Angus Ultrablack doa sêmen gratuitamente a produtores de Santa Catarina

Angus Ultrablack doa sêmen gratuitamente a produtores de Santa Catarina

Entrega durante a EFAPI em Chapecó e objetivo da ação

Durante a EFAPI em Chapecó, ocorreu a entrega de sêmen Angus Ultrablack. A ação visava ampliar o acesso a genética de alto desempenho para produtores locais. Até agora, foram distribuídas 7,9 mil doses, com meta de 15 mil. Essa entrega ocorreu em parceria com Faesc/Senar-SC e ATeG/Senar-SC.

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O principal objetivo é fortalecer a genética local e a eficiência reprodutiva. Ao distribuir sêmen de elite, a ação busca reduzir custos por produção. Os resultados esperados incluem melhor conversão alimentar, prenhez estável e bezerros mais saudáveis.

Interessados devem acompanhar as informações da EFAPI para saber quando receber novas remessas. A distribuição exige planejamento de prenhez e acompanhamento técnico com as cooperativas envolvidas. Guarde os dados de cada atendimento para medir o impacto no rebanho.

Antes da próxima rodada, organize o registro de fêmeas aptas e o sêmen disponível. Converse com o técnico da parceria para alinhar prazos, biossegurança e manejo. Faça um plano de prenhez com metas mensuráveis e revisões sazonais.

No fim, a ação aproxima pesquisa e campo, fortalecendo a produção local. O resultado desejado é rebanho mais produtivo, com custos controlados e ganho de eficiência.

Quantidade: 7,9 mil doses já distribuídas, meta de 15 mil até outubro

Até agora, 7,9 mil doses de sêmen Angus Ultrablack foram distribuídas pela ação na EFAPI. A meta é chegar a 15 mil doses até outubro, fortalecendo a genética local. A entrega conta com Faesc/Senar-SC e ATeG/Senar-SC para logística e acompanhamento técnico.

Para você, isso significa acesso facilitado a sêmen de alta qualidade. Você pode planejar prenhez com mais segurança e previsibilidade. O resultado esperado é melhorar a taxa de concepção e o desempenho dos bezerros.

Como acompanhar a distribuição? Procure a sua cooperativa ou o técnico responsável pelo programa na sua região. Confirme a disponibilidade da próxima rodada e já organize as fêmeas aptas a receber o sêmen de alto desempenho. Registre prenhez, parto e desempenho para medir o impacto no rebanho.

Próximos passos para produtores

  • Converse com o seu técnico sobre biossegurança e logística de transporte.
  • Separe gados aptos para recebimento do sêmen e agende as inseminações conforme o cronograma.
  • Guarde os dados de cada atendimento para avaliação de resultados e melhoria contínua.

Fique atento aos comunicados oficiais da EFAPI e das cooperativas envolvidas. A entrega de 7,9 mil doses já representa um avanço significativo, e a meta de 15 mil doses até outubro pode transformar seus números de produção.

Parcerias Faesc/Senar-SC e ATeG/Senar-SC para logística e acompanhamento

As parcerias Faesc/Senar-SC e ATeG/Senar-SC estruturam a logística e o acompanhamento da distribuição de sêmen Angus Ultrablack, garantindo acesso rápido e seguro aos produtores. Elas conectam transportes, armazenamento adequado e treinamento técnico, sempre com biossegurança e qualidade genética em foco.

A logística envolve planejamento de estoque, cadeia de frio e coordenação com cooperativas. Com isso, as entregas chegam no tempo certo, reduzem perdas e asseguram que cada produtor receba a dose correta no momento certo.

Quem faz o quê: Faesc/Senar-SC atua na infraestrutura, logística de entrega e apoio à gestão de estoque. ATeG/Senar-SC cuida do acompanhamento técnico, treinamentos, coleta de dados e avaliação de resultados no campo. Juntas, as parcerias aproximam pesquisa, assistência técnica e produção.

Como produtores participam

  • Verifique com a sua cooperativa as datas de entrega e a disponibilidade de sêmen.
  • Prepare as fêmeas aptas, organize a agenda de inseminação e registre prenhez.
  • Guarde números de lote, datas e resultados para acompanhamento contínuo.

Boas práticas de biossegurança

  • Garanta higiene no recebimento e transporte com controle de temperatura.
  • Evite contaminação cruzada: use materiais esterilizados para cada manipulação.
  • Descarte embalagens corretamente e siga as normas locais.

Resultados e métricas

  • Taxa de concepção por rodada e desempenho dos bezerros.
  • Tempo de entrega, custo por dose e perdas logísticas.
  • Feedback dos produtores para melhoria contínua dos treinamentos.

Essa parceria é essencial para levar genética de ponta ao campo, com manejo profissional e dados que ajudam a elevar a produtividade da propriedade.

Seleção de reprodutores Elite e Superior na Prova de Eficiência Alimentar (PEA)

Na prática, a PEA avalia a eficiência alimentar dos animais e orienta a seleção para Elite e Superior.

Isso significa escolher reprodutores que convertem mais ração em ganho de peso ou produção, gastando menos com alimentação.

O que a PEA mede

A PEA usa indicadores simples: consumo de ração por dia, ganho de peso diário e eficiência.

Ela também observa a fertilidade, longevidade e a estabilidade da genética para reprodução.

Critérios para Elite e Superior

  • Elite: topo do ranking, com a melhor relação consumo-ganho e boa fertilidade.
  • Superior: alto desempenho, boa eficiência, ainda sem alcançar a posição de Elite.
  • Ambas categorias dependem de dados consistentes de campo e de saúde animal.
  • O objetivo é um claro ganho de produtividade com menor custo de ração.

Como aplicar os resultados na prática

  • Priorize touros da linha Elite para inseminação, quando possível.
  • Ajuste o manejo nutricional para sustentar o ganho esperado.
  • Registre prenhez, desmame e desempenho para monitorar impactos.

Com a PEA, o produtor toma decisões mais seguras e vê a melhoria da lucratividade na prática.

Impacto esperado: melhoramento genético, eficiência alimentar e produtividade

O impacto esperado de Elite e Superior envolve três pilares: genética, eficiência alimentar e produtividade.

O melhoramento genético avança geração após geração, aumentando ganho de peso e fertilidade.

A eficiência alimentar significa usar menos ração para cada kg de ganho.

Produtividade é a renda que entra pela porteira, quando tudo funciona bem. Mais bezerros saudáveis, ganho de peso estável e menor custo por quilo de ganho.

Como acompanhar os resultados

Registre prenhez, desmame, peso ao nascimento e peso ao desmame para acompanhar impactos.

Use esses dados para ajustar a alimentação e o manejo do rebanho.

Cuidados para manter o equilíbrio

Não foque apenas na genética. Fertilidade, resistência a doenças e longevidade também contam.

Equilíbrios entre ganho de peso, saúde animal e custo da alimentação geram resultados estáveis.

Conquista prática

Com planejamento, investimento moderado e monitoramento, o rebanho fica mais produtivo e estável.

Investimento aproximado e logística: R$ 140 mil para aquisição e distribuição

O investimento aproximado de R$ 140 mil para aquisição e distribuição cobre sêmen de alta qualidade, embalagens adequadas, logística com cadeia fria e biossegurança. Também inclui treinamento, registro de dados e acompanhamento técnico.

O que está incluído no investimento

  • Doses de sêmen de alta qualidade para distribuição, com rastreabilidade por lote.
  • Caixas de armazenamento, embalagens estéreis e itens de biossegurança para manuseio seguro.
  • Transporte com cadeia fria e infraestrutura para manter a qualidade até o destino final.
  • Sistemas de registro, planilhas e software para acompanhar prenhez, desmame e desempenho.
  • Treinamento da equipe de campo em biossegurança e manipulação de sêmen.
  • Seguro de estoque e planos de contingência para perdas ou atrasos.

Como será aplicado o recurso

  1. Adquirir doses suficientes para as próximas rodadas, mantendo o cronograma de entregas.
  2. Distribuição via parcerias com cooperativas, com monitoramento de cada entrega.
  3. Manter estoque mínimo para evitar rupturas e facilitar reposições rápidas.
  4. Realizar controles de qualidade por lote, registrando validade e dados de uso.

Logística e cadeia fria

  • Planejar rotas eficientes para reduzir tempo de trânsito.
  • Usar caixas com isolamento térmico e monitorar a temperatura durante o transporte.
  • Rastrear entregas com comprovantes e atualizações de status com as cooperativas.

Gestão de riscos e retorno

Avaliar riscos como atrasos, variação de demanda e danos. Ter plano de contingência com fornecedores substitutos e contratos de transporte confiáveis. Medir retorno com indicadores como confiabilidade de entregas, taxa de prenhez por rodada e custo por dose.

Próximos passos

  • Confirmar datas com as cooperativas parceiras e o cronograma de distribuição.
  • Preparar as fêmeas aptas para a próxima rodada e registrar prenhez.
  • Manter a rastreabilidade completa de cada dose, lote e entrega.

Cronograma: primeira rodada entre outubro e dezembro de 2025; segunda entre janeiro e março de 2026

Este cronograma estabelece duas rodadas: a primeira de outubro a dezembro de 2025 e a segunda de janeiro a março de 2026.

Planejar assim evita rupturas de estoque e facilita a logística com cadeia fria. Também permite ajustar o manejo de prenhez com base nos resultados da rodada anterior.

Próximos passos para produtores

  • Confirme com a cooperativa as datas exatas e a disponibilidade de doses.
  • Organize as fêmeas aptas para receber o sêmen e agende as inseminações conforme o cronograma.
  • Registre prenhez, desmame e desempenho para acompanhar o impacto.
  • Guarde números de lote, datas e observações para rastreabilidade.

Pré-requisitos e preparo

  • Faça um inventário de fêmeas aptas para receber o sêmen na rodada.
  • Verifique a biossegurança do transporte e do recebimento.
  • Monte um plano de prenhez com metas para cada rodada.

O que muda entre as rodadas

  • O volume de sêmen distribuído pode variar conforme disponibilidade.
  • O retorno dos resultados pode levar a ajustes no manejo reprodutivo e na alimentação.
  • As cooperativas podem atualizar as instruções de biossegurança e logística.

Com esse cronograma, a gente se planeja com antecedência, reduz custos e aumenta a produtividade da propriedade.

Monitoramento técnico: prenhez, desempenho dos bezerros e relatório de resultados

O monitoramento técnico é a base para melhorar concepção, ganho de peso e lucratividade.

Ele transforma números simples em ações práticas no manejo diário da fazenda.

Indicadores de prenhez

Registre cada prenhez para entender a resposta do rebanho. A taxa de concepção mostra quão bem a inseminação funciona. O intervalo entre partos ajuda a planejar a alimentação e o manejo da reprodução.

  • Prenhez confirmada por ultrassom ou palpação de prenhez.
  • Dados de idade da fêmea, data de inseminação e dia da confirmação.
  • Taxa de concepção por rodada e por touro.

Acompanhamento do desempenho dos bezerros

Medir o peso de bezerros ao nascimento e ao desmame mostra a eficiência do manejo. O ganho diário de peso indica se a ração atende as necessidades. Observe a taxa de sobrevivência e o crescimento saudável até o desmame.

  • Peso ao nascimento e peso ao desmame.
  • Ganho diário de peso e ganho total até o desmame.
  • Vacinação, ocorrência de doenças e morbidade.

Relatórios de resultados

Use planilhas simples ou um pequeno software para consolidar os dados. Faça revisões mensais para ajustar o manejo reprodutivo e a alimentação. Compare resultados entre rodadas para identificar melhorias.

  • Formato do relatório: prenhez, desmame, peso, ganho, custo.
  • Indicadores-chave: taxa de concepção, peso médio e custo por kg ganho.
  • Ações: decidir se altera rações, manejo ou cronograma de inseminação.

Com esse monitoramento, você transforma dados em lucro real da propriedade.

Benefício para produtores catarinenses e fortalecimento entre pesquisa e campo

Para produtores catarinenses, a parceria entre pesquisa e campo já traz ganhos reais na prática diária. Essa ponte entre ciência e manejo transforma novidades em ações simples que ajudam a pupr do dia a dia no campo, com resultados visíveis na produção.

Nesta seção vamos entender como essa interação funciona e quais benefícios ela oferece para a sua fazenda, especialmente no manejo de pastagens, reprodução e qualidade do leite.

Vantagens para produtores catarinenses

  • Adaptação de tecnologias ao clima e aos solos de Santa Catarina, com resultados mais estáveis.
  • Melhor qualidade de pastagens e rações, refletindo em ganho de peso e produção de leite mais consistente.
  • Acesso a diagnósticos, ferramentas de manejo e consultorias técnicas locais.
  • Capacitação contínua da equipe, aumentando a eficiência operacional da Fazenda.
  • Dados práticos que ajudam a tomar decisões rápidas e embasadas.

Como a pesquisa chega ao campo

  1. Testes em propriedades parceiras com acompanhamento técnico próximo.
  2. Treinamentos práticos para equipe de campo e produtores.
  3. Coleta de dados de produção, saúde animal e manejo, para feedback rápido.
  4. Ajustes de manejo com base nos resultados observados.
  5. Escala de soluções que mostram benefício real na propriedade.

Casos práticos de impacto

  • Manejo de pastagem com rotação de culturas, aumentando a disponibilidade de Forrageira na seca e reduzindo custos.
  • Aprimoramento reprodutivo com estratégias apoiadas pela pesquisa, elevando a taxa de concepção sem elevar o custo da alimentação.
  • Melhoria na qualidade do leite com manejo nutricional orientado por dados coletados na fazenda e validado pela ciência.

Próximos passos

  • Procure a cooperativa local ou a instituição de pesquisa para participar de demonstrações.
  • Participe de treinamentos e leve sua equipe junto.
  • Guarde dados simples de prenhez, ganho de peso e produção para medir resultados.

Essa colaboração entre pesquisa e campo fortalece a pecuária catarinense, aproximando inovação da prática e aumentando a sustentabilidade da sua propriedade.

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Saiba Mais Sobre Dr. João Maria
Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.

joão silva

Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite. Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.