asiático. Essa é a maior quantidade de habilitações registrada na história das exportações do Brasil, marcando um avanço significativo nas relações comerciais entre os dois países.

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Expansão no mercado chinês de carnes

Com o aumento do número de frigoríficos brasileiros habilitados, a expectativa é de que as exportações de carnes para a China cresçam ainda mais, gerando empregos, oportunidades e impulsionando a economia brasileira. Essa conquista representa um marco na relação comercial entre Brasil e China, fortalecendo a posição do Brasil como um dos principais fornecedores de proteína animal para o mercado chinês.

Novas oportunidades e desafios

Diante desse cenário de expansão das exportações de carnes para a China, é importante analisar os impactos econômicos, sociais e ambientais dessa decisão. Além disso, é fundamental compreender os desafios que o setor frigorífico brasileiro enfrentará para atender à crescente demanda chinesa e manter a qualidade dos produtos exportados. A seguir, vamos explorar mais detalhes sobre essa importante notícia e suas repercussões no mercado internacional de carnes.

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Desenvolvimento

O anúncio da habilitação de 38 plantas frigoríficas brasileiras para exportar carnes à China representa um marco nas relações comerciais entre os dois países. Com a maior quantidade de habilitações já registrada na história das exportações brasileiras, essa medida promete impulsionar o setor agropecuário e econômico do Brasil, ao mesmo tempo em que atende à demanda por produtos de qualidade e preços competitivos por parte da população chinesa.

Habilitações e auditorias

As habilitações englobam diversos tipos de estabelecimentos, desde abatedouros de frango a entrepostos de suínos, demonstrando a variedade da produção brasileira e sua capacidade de atender às exigências do mercado chinês. Auditados tanto presencialmente como remotamente, esses frigoríficos passaram por rigorosos processos de avaliação que garantem a qualidade e a segurança dos produtos exportados.

Impacto econômico e comercial

O ministro Carlos Fávaro ressaltou a importância desse momento para ambas as partes, destacando os benefícios mútuos resultantes dessa liberação. Com a China como principal destino das exportações brasileiras de carne, a expansão da lista de estabelecimentos exportadores representa uma oportunidade única para o mercado nacional, com potencial de geração de empregos e crescimento econômico significativo.

Reconhecimento e confiança

A concessão dessas habilitações reflete o reconhecimento da qualidade e da credibilidade do trabalho da defesa agropecuária no Brasil. O resultado histórico alcançado evidencia a confiança no sistema de produção de carnes do país, abrindo portas para novas oportunidades e parcerias no mercado global. O fim da medida antidumping para as exportações de carne de frango também cria um cenário mais competitivo e favorável para o Brasil no mercado chinês, ampliando as possibilidades de negócio para os produtores nacionais.

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Brasil aumenta exportações de carnes para a China

O anúncio da habilitação de mais 38 plantas frigoríficas brasileiras para exportar carnes à China marca um marco histórico nas relações comerciais entre os dois países. Com o aumento das exportações, o Brasil fortalece sua posição como importante fornecedor de proteína animal para o mercado chinês, o que proporciona oportunidades de crescimento econômico e geração de empregos. Além disso, a não renovação da medida antidumping para as exportações brasileiras de carne de frango cria um ambiente de maior competitividade para os produtores brasileiros no mercado chinês.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

O Brasil comemora: Mais 38 frigoríficos são habilitados a exportar carnes para a China

Marcando um grande avanço nas relações comerciais entre Brasil e China, a Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) anunciou nesta terça-feira (12) a habilitação de mais 38 plantas frigoríficas brasileiras para exportar carnes ao país asiático.

Esse é o maior número de habilitações registrado na história das exportações brasileiras.

Habilitações e processos de auditoria

As habilitações incluem oito abatedouros de frango, 24 abatedouros de bovinos, um estabelecimento bovino de termoprocessamento e cinco entrepostos, sendo um de bovino, três de frango e um de suíno.

Alguns estabelecimentos foram auditados remotamente em janeiro deste ano, enquanto outros passaram por avaliação presencial em dezembro do ano passado, com equipes técnicas chinesas acompanhadas por representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Declarações do ministro e perspectivas futuras

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, declarou: “Esse é um momento importante para os dois lados. A China vai receber carnes de qualidade com preços competitivos, garantindo produtos à sua população, e ao Brasil a certeza de geração de emprego, oportunidade e crescimento da economia brasileira. É um dia histórico na relação comercial Brasil-China, um dia histórico para nossa agropecuária”.

A China é o principal destino das exportações brasileiras de carne bovina, suína e de frango, destacando-se como o maior parceiro comercial para proteína animal. Em 2023, o país asiático importou 2,2 milhões de toneladas de carnes do Brasil, ultrapassando mais de US$ 8,2 bilhões.

FAQs sobre as habilitações de frigoríficos para exportar para a China

1. Quantas plantas frigoríficas brasileiras foram habilitadas para exportar carnes para a China?

Foram habilitadas mais 38 plantas frigoríficas brasileiras, sendo o maior número da história das exportações do país.

2. Quais tipos de estabelecimentos foram incluídos nas habilitações?

As habilitações incluem oito abatedouros de frango, 24 abatedouros de bovinos, um estabelecimento bovino de termoprocessamento e cinco entrepostos, sendo um de bovino, três de frango e um de suíno.

3. Como foram realizados os processos de auditoria para as habilitações?

Alguns estabelecimentos foram auditados remotamente em janeiro deste ano, enquanto outros passaram por avaliação presencial em dezembro do ano passado, com equipes técnicas chinesas acompanhadas por representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

4. Qual a importância dessas habilitações para as relações comerciais entre Brasil e China?

As habilitações representam um avanço significativo nas relações comerciais, permitindo a exportação de carnes brasileiras de qualidade para o mercado chinês, beneficiando ambos os países.

5. Quais as perspectivas futuras em relação às exportações de carne para a China?

O governo brasileiro continuará trabalhando para expandir a lista de estabelecimentos exportadores, criando mais oportunidades e fortalecendo a parceria comercial com a China.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

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Marcando um grande avanço nas relações comerciais entre Brasil e China, a Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) anunciou nesta terça-feira (12) a habilitação de mais 38 plantas frigoríficas brasileiras para exportar carnes ao país asiático.

Esse é o maior número de habilitações registrado na história das exportações brasileiras.

As habilitações incluem oito abatedouros de frango, 24 abatedouros de bovinos, um estabelecimento bovino de termoprocessamento e cinco entrepostos, sendo um de bovino, três de frango e um de suíno.

Alguns estabelecimentos foram auditados remotamente em janeiro deste ano, enquanto outros passaram por avaliação presencial em dezembro do ano passado, com equipes técnicas chinesas acompanhadas por representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, declarou: “Esse é um momento importante para os dois lados. A China vai receber carnes de qualidade com preços competitivos, garantindo produtos à sua população, e ao Brasil a certeza de geração de emprego, oportunidade e crescimento da economia brasileira. É um dia histórico na relação comercial Brasil-China, um dia histórico para nossa agropecuária”.

A China é o principal destino das exportações brasileiras de carne bovina, suína e de frango, destacando-se como o maior parceiro comercial para proteína animal. Em 2023, o país asiático importou 2,2 milhões de toneladas de carnes do Brasil, ultrapassando mais de US$ 8,2 bilhões.

O secretário de Comércio e Relações Internacionais, Roberto Perosa, destacou que esta é a maior quantidade de habilitações concedidas de uma só vez na história. Ele ressaltou o esforço do ministro Carlos Fávaro nas negociações, assim como do Ministério das Relações Exteriores e dos adidos agrícolas na Embaixada do Brasil na China. Perosa afirmou: “Continuaremos trabalhando para expandir a lista de estabelecimentos exportadores”.

O secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, enfatizou que esse resultado histórico demonstra o reconhecimento da qualidade, credibilidade e confiança do trabalho da defesa agropecuária do Brasil. Até o início de março deste ano, o Brasil possuía 106 plantas habilitadas para a China, sendo 47 de aves, 41 de bovinos, 17 de suínos e 1 de asininos.

Além disso, recentemente, após a atuação do governo brasileiro, a China notificou o Brasil sobre a não renovação da medida antidumping que estava em vigor desde 2019 para as exportações brasileiras de carne de frango. Com o fim dessa medida, as exportações de frango do Brasil se tornaram mais competitivas no mercado chinês, criando oportunidades para outros produtores brasileiros.

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