B3 registra queda nas cotações do milho na quarta-feira

B3 registra queda nas cotações do milho na quarta-feira

O milho fechou a quarta-feira em queda na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), com boas perspectivas para safrinha, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “As cotações de milho ficaram em campo negativo nesta quarta-feira, em  vista de um avanço considerável nas colheitas brasileiras”, comenta.

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“No dia de ontem, conforme reportamos aqui, a Conab reportou o avanço de 95% da safra verão, em que estados como Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e
Santa Catarina já encontram suas colheitas finalizadas. Para o caso da safrinha, um avanço saindo de 39,3% para 47,9% do total, onde no mesmo período do ano passado, era de 59,6%. Dentre os estados mais adiantados, apontaram-se Mato Grosso (79,5%); Tocantins (75%); Maranhão (52%); Piauí (46%); Goiás (35%); Minas Gerais (30%); Mato Grosso do Sul (8%); Paraná (6%) e São Paulo (2%)”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa. “O vencimento setembro/23 fechou a R$ 56,60, baixa de R$ -0,77 no dia e baixa de R$ -2,88 na semana; o vencimento de novembro/23 foi de R$ 60,57, baixa de R$ -0,82 no dia, baixa de R$ -1,73 na semana; janeiro/23 fechou a R$ 64,35, alta de R$ -0,78 no dia e baixa de R$ -1,71 na semana”, indica.

Em Chicago o milho fechou o dia em baixa com realização de lucros e clima. “A cotação para setembro23, referência para a nossa safra de inverno, fechou em baixa de -3,09 % ou $ -17,25 cents/bushel a $ 540,25. A cotação de dezembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -3,01 % ou $ – 17,00 cents/bushel a $ 548,25”, indica.

“O milho de Chicago fechou em baixa nesse meio de semana. Com uma redução nos ataques a infraestrutura portuária da Ucrânia e com chuvas registradas no cinturão do milho/soja, o mercado voltou a realizar lucros e a rebalancear as suas posições com os grãos. Outro fator de baixa foi a forte adesão ao “dólar milho” por parte dos produtores argentinos”, conclui.


Jornal do campo
O milho fechou em queda na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) devido ao avanço considerável nas colheitas brasileiras. A safra verão já atingiu 95% de avanço, com estados como Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina finalizando suas colheitas. Quanto à safrinha, houve um avanço de 39,3% para 47,9% em relação ao total, porém ainda abaixo dos números do ano passado. A redução nos preços futuros reflete essa situação, com queda de R$ -0,77 para o vencimento setembro/23, R$ -0,82 para o vencimento de novembro/23 e alta de R$ -0,78 para janeiro/23.

No mercado de Chicago, o milho também encerrou em baixa devido à realização de lucros e às condições climáticas. O contrato referente a setembro/23, que é relevante para a safra de inverno no Brasil, teve uma queda de -3,09% ou $ -17,25 cents/bushel, fechando em $ 540,25. Já o contrato de dezembro/23, que é a data mais negociada nos EUA, apresentou uma queda de -3,01% ou $ -17,00 cents/bushel, fechando em $ 548,25. Além disso, fatores como a redução nos ataques à infraestrutura portuária da Ucrânia, as chuvas registradas no cinturão do milho/soja e a adesão dos produtores argentinos ao “dólar milho” também contribuíram para a baixa nos preços.

Essa situação mostra que o mercado do milho está sendo influenciado pelos avanços nas colheitas brasileiras e por fatores externos, como o clima e as políticas dos produtores de outros países. É importante acompanhar essas tendências e analisar os impactos que elas podem ter no mercado nacional.

Perguntas frequentes:

1. Qual foi o motivo da queda no preço do milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo?
– A queda foi provocada pelo avanço nas colheitas brasileiras.

2. Quais estados brasileiros já finalizaram suas colheitas de milho?
– Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

3. Como está a safra de safrinha em comparação com o ano passado?
– A safrinha está com um avanço de 47,9% em relação ao total, enquanto no mesmo período do ano passado era de 59,6%.

4. Quais foram as quedas nos contratos futuros de milho em Chicago?
– O contrato referente a setembro/23 teve uma queda de -3,09% e o contrato de dezembro/23 apresentou uma queda de -3,01%.

5. Quais foram os fatores que contribuíram para a queda nos preços do milho em Chicago?
– A realização de lucros, as condições climáticas e a adesão dos produtores argentinos ao “dólar milho” foram os principais fatores.

Fonte
**Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo**