Ave silvestre, surto de gripe aviária no Rio Grande do Sul
A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), anunciou a detecção de um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1) em aves silvestres no município de Rio Pardo. Este é o sexto foco de gripe aviária no Rio Grande do Sul.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!A notificação da gripe não afeta o status sanitário do Estado e do país, nem impacta o comércio de produtos avícolas. Também não há risco no consumo de carne e ovos, porque a doença não é transmitida por meio do consumo.
O Serviço Veterinário Oficial (SVO-RS), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Superintendência de Agricultura e Pecuária do estado estão atuando para monitorar e evitar a disseminação da doença. Além disso, foram emitidas recomendações aos produtores e criadores de aves de subsistência. Os casos suspeitos devem ser notificados imediatamente à Seapi.
Diante deste cenário, surge a necessidade de compreender e agir frente ao surto de gripe aviária no Rio Grande do Sul, tanto por parte dos produtores quanto da população em geral.
Ameaça de gripe aviária no Rio Grande do Sul
Recentemente, a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) confirmou a detecção de um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1) em duas aves silvestres no município de Rio Pardo, RS.
No entanto, é importante ressaltar que essa notificação não afeta o status sanitário do Estado ou do país, tampouco impacta o comércio de produtos avícolas, e não há risco no consumo de carne e ovos.
Foco e estratégia de atuação
Esse episódio resultou no sexto foco de gripe aviária no Rio Grande do Sul. Devido a isso, as equipes da Secretaria da Agricultura realizarão vigilância ativa em um raio de cinco quilômetros a partir do foco, a fim de evitar a disseminação da doença, implementando medidas de biossegurança.
Recomendações e orientações
A detecção de gripe aviária demanda medidas especiais, como o reforço das medidas preventivas nos estabelecimentos avícolas, a desinfecção de veículos e a orientação à população para não manipular aves mortas ou moribundas. Além disso, a comunicação imediata a autoridades é essencial para conter a propagação da doença.
A população em geral, bem como os produtores e criadores de aves de subsistência, deve estar atenta e seguir as orientações especificadas pela Seapi.
Tomando cuidado contra a influenza aviária
É fundamental que, em um momento como este, no qual um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade foi detectado, os produtores e criadores de aves de subsistência tomem todas as medidas necessárias para a prevenção da doença.
As recomendações para reforçar as medidas preventivas nos estabelecimentos avícolas e evitar o contato das aves com animais de vida livre são de extrema importância nesse momento. A população em geral também deve ficar atenta e seguir as orientações sendo essencial não manipular ou recolher aves mortas ou moribundas.
Vale ressaltar que a gripe não afeta o status sanitário do Estado e nem impacta o comércio de produtos avícolas.
Proteção e vigilância ativa
É essencial ter cuidado e ficar atento às medidas preventivas necessárias para manter tanto aves domésticas quanto a população seguras contra a influenza aviária. A atuação do Serviço Veterinário Oficial é fundamental, e a vigilância ativa e monitoramento devem ser realizados para evitar uma possível disseminação da doença.
Com cada um fazendo a sua parte e tomando as precauções necessárias, é possível controlar a situação e impedir a propagação da gripe aviária.
A importância do cuidado e prevenção
Uma atitude conjunta entre produtores, criadores, autoridades sanitárias e a população em geral é crucial para lidar com o foco da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade e prevenir a propagação da doença.
O momento atual demanda atenção e cuidado redobrado, e ao seguir as recomendações dadas, é possível enfrentar essa situação de forma eficaz e proteger tanto as aves como a saúde pública em geral.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo
Detecção de Influenza Aviária no Rio Grande do Sul
A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) confirmou a detecção de um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1) em duas aves silvestres no município de Rio Pardo. Esta notícia levantou preocupações sobre os possíveis impactos na saúde das aves e na população em geral.
Notificação de casos
A influenza aviária, também conhecida como gripe aviária, é uma doença viral altamente contagiosa que afeta, principalmente, aves, mas também pode infectar mamíferos, cães, gatos, outros animais e humanos.
Todas as suspeitas de influenza aviária devem ser notificadas imediatamente à Seapi por meio da Inspetoria de Defesa Agropecuária do município, do Whatsapp (51) 98445-2033 ou do e-mail [email protected]
Recomendações aos produtores e criadores de aves de subsistência
- Reforço das medidas preventivas nos estabelecimentos avícolas.
- Revisar as telas, passarinheiras, portões e cumeeiras dos galpões.
- Proteger fontes, caixas d’água e silos de ração do contato com aves de vida livre.
- Desinfecção de veículos na entrada e saída.
Orientações à população
- Não manipular nem recolher aves mortas ou moribundas.
- Adquirir aves somente em casas agropecuárias devidamente autorizadas.
- Comunicar imediatamente o Serviço Veterinário Oficial sobre a ocorrência de aves com sinais respiratórios, neurológicos, digestórios ou alta mortalidade, inclusive em aves silvestres.
FAQs
1. O que é Influenza Aviária?
A Influenza Aviária é uma doença viral altamente contagiosa que afeta aves, mamíferos e também pode infectar seres humanos.
2. Como posso notificar casos suspeitos de Influenza Aviária?
Todas as suspeitas de Influenza Aviária devem ser notificadas imediatamente à Seapi por meio da Inspetoria de Defesa Agropecuária do município, do Whatsapp (51) 98445-2033 ou do e-mail [email protected]
3. Quais são as recomendações aos produtores e criadores de aves de subsistência?
As recomendações incluem reforço de medidas preventivas, desinfecção de veículos, e proteção de fontes, caixas d’água e silos de ração do contato com aves de vida livre.
4. Quais são as orientações à população?
A população deve evitar manipular ou recolher aves mortas ou moribundas, adquirir aves somente em casas agropecuárias devidamente autorizadas e comunicar imediatamente o Serviço Veterinário Oficial sobre casos suspeitos de Influenza Aviária.
5. A detecção de casos de Influenza Aviária afeta o comércio de produtos avícolas?
Não, a detecção de casos de Influenza Aviária não afeta o status sanitário do Estado e do país, nem impacta o comércio de produtos avícolas.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), confirmou, no domingo, 11, a detecção de um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1) em duas aves silvestres localizadas em um açude, no município de Rio Pardo. O vírus foi identificado na espécie caraúna (Plegadis chihi, “maçarico”).
A notificação da gripe não afeta o status sanitário do Estado e do país, nem impacta o comércio de produtos avícolas. Também não há risco no consumo de carne e ovos, porque a doença não é transmitida por meio do consumo.
O Serviço Veterinário Oficial (SVO-RS) atendeu a notificação, e a amostra foi enviada no dia 8 de fevereiro para o Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas (LFDA-SP), unidade referência da Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA).
Esse é o sexto foco de gripe aviária no Rio Grande do Sul, registrado em aves silvestres e mamíferos aquáticos (leões-marinhos e lobos-marinhos).
De acordo com a diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), Rosane Collares, uma reunião técnica com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e com a Superintendência de Agricultura e Pecuária do Estado do RS (SFA/RS) foi realizada no domingo, 11, para nivelamento das informações e definição da estratégia de atuação a partir de hoje.
–As equipes da Secretaria da Agricultura atuarão na vigilância ativa, monitorando inicialmente o raio de cinco quilômetros a partir do foco, a fim de evitar uma possível disseminação da doença e levar orientação aos criadores para manterem cuidados de biossegurança em suas propriedades.
Especialmente evitando a circulação de aves e, na medida do possível, impedindo ambientes de convívio entre aves silvestres e domésticas–, ressalta Rosane.
Notificação de casos
A influenza aviária, também conhecida como gripe aviária, é uma doença viral altamente contagiosa que afeta, principalmente, aves, mas também pode infectar mamíferos, cães, gatos, outros animais e humanos.
Todas as suspeitas de influenza aviária, que incluem sinais respiratórios, neurológicos ou mortalidade alta e súbita em animais, devem ser notificadas imediatamente à Seapi por meio da Inspetoria de Defesa Agropecuária do município, do Whatsapp (51) 98445-2033 ou do e-mail [email protected].
Recomendações aos produtores e criadores de aves de subsistência (fundo de quintal):
- Reforço das medidas preventivas nos estabelecimentos avícolas.
- Revisar as telas, passarinheiras, portões e cumeeiras dos galpões.
- Proteger fontes, caixas d’água e silos de ração do contato com aves de vida livre.
- Desinfecção de veículos na entrada e saída (atenção para a correta diluição, conforme recomendação na bula).
- Trocar roupas e calçados para ingressar na unidade produtiva.
- Não permitir a entrada de pessoas alheias ao processo produtivo nas granjas.
- Criações de aves com acesso a piquetes ou pátios: recomenda-se o fechamento das aves em galpões ou galinheiros e a proteção de bebedouros e comedouros para que seja evitado o contato com aves de vida livre.
- Comunicar imediatamente a Inspetoria de Defesa Agropecuária (IDA) em caso de ocorrência de alta mortalidade (maior ou igual a 10% em 72 horas) ou da identificação de aves com sinais respiratórios, neurológicos ou digestórios.
Orientações à população
- Não manipular nem recolher aves mortas ou moribundas.
- Adquirir aves somente em casas agropecuárias devidamente autorizadas.
- Comunicar imediatamente o Serviço Veterinário Oficial sobre a ocorrência de aves com sinais respiratórios, neurológicos, digestórios ou alta mortalidade, inclusive em aves silvestres.
