Biosseguridade é condição essencial para saúde na avicultura

Biosseguridade é condição essencial para saúde na avicultura

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Entrar em uma granja comercial requer alguns cuidados especiais para a proteção de duas plantas, é um espaço com alto nível de controle sanitário, ao qual somente profissionais autorizados e credenciados para realizar manejo, alimentação e outras rotinas junto com as aves, principalmente fornecedores de serviços ocasionais e periódicos. O acesso só é permitido após desinfecção de roupas, equipamentos, troca de sapatos e higienização das mãos. Esses são apenas dois protocolos de biossegurança estabelecidos para proteger a saúde da planta e reduzir o risco de introdução de agentes nocivos que podem causar danos às aves.

Medidas como testes permitem que o Paraná mantenha a liderança na produção e exportação de aves e derivados do Brasil. O intenso trabalho realizado nos últimos anos para reforçar a segurança sanitária na avicultura e manter a longo prazo a manutenção do campus Paraná, riscos de doenças como a gripe aviária, por exemplo. “Foi uma iniciativa coletiva, em que empresas, cooperativas e produtores trabalham em parceria com os órgãos do Governo para garantir a qualidade e a segurança da produção de bens livres no Estado”, afirma.

BOAS PRÁTICAS

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O coordenador do Comitê Estadual de Sanidade Avícola do Paraná (COESA-PR), Jurandir de Moura Júnior, Médico Veterinário Sanitário Regional da Seara Alimentos/JBS, afirma que a biossegurança – estrutura e boas práticas agropecuárias – para proteger a saúde animal, são necessários anos implantados atrás, e constantemente aprimorado na Avicultura Comercial.

Isso se deve principalmente ao trabalho contínuo de dois produtores e empresas avícolas focados em treinamento, verificação de dois procedimentos, implantação de novos métodos de redução de cargas microbiológicas – como o learning, que é um método de fermentação da cama de frango que atinge temperaturas de até 60º / 70º graus Celsius, com alta redução da carga microbiológica realizada no intervalo entre lotes.

Além disso, veterinários e técnicos farão visitas estratégicas às unidades de produção e abate, sempre que necessário, para orientar, esclarecer dúvidas e reforçar a importância da manutenção dos protocolos de biossegurança.

Moura Júnior disse ainda que a tecnologia se tornou uma aliada das empresas, cooperativas e produtores que trabalham. “A modernização das fazendas vem acompanhada de maior rigor e monitoramento que não cumprem dois procedimentos sanitários executados pelos produtores”, ressalta.

O papel do Sindiavipar, iniciativa privada, em parceria com órgãos públicos e de controle, também é fundamental para que o Paraná alcance esse nível de controle na saúde avícola. A coordenadora da Coesa-PR conta que o setor investu na biossegurança, promovendo melhorias para proteger a saúde humana e ambiental dos riscos associados ao manuseio de agentes biológicos.

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COMUNICAÇÃO DIRETA COM O PRODUTOR

Josiane S. Maculan Salvo, vice-coordenadora da Coesa-PR Paraná e coordenadora de Saúde da Lar Cooperativa, destaca que diversos protocolos de biossegurança e biossegurança também foram desenvolvidos dentro das cooperativas com o objetivo de proteger as granjas avícolas. O primeiro passo para ampliar os canais de comunicação com produtores e cooperados em relação às medidas de segurança.

Em segundo lugar, para evitar qualquer possibilidade de circulação do vírus da gripe aviária e outras contaminações que possam infectar uma granja, a orientação é para que as granjas ou frigoríficos não recebam visitas de pessoas não vinculadas ao sistema de produção; reforçar as práticas de higiene entre os trabalhadores; enfrentar a blindagem do sistema de água, que deve ser tratada de fonte conhecida; Garantir o isolamento das granjas para que aves de vida livre e outros animais não tenham contato com aves produzidas comercialmente.

O alto nível de biossegurança faz parte da rotina de gestão da Avicultura Comercial Paranaense, destacando-se a produção e exportação de aves e derivados do Brasil, com cerca de 34% da produção nacional e 42% do volume de exportação do segmento.

(com SINDIVIAPAR)

(Emanuely/Sou Agro)



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