Benefícios dos fosfolipídios do leite para probióticos
Melhora da sobrevivência dos probióticos no trato gastrointestinal
Novas descobertas sugerem que os fosfolipídios do leite podem ser usados como um ingrediente funcional para aumentar os efeitos e as taxas de sobrevivência de pró e pós-bióticos no trato gastrointestinal.
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As bifidobactérias podem sintetizar polissacarídeos, que supostamente possuem propriedades pós-bióticas e foram recentemente descritas como moduladores potentes da microbiota intestinal. Esses polissacarídeos ajudam no potencial probiótico das bifidobactérias por meio do aumento da tolerância às condições do trato gastrointestinal.
Contribuição significativa da membrana do glóbulo de gordura do leite (MFGM)
Os componentes bioativos, como a membrana do glóbulo de gordura do leite (MFGM), são algumas das formas que os fabricantes usam para manter os probióticos intactos enquanto transitam pelo intestino. Devido aos benefícios da MFGM para a saúde, incluindo sua capacidade de melhorar o desenvolvimento cerebral em bebês e prevenir doenças cardiometabólicas, entre outros, pesquisadores de instituições de pesquisa dos EUA, México e Dinamarca levantaram a hipótese de que os fosfolipídios do leite (MPL) poderiam aumentar a taxa de sobrevivência da Bifidobacterium longum subsp. infantis por meio do aumento da produção de polissacarídeos.
Efeitos do MPL na sobrevivência da Bifidobacterium longum subsp. infantis
Para testar sua teoria, eles analisaram como o MPL afetava a sobrevivência da B. infantis durante a digestão, o efeito do MPL sobre as propriedades da superfície bacteriana e rastrearam as alterações na adesão às células caliciformes no intestino.
Redução da adesão às células caliciformes intestinais
Durante os testes de digestão simulada, os pesquisadores descobriram que o MPL melhorou a resistência da B. infantis no final da fase intestinal e diminuiu a adesão às células caliciformes. Entretanto, não houve evidência de que o ingrediente tenha aumentado a sobrevivência do probiótico durante as fases digestivas anteriores.
Novas descobertas
A capacidade do MPL de se ligar à bactéria probiótica foi testada ainda mais para verificar como a bactéria interage com o muco intestinal; o estudo mostrou que a adesão da bactéria probiótica às células caliciformes intestinais diminuiu significativamente após três horas em comparação com os resultados do estudo in vitro.
Conclusão
Em conclusão, o estudo constatou que os ingredientes ricos em MPL promovem a sobrevivência da B. infantis no final da fase intestinal em pelo menos 7%, induzem uma proteína de superfície resistente ao estresse e geram maior produção de polissacarídeos ligados. As informações são do Dairy Reporter.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo
Novas descobertas sugerem que os fosfolipídios do leite podem ser usados como um ingrediente funcional para aumentar os efeitos e as taxas de sobrevivência de pró e pós-bióticos no trato gastrointestinal.
As bifidobactérias podem sintetizar polissacarídeos, que supostamente possuem propriedades pós-bióticas e foram recentemente descritas como moduladores potentes da microbiota intestinal. Esses polissacarídeos também ajudam no potencial probiótico das bifidobactérias por meio do aumento da tolerância às condições do trato gastrointestinal.
Os componentes bioativos, como a membrana do glóbulo de gordura do leite (MFGM), são algumas das formas que os fabricantes usam para manter os probióticos intactos enquanto transitam pelo intestino. Devido aos benefícios da MFGM para a saúde, incluindo sua capacidade de melhorar o desenvolvimento cerebral em bebês e prevenir doenças cardiometabólicas, entre outros, pesquisadores de instituições de pesquisa dos EUA, México e Dinamarca levantaram a hipótese de que os fosfolipídios do leite (MPL) poderiam aumentar a taxa de sobrevivência da Bifidobacterium longum subsp. infantis por meio do aumento da produção de polissacarídeos.
Para testar sua teoria, eles analisaram como o MPL afetava a sobrevivência da B. infantis durante a digestão, o efeito do MPL sobre as propriedades da superfície bacteriana e rastrearam as alterações na adesão às células caliciformes no intestino.
Os pesquisadores isolaram um ingrediente fosfolipídico do leite do pó de beta-soro MFGM, criaram um ambiente adequado para o crescimento bacteriano e inocularam a cepa de B. infantis, incubando-a com ou sem MPL.
Durante os testes de digestão simulada, os pesquisadores descobriram que o MPL melhorou a resistência da B. infantis no final da fase intestinal e diminuiu a adesão às células caliciformes. Entretanto, não houve evidência de que o ingrediente tenha aumentado a sobrevivência do probiótico durante as fases digestivas anteriores.
A capacidade do MPL de se ligar à bactéria probiótica foi testada ainda mais para verificar como a bactéria interage com o muco intestinal; o estudo mostrou que a adesão da bactéria probiótica às células caliciformes intestinais diminuiu significativamente após três horas em comparação com os resultados do estudo in vitro.
“A carga superficial reduzida, ou mais negativa, da B. infantis em resposta ao MPL sugere a fixação do MPL na superfície ou uma alteração na composição da superfície da célula, possivelmente por meio de mudanças nos carboidratos e/ou proteínas da superfície”, disseram os pesquisadores.
O estudo também constatou que o tratamento com MPL foi associado a mudanças no perfil lipídico, com os pesquisadores explorando a produção de polissacarídeos ligados em seguida em relação à presença de MPL, com dados que sugerem que o ingrediente teve uma função de aumento na produção de polissacarídeos ligados na B. infantis.
Em conclusão, o estudo constatou que os ingredientes ricos em MPL promovem a sobrevivência da B. infantis no final da fase intestinal em pelo menos 7%, induzem uma proteína de superfície resistente ao estresse e geram maior produção de polissacarídeos ligados.
As informações são do Dairy Reporter, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint.
Uso de fosfolipídios do leite como ingrediente funcional para aumentar os efeitos dos probióticos no trato gastrointestinal
Moduladores da microbiota intestinal
Novas descobertas sugerem que os fosfolipídios do leite podem ser utilizados como um ingrediente funcional para fortalecer os efeitos e as taxas de sobrevivência de pró e pós-bióticos no trato gastrointestinal.
Potencial probiótico das bifidobactérias
As bifidobactérias podem sintetizar polissacarídeos, os quais possuem propriedades pós-bióticas. Recentemente, esses polissacarídeos foram descritos como moduladores potentes da microbiota intestinal. Eles também auxiliam no potencial probiótico das bifidobactérias ao aumentar a tolerância às condições do trato gastrointestinal.
Benefícios dos fosfolipídios do leite (MPL)
O componente bioativo conhecido como membrana do glóbulo de gordura do leite (MFGM) é uma das formas que os fabricantes usam para manter os probióticos intactos durante o trânsito pelo intestino. Devido aos benefícios da MFGM para a saúde, incluindo sua capacidade de melhorar o desenvolvimento cerebral em bebês e prevenir doenças cardiometabólicas, pesquisadores de instituições de pesquisa levantaram a hipótese de que os fosfolipídios do leite (MPL) poderiam aumentar a taxa de sobrevivência da Bifidobacterium longum subsp. infantis por meio do aumento da produção de polissacarídeos.
Análise do MPL na sobrevivência da Bifidobacterium longum subsp. infantis
Pesquisadores realizaram testes para analisar como o MPL afetava a sobrevivência da Bifidobacterium longum subsp. infantis durante a digestão, bem como seu efeito sobre as propriedades da superfície bacteriana e as alterações na adesão às células caliciformes no intestino.
Descobertas sobre adesão e sobrevivência
Os testes de digestão simulada revelaram que o MPL melhorou a resistência da Bifidobacterium longum subsp. infantis no final da fase intestinal e diminuiu a adesão às células caliciformes. Além disso, o estudo constatou que a adesão da Bifidobacterium longum subsp. infantis às células caliciformes intestinais diminuiu significativamente após três horas, mostrando uma possível alteração na composição da superfície celular em resposta ao MPL.
Promoção da sobrevivência e produção aumentada de polissacarídeos
Os resultados do estudo indicaram que os ingredientes ricos em MPL promovem a sobrevivência da Bifidobacterium longum subsp. infantis no final da fase intestinal, além de induzirem uma proteína de superfície resistente ao estresse e gerarem maior produção de polissacarídeos ligados.
1. O que são fosfolipídios do leite e qual é a sua importância no aumento da sobrevivência de probióticos?
Resposta: Os fosfolipídios do leite são componentes bioativos que podem aumentar a taxa de sobrevivência de probióticos, como a Bifidobacterium longum subsp. infantis, no trato gastrointestinal.
2. Como os fosfolipídios do leite afetam a adesão das bifidobactérias às células caliciformes no intestino?
Resposta: Os estudos demonstraram que os fosfolipídios do leite diminuem a adesão das bifidobactérias às células caliciformes intestinais, o que sugere uma possível alteração na composição da superfície da célula.
3. Qual é o papel dos MPL na produção de polissacarídeos ligados e como isso afeta as propriedades pós-bióticas das bifidobactérias?
Resposta: Os ingredientes ricos em MPL promovem uma maior produção de polissacarídeos ligados na B. infantis, o que aumenta as propriedades pós-bióticas e a sobrevivência no trato intestinal.
4. Quais são os benefícios da membrana do glóbulo de gordura do leite (MFGM) e como os fosfolipídios do leite contribuem para esses benefícios?
Resposta: A MFGM tem benefícios para a saúde, como melhorar o desenvolvimento cerebral em bebês e prevenir doenças cardiometabólicas. Os fosfolipídios do leite contribuem para manter os probióticos intactos durante o trânsito intestinal, aumentando a taxa de sobrevivência.
5. De que forma os fosfolipídios do leite podem ser utilizados na indústria de alimentos e quais as possíveis aplicações práticas desses componentes bioativos?
Resposta: Os fosfolipídios do leite podem ser usados como ingredientes funcionais para aumentar a sobrevivência de probióticos em produtos lácteos e suplementos alimentares, melhorando assim os efeitos benéficos para a saúde intestinal.
FAQ sobre os fosfolipídios do leite
1. O que são fosfolipídios do leite?
Os fosfolipídios do leite são um tipo de gordura presente no leite, conhecidos por seus benefícios para a saúde, incluindo o desenvolvimento cerebral e a prevenção de doenças cardiometabólicas.
2. Como os fosfolipídios do leite podem afetar os probióticos?
Estudos recentes sugerem que os fosfolipídios do leite podem aumentar a taxa de sobrevivência de probióticos, como a Bifidobacterium infantis, no trato gastrointestinal, auxiliando na produção de polissacarídeos e promovendo a resistência das bactérias no intestino.
3. Qual é a importância da adesão das bactérias probióticas às células intestinais?
A adesão das bactérias probióticas às células intestinais está relacionada à sua capacidade de atuar no intestino e na modulação da microbiota. Os fosfolipídios do leite mostraram reduzir a adesão das bactérias, o que pode ter efeitos positivos na saúde intestinal.
Conclusão
Novas descobertas sugerem que os fosfolipídios do leite podem ser usados como um ingrediente funcional para aumentar os efeitos e as taxas de sobrevivência de pró e pós-bióticos no trato gastrointestinal.
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Em conclusão, o estudo constatou que os ingredientes ricos em MPL promovem a sobrevivência da B. infantis no final da fase intestinal em pelo menos 7%, induzem uma proteína de superfície resistente ao estresse e geram maior produção de polissacarídeos ligados.
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As informações são do Dairy Reporter, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint.
