Campanha de Vacinação contra Brucelose em SP vai até 31 de dezembro

Campanha de Vacinação contra Brucelose em SP vai até 31 de dezembro

O que é a campanha de vacinação contra brucelose

A brucelose é uma doença bacteriana que afeta o gado. Ela provoca aborto, febre e queda na fertilidade. A campanha de vacinação é um programa definido para imunizar animais em áreas com risco, reduzindo perdas e mantendo o rebanho produtivo.

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O objetivo da campanha é proteger o rebanho, cumprir exigências de mercado e facilitar a venda de animais e leite. O foco principal são as fêmeas reprodutivas e os animais em idade de reprodução, sempre sob orientação de um veterinário.

Quem deve vacinar? Em muitos locais, a orientação é vacinar fêmeas jovens entre 3 e 8 meses, conforme protocolo local. Animais grávidos devem seguir a indicação do veterinário para evitar complicações. O produtor precisa manter registros atualizados para acompanhar a imunização.

Como é feita a vacinação? A vacina é aplicada por via subcutânea no pescoço, conforme protocolo. A cadeia de frio é essencial: a vacina precisa ficar entre 2°C e 8°C. Após a aplicação, registre a data, o lote e a identificação no prontuário e no GEDAVE, para facilitar a rastreabilidade.

Benefícios práticos Incluem menos abortos, menor perda econômica e melhor fertilidade do rebanho. A vacinação também ajuda a manter o acesso a mercados que exigem vigilância sanitária e programas oficiais.

Cuidados e próximos passos Não aplique em fêmeas grávidas sem orientação. Consulte o veterinário para o calendário da campanha na sua região e confirme o cronograma de vacinação na propriedade. A gente vê como seguir com calma e segurança.

Quem precisa vacinar (faixas etárias)

Entender quem precisa vacinar é fundamental para um programa eficiente de brucelose. A regra prática é proteger as fêmeas reprodutivas que podem transmitir a doença, reduzindo abortos e perdas no manejo.

Faixas etárias-alvo: o foco principal costuma ser fêmeas jovens entre 3 e 8 meses, pois estão na fase de desenvolvimento imunológico e preparam o rebanho para a reprodução futura.

Animais em idade de reprodução também entram no calendário, conforme orientação do veterinário. Em alguns casos, animais mais velhos podem ser incluídos, dependendo da avaliação sanitária da propriedade.

Grávidas devem seguir a indicação do profissional que acompanha o lote. Em geral, a vacinação de fêmeas grávidas é avaliada caso a caso para evitar risco àominguração do feto e à mãe.

Como organizar: converse com o veterinário para definir o calendário regional. Verifique a disponibilidade da vacina, o protocolo e o cronograma de aplicação na sua região.

Prática diária: mantenha registros atualizados com data, lote e identificação de cada animal. Registre também no GEDAVE, quando exigido, para facilitar a rastreabilidade.

Resumo rápido: foque nas fêmeas de 3 a 8 meses, siga orientação para grávidas e mantenha um cronograma claro com documentação. Assim, você protege o rebanho e facilita o comércio de animais e leite.

Período de vacinação e zonas de atuação em SP

O período de vacinação contra brucelose em São Paulo é específico por zona e município. Por isso, não adianta seguir um calendário genérico.

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Para saber a janela exata na sua propriedade, converse com o veterinário credenciado e consulte os canais oficiais da sua região. As zonas de atuação definem quando cada área inicia a campanha, priorizando rebanhos com maior risco.

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Na prática, identifique sua zona de atuação e verifique as datas de início e término. Reúna a documentação do lote e confirme com o profissional a compatibilidade com o calendário local.

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Como se preparar para a vacinação

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Garanta a disponibilidade da vacina, o transporte adequado e a cadeia de frio. Use caixas térmicas, registre a data, o lote e a identificação de cada animal no prontuário e, se exigido, no GEDAVE.

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Seus animais devem estar em bom estado de saúde. Evite aplicar em animais gravemente adoentados. Planeje a logística da boiada para evitar aglomeração e permitir a aplicação com calma.

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Checklist rápido para a campanha

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  • Zona de atuação confirmada e calendário local.
  • Faixas etárias definidas pela orientação veterinária.
  • Vacina disponível e cadeia de frio garantida.
  • Rotas de aplicação e equipe treinada.
  • Documentação atualizada (fichas, data, lote, identificação, GEDAVE se necessário).

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Durante a campanha, mantenha registros diários e revise o cronograma semanalmente. A coordenação entre os produtores, veterinários e órgãos públicos evita falhas e perdas.

Procedimentos: como é feito o atestado e GEDAVE

Emitir o atestado da vacinação e registrar no GEDAVE exige atenção aos detalhes.

O atestado comprova a vacinação concluída e facilita o controle sanitário da propriedade.

Quem emite o atestado? Normalmente é o veterinário credenciado responsável pelo lote, com assinatura e carimbo.

O documento pode ser impresso ou enviado digitalmente, conforme a exigência do órgão sanitário local.

Documentos obrigatórios

  • Identificação do rebanho e da propriedade
  • Data da vacinação e número do lote da vacina
  • Identificação de cada animal ou lote, quando exigido
  • Nome do técnico veterinário e assinatura
  • Comprovante de cumprimento do protocolo no GEDAVE, se aplicável

GEDAVE: como usar

Para usar GEDAVE, o responsável registra a data da vacinação, o lote da vacina, a identificação dos animais e o status do registro. Confirme as informações com o veterinário e guarde o comprovante.

Verifique se o sistema mostra a vacinação como concluída e se o rebanho está pronto para a próxima etapa de manejo.

Boas práticas

  • Atualize os dados logo após a vacinação
  • Guarde cópias digitais e impressas do atestado
  • Faça backups dos prontuários

Com esses passos, a documentação fica correta e você facilita a rastreabilidade do que foi feito.

Médicos-veterinários credenciados

Os médicos-veterinários credenciados são a base da vacinação segura e bem organizada. Eles planejam o protocolo, orientam a logística e registram cada etapa para a rastreabilidade do rebanho.

Quem pode atuar

Esses profissionais são veterinários com aprovação do órgão sanitário estadual e registro ativo no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV). Eles passam por treinamentos oficiais sobre brucelose e defesa sanitária para atuar na campanha.

Como se tornar credenciado

Para se credenciar, o veterinário precisa comprovar formação em medicina veterinária, manter o CRMV em dia e completar cursos exigidos pela defesa sanitária. A participação em treinamentos de brucelose também é comum antes de emitir atestados.

Relação com a propriedade

Na prática, o veterinário credenciado coordena com o produtor a data da vacinação, o número de animais e o caminho da cadeia de frio. Ele também emite o atestado, registra os lotes e confirma a conformidade com o GEDAVE.

Responsabilidades na campanha

Entre as funções estão: definir o cronograma, aplicar as vacinas, registrar lotes, emitir atestados e orientar sobre cuidados com grávidas. Ele garante a segurança de todos e a validade sanitária.

Documentação e rastreabilidade

Guarde cópias do atestado, anote o identificador de cada animal e o lote da vacina. Tudo isso vai para o prontuário da fazenda e para o GEDAVE quando exigido.

Boas práticas

  • Verifique a credencial e a validade do CRMV antes de cada campanha.
  • Comunique-se claramente com o produtor e a equipe da fazenda.
  • Não improvise; siga protocolos de vacinação e registro.
  • Guarde documentos digitais e impressos para auditorias.

Identificação de animais e bottons

Identificação de animais é a base do manejo seguro na fazenda. Sem ela, a gente perde rastreabilidade, saúde do rebanho e eficiência no dia a dia.

Principais métodos de identificação

  • Bottons plásticos presos na orelha. São simples, baratos e reutilizáveis, ideais para grandes rebanhos.
  • Brinco de orelha (metal ou plástico). Duráveis e fáceis de ler com leitor, porém podem ser mais caros e sofrer desgaste.
  • Tatuagem na pele da orelha ou do pescoço. Permanente, não depende de leitura óptica, mas requer habilidade para aplicar sem machucar.
  • Microchip (RFID). Ideal para rastreabilidade de longo prazo; exige leitor específico e cadastro em sistemas.
  • Etiqueta de pescoço ou coleira para manejo em ambientes de confinamento, quando apropriado.

Como escolher o método certo

Considere o tamanho do rebanho, o orçamento e a infraestrutura de leitura. Em muitos casos, a combinação de métodos funciona melhor. Proteja a leitura com etiquetas bem fixadas e materiais resistentes ao ambiente rural.

Bottons: uso prático

Para bottons, selecione o tamanho adequado à orelha do animal. Limpe a área antes da aplicação para evitar irritação. Registre o número do identificador, a data e a propriedade no prontuário e no GEDAVE, se exigido.

A leitura deve ser rápida na porteira e no curral, para não estressar os animais. Guarde bottons reserva e siga o cronograma de reposição quando houver desgaste.

Cadastro e rastreabilidade

  • Associe cada identificador ao animal ou ao lote correspondente.
  • Atualize o prontuário da fazenda com data, local e responsável pela aplicação.
  • Integre os dados aos sistemas oficiais ou GEDAVE quando necessário.

Boas práticas

  • Verifique a legibilidade dos identificadores regularmente.
  • Treine a equipe para aplicar corretamente sem causar traumas.
  • Guarde cópias digitais e impressas dos registros.

Com essas práticas, a identificação facilita manejo diário, vacinação, negociações e auditorias, fortalecendo a confiança do mercado no seu rebanho.

Atualização de rebanhos e declaração no GEDAVE

Atualizar o rebanho e declarar no GEDAVE é essencial para a rastreabilidade da fazenda e para manter a conformidade sanitária. Dados precisos ajudam na gestão diária, na venda de animais e em auditorias oficiais.

A cada movimento, abate ou vacinação, registre as informações de forma clara. Assim, a gente evita erros que atrasam negócios e geram retrabalho.

Dados necessários para a atualização

  • Identificação de cada animal (nº de lote, BRR ou etiqueta)
  • Dados de nascimento, sexo e raça
  • Status sanitário atual (vacinas, vermífagos, doenças registradas)
  • Data da última vacinação ou tratamento importante
  • Localização no sítio (equipada com curral ou piquetes)
  • Proprietário ou responsável pela quinta
  • Data de envio/delimitação da atualização e número do documento

Como atualizar o GEDAVE

Converse com o veterinário ou responsável técnico para confirmar o protocolo. Registre a data, o lote da vacina e a identificação dos animais no prontuário e no GEDAVE quando exigido. Verifique se a atualização aparece como concluída no sistema.

Faça o upload de qualquer comprovante digital e mantenha cópias físicas guardadas na fazenda. Revise os dados semanalmente para evitar discrepâncias entre o papel e o digital.

Boas práticas

  • Atualize imediatamente após cada evento relevante
  • Faça backups dos prontuários e guarde vouchers de leitura
  • Treine a equipe para registrar com clareza e consistência

Com esses hábitos, você ganha rastreabilidade, facilita auditorias e fortalece a confiança de compradores e mercados.

Consequências de incongruências e prazos

Conseguir cumprir prazos e manter dados consistentes evita retrabalho e sanções. Incongruências atrapalham a rastreabilidade, atrasam atestados e complicam auditorias.

Principais incongruências

  • Data de vacinação fora do intervalo autorizado
  • Identificação do animal ou lote incorreta
  • Dados do GEDAVE conflitantes com o prontuário
  • Vacina, lote ou fabricante registrados incorretamente
  • Locais de aplicação ou status sanitário desatualizados

Consequências

Quando esses erros aparecem, o atestado pode ser rejeitado. A vacinação pode não ser reconhecida pela defesa sanitária. O rebanho sai da conformidade e perde acesso a mercados, crédito e prazos de fiscalização.

Auditorias podem exigir retrabalho, pedidos de correção e novas inspeções. Você pode perder oportunidades de venda e ter atrasos no GEDAVE.

  • Retrabalho e desperdício de tempo
  • Possíveis multas ou sanções administrativas
  • Risco de descredenciamento de criatórios
  • Impacto na rastreabilidade e na confiança do mercado

Como evitar incongruências e cumprir prazos

Adote um sistema de verificação dupla antes de finalizar o registro. Use checklists simples para cada etapa: vacinação, lote, animal e GEDAVE.

Treine a equipe e mantenha backups digitais e impressos. Faça reconciliações semanais entre prontuários e o GEDAVE para detectar diferenças.

Crie alarmes de prazos, organize a documentação com cuidado e mantenha contato regular com o veterinário.

Com esse conjunto de práticas, você garante conformidade, facilita auditorias e abre portas no mercado.

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Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.

joão silva

Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite. Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.