Andritz lança ExMax S1021 para produção de rações mais eficientes no Brasil

Andritz lança ExMax S1021 para produção de rações mais eficientes no Brasil

ExMax S1021: a nova extrusora que promete higiene, densidade estável e automação integrada.

A ExMax S1021 chegou para transformar a linha de rações na fazenda. Ela une higiene de processo, densidade estável e automação integrada para entregar produtos consistentes e seguros.

Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!

Como funciona

A extrusora processa os ingredientes, controla temperatura, pressão e tempo de cozimento. Isso cria pellets com densidade estável e boa expansão. Um sistema CIP facilita a limpeza entre lotes, sem desmontar a linha. A automação acompanha dados em tempo real por painéis e sensores.

Benefícios práticos

  • Higiene aprimorada, com superfícies lisas e vedação hermética.
  • Pellets com densidade uniforme, reduzindo perdas e rejeitos.
  • Operação mais estável, com menos paradas para ajustes.
  • Economia de energia e água por controle preciso.
  • Facilidade de integração com softwares de produção.

Manutenção e operação

Faça limpeza diária e verificação de vedações. Calibre sensores periodicamente e troque peças conforme o manual. Mantenha peças de reposição à mão. Treine a equipe para procedimentos de segurança.

ROI e implementação

O retorno varia com o volume e o tipo de ração. Menos desperdício e maior produção ajudam a reduzir o payback. Inicie com um piloto para ajustar formulações e treinamento.

Boas práticas de integração

  • Conecte a extrusora ao sistema de gestão de produção.
  • Configure alertas de falhas de temperatura, pressão ou alimentação.
  • Documente rotinas de limpeza, troca de formato e manutenção.

Com a ExMax S1021 a higiene, a qualidade e a produtividade caminham juntas. Planeje a implantação com cuidado e acompanhe os resultados com disciplina.

Como o DensiFlex™ garante a uniformidade de cozimento e expansão do produto.

Com DensiFlex™, cada pellet recebe cozimento uniforme desde o início do processo. O sistema utiliza sensores para acompanhar temperatura, pressão e tempo de residência. Ajusta as zonas de aquecimento em tempo real. Assim, a densidade se mantém estável e a expansão ocorre de forma previsível.

Princípio de funcionamento

A DensiFlex™ coordena as zonas de aquecimento, a vazão de matéria-prima e a velocidade da rosca. Sensores registram a temperatura em cada trecho da extrusora e o tempo que o material fica no equipamento. Um algoritmo simples interpreta esses dados e ajusta o calor conforme a necessidade. O ajuste ocorre sem interromper a produção, mantendo a linha estável.

Controle de densidade e expansão

Defina a densidade alvo para a linha e mantenha-a estável. O sistema mede a densidade dos pellets na saída, com controle de feedback. Ajustes incluem temperatura, rosca e velocidade de alimentação. Com isso, os pellets mantêm tamanho, dureza e expansão consistentes.

Garantia de qualidade

Faça amostragens regulares de pellets para medir densidade, dureza e expansão. Registre resultados e compare com padrões. Se houver desvio, interrompa a linha para calibração rápida e ajuste de parâmetros.

Boas práticas operacionais

Treine a equipe para monitorar telas de controle, interpretar alertas e fazer limpezas programadas. Mantenha sensores calibrados e peças de reposição à mão. Documente alterações de receita e mudanças de formato para rastreabilidade.

Impacto no negócio

Expansão previsível reduz perdas e retrabalho. Pellets consistentes melhoram a digestibilidade e a aceitação pelo gado, aumentando a eficiência da linha. O retorno vem de menos desperdício, menor tempo de inatividade e menor consumo de energia por lote.

Benefícios práticos: redução de desperdício, menor tempo de inatividade e menor consumo de energia.

Com a extrusora com controle inteligente, os ganhos aparecem na prática. Quando o cozimento, a temperatura e a vazão ficam estáveis, menos pellets são desperdiçados.

Você percebe menos tempo de inatividade, porque falhas são detectadas cedo e a linha para com ajustes rápidos, sem desperdiçar tempo.

Além disso, o consumo de energia cai, pois as zonas de aquecimento trabalham apenas onde precisam. Isso evita aquecer áreas ociosas e reduz o gasto em cada lote.

Como medir os ganhos

Use métricas simples como desperdício por lote, tempo ativo e consumo de energia por tonelada. Registre os números antes e depois de adotar o controle inteligente para ver a diferença. Compare com metas realistas e ajuste conforme necessário.

Boas práticas para manter os ganhos

  • Treine a equipe para ler painéis em tempo real
  • Faça manutenções preventivas e calibrações regulares
  • Guarde peças de reposição-chave e mantenha SOPs atualizados

Impacto no bolso

Desperdício menor reduz o custo por unidade. Menos paradas elevam a produtividade e ajudam a recuperar o investimento mais rápido.

Flexibilidade de formulações: aplicações para rações para pets, aquicultura e outras rações.

A flexibilidade de formulações permite adaptar a extrusão para rações de pets, aquicultura e outras espécies sem refazer toda a linha. Você mantém desempenho e qualidade mesmo mudando ingredientes.

Conceito-chave

A ideia é equilibrar proteína, energia, fibra, minerais e vitaminas com diferentes fontes. Mesmo com mudanças, a densidade e a expansão podem permanecer estáveis se controlarmos temperatura, tempo e vazão.

Como planejar as mudanças

  1. Defina metas nutricionais e palatabilidade para cada público.
  2. Escolha fontes com digestibilidade boa e disponibilidade local.
  3. Use aditivos que ajudam na ligação, na emulsificação e na estabilidade da ração.
  4. Ajuste umidade e temperatura para manter a densidade desejada.
  5. Faça lotes pilotos e avalie aceitação e digestibilidade.
  6. Registre receitas e parâmetros para rastreabilidade.

Aplicações práticas

Rações para pets: cães e gatos exigem proteína de alta digestibilidade, gorduras equilibradas e vitaminas. Cuide da palatabilidade e evite ingredientes problemáticos para alergias.

Rações para aquicultura: peixes precisam pellet estável, com boa digestibilidade e tamanho adequado. Ajuste o diâmetro do pellet e a densidade para cada espécie.

Outras rações: suínos, aves e bovinos jovens também se beneficiam. Faça ajustes simples de granulometria, densidade e energia sem perder desempenho.

Boas práticas

  • Teste com pequenos lotes antes de escalonar.
  • Monitore aceitação, conversão alimentar e desempenho.
  • Mantenha receitas registradas e SOPs atualizados.

Custos e ROI

A flexibilidade pode exigir planejamento, mas reduz desperdício e necessidade de estoques diversos. O retorno vem de maior eficiência, melhor aceitação e menor custo por alimento produzido.

Integração com ferramentas digitais e IA para gestão da planta.

A integração com ferramentas digitais e IA para gestão da planta transforma a maneira como a gente opera a linha de rações. Com dados em tempo real, a gente toma decisões mais rápidas e acertadas, reduzindo perdas e aumentando a confiabilidade da produção.

Conceito-chave

A ideia é ligar sensores, controladores e sistemas de gestão a um núcleo de IA que analisa o que acontece na planta. Assim, a linha funciona com visão holística, não apenas em cada equipamento isoladamente.

Como funciona

  • Sensores e automação: sensores de temperatura, pressão e vazão monitoram cada etapa, enviando sinais para o sistema central.
  • Gestão integrada: MES e ERP se comunicam com a linha, registrando dados, ordens e lotes em tempo real.
  • IA e modelos preditivos: IA analisa padrões para prever falhas, otimizar parâmetros e ajustar cozimento, densidade e energia automaticamente.
  • Dashboards e alertas: painéis mostram KPIs e avisos quando algo foge do esperado, para ação rápida.

Benefícios práticos

  • Menos paradas não programadas e maior consistência de produto.
  • Melhor controle de consumo de energia e água.
  • Rastreamabilidade completa desde a matéria-prima até o pellet final.
  • Respostas rápidas a alterações de receita ou de formato.

Como planejar a implementação

  1. Mapeie os processos críticos da planta e identifique onde há maior variabilidade.
  2. Defina quais dados são essenciais e quais KPIs acompanhar.
  3. Escolha plataformas compatíveis e que se integrem bem aos equipamentos existentes.
  4. Faça um piloto em uma linha antes de escalar para toda a planta.
  5. Treine a equipe e estabeleça SOPs para uso diário.
  6. Implemente governança de dados e políticas de segurança.

Boas práticas e considerações

  • Proteja dados sensíveis e garanta backups regulares.
  • Padronize formatos de dados para facilitar a integração.
  • Planeje redundância de sistemas críticos para evitar interrupções.
  • Avalie sempre o retorno com base em ganhos de eficiência, qualidade e rastreabilidade.

ROI e expectativas

O retorno vem da redução de perdas, melhoria na qualidade e maior produtividade. Com implantação bem planejada, a gente observa ganhos significativos na consistência da produção e na capacidade de responder rapidamente a mudanças de demanda ou de receita.

Parcerias com produtores latino-americanos ajudam a validar a tecnologia.

Parcerias com produtores latino-americanos ajudam a validar a tecnologia na prática. Nessas alianças, a linha de produção é testada em fazendas diferentes, com climas, solos e regimes de manejo variados.

Por que isso funciona

A mesma tecnologia pode se comportar de maneiras distintas. A densidade, a expansão do pellet e o consumo de energia mudam conforme o tipo de ração e o manejo da planta. Testes em campo mostram o que é robusto e o que precisa ajustar.

Como estruturar uma parceria

  1. Defina objetivos mensuráveis para produção, qualidade e eficiência.
  2. Escolha parceiros com volume estável e abertura para registrar resultados.
  3. Proponha protocolos de teste simples e realistas para o campo.
  4. Colha dados em etapas, usando planilhas simples e visualizações fáceis.
  5. Analise resultados com a sensoriedade de quem vai usar a tecnologia.
  6. Decida escala, treinamentos e cronogramas de expansão.
  7. Documente tudo em acordos ou memorandos para evitar mal-entendidos.

Critérios de seleção de parceiros

  • Perfil de manejo compatível com o teste proposto.
  • Disposição para registrar resultados e compartilhar aprendizados.
  • Infraestrutura básica para realizar pilotos, como espaço e acesso a dados.
  • Compromisso com a rastreabilidade e com padrões de qualidade.

Metodologia de teste

Defina objetivos, parâmetros simples e duração adequada. Use apenas uma ou duas variáveis por piloto para facilitar a leitura dos resultados. Registre receitas, inputs, condições climáticas e métricas de desempenho.

Rastreamabilidade de dados

Guarde informações de lote, origem de matéria-prima, mudanças de receita e resultados de qualidade. Isso facilita comparações entre cenários e comprovação de ganhos.

Casos práticos e aprendizados

Projetos bem-sucedidos mostram menos desperdícios, pellet com desempenho estável e melhor aceitação pelo animal. Esses ganhos se refletem em maior produtividade e em melhoria da qualidade do produto final.

Boas práticas para manter as parcerias

  • Comunique progressos com frequência, com gráficos simples e objetivos claros.
  • Treine equipes locais para interpretar dados e agir com rapidez.
  • Garanta confidencialidade e alinhamento sobre uso de resultados.

ROI e expectativas

O retorno vem de ganhos em eficiência, redução de perdas e melhoria da rastreabilidade. Quando bem estruturadas, as parcerias aceleram a validação e facilitam o escalonamento da tecnologia nas operações.

Victam Latam: exposição da Andritz e suas soluções de automação.

Na Victam Latam, a Andritz apresentou automação que pode mudar a planta de rações. Soluções combinadas conectam sensores, controladores e software para operar com dados em tempo real. A ideia é ter uma visão holística, não apenas peças isoladas.

O que a Andritz mostrou

A empresa destacou plataformas que integram SCADA, MES e ERP. Elas permitem monitorar temperaturas, pressões e vazões, tudo num único painel. A automação prevê manutenção com base em dados e reduz falhas inesperadas.

Soluções em foco

  • SCADA com dashboards intuitivos para operação diária.
  • Gestão de energia e água com algoritmos de otimização.
  • Rastreamento de lotes e rastreabilidade total.
  • Manutenção preditiva usando sensores de vibração e temperatura.
  • Integração suave com MES e ERP existentes.

Benefícios na prática

  • Menos paradas, mais produção estável.
  • Melhor qualidade de pellets e consistência do processo.
  • Redução de consumo de energia e água por lote.
  • Rastreamação completa, facilitando recall e conformidade.

Como avaliar uma proposta de automação

  1. Defina metas claras de desempenho e ROI.
  2. Cheque compatibilidade com equipamentos atuais.
  3. Solicite provas de conceito e pilotos pequenos.
  4. Garanta integração com ERP/MES e treinamentos.
  5. Calcule o ROI com base em uptime, qualidade e eficiência.

Notas finais

As melhores soluções entregam ganho real com planejamento. O retorno vem de menos perdas, mais produção e maior previsibilidade.

Construção higiênica em aço inoxidável para segurança alimentar.

Construção higiênica em aço inoxidável é a base da segurança alimentar na linha de rações. O aço inox oferece resistência à ferrugem, facilita a limpeza e não retém resíduos. Prefira componentes em aço 304 ou 316 conforme a área de uso. O acabamento liso ajuda a evitar cantos onde sujeira se esconda.

Conceito-chave

A ideia é ter superfícies duras, juntas bem seladas e frestas mínimas. Assim, a higienização fica mais rápida e confiável, reduzindo contaminação e recalls.

Materiais e acabamentos

Para áreas em contato com alimento, use aço inox 304 ou 316. A 316 é mais resistente à corrosão em ambientes químicos ou com sal. Opte por acabamento polido ou semi-polido suave, que facilita a limpeza e a inspeção visual.

Desenho e instalação

Projete com cantos arredondados, junções planas e superfícies fáceis de limpar. Use vedações sanitárias compatíveis com alimento e evita reentrâncias. Instale drenos com inclinação de 1–2% para água sair facilmente. Evite áreas onde água fique acumulada.

Limpeza e CIP

CIP é essencial. Use soluções adequadas, enxágue bem e verifique a superfície após cada limpeza. Registre as rotinas de limpeza, a temperatura e o tempo de cada ciclo para rastreabilidade.

Manutenção e rastreabilidade

Faça inspeções periódicas de soldas, juntas e acabamentos. Substitua componentes desgastados e mantenha peças de reposição. Documente cada intervenção para facilitar recall e auditorias.

Custos e ROI

O investimento inicial é superior, mas reduz perdas, contaminações e interrupções. Com o tempo, a higiene sólida reduz custos com recalls, mantendo a confiança do mercado.

Checklist prático

  1. Escolha aço inox 304 ou 316 conforme ambiente.
  2. Defina acabamento adequado e cantos arredondados.
  3. Projete com drenos e juntas fáceis de limpar.
  4. Planeje CIP e registre rotinas.
  5. Implemente inspeções regulares e rastreabilidade.

Com uma construção adequada em aço inoxidável, a planta fica mais higiênica, confiável e preparada para atender padrões de qualidade e segurança alimentar.

Visão de mercado para a produção de rações na América Latina.

A visão de mercado para a produção de rações na América Latina está em constante evolução. A demanda cresce junto com a pecuária, a aquicultura e o abastecimento de pets, e as empresas precisam se adaptar rapidamente.

Brasil, Argentina e México lideram o cenário, mas cada país apresenta desafios únicos. A disponibilidade de grãos, a volatilidade cambial e as políticas públicas influenciam o custo final. Quem entende essas dinâmicas tem vantagem competitiva.

Segmentos de demanda

Os principais segmentos são gado de corte, gado leiteiro, aves, suínos, aquicultura e pets. Cada um exige formulações diferentes, com foco em digestibilidade, palatabilidade e custo por kg de alimento.

  • Gado de corte e leiteiro demandam rações com boa energia e proteína, estáveis durante o transporte e a armazenagem.
  • Aves precisam de pellets com tamanho adequado e boa digestibilidade.
  • Suínos exigem ração balanceada para curtos períodos de engorda.
  • Aquicultura requer pellet de densidade e resistência à água.
  • Pets demandam palatabilidade e ingredientes de origem confiável.

Fatores que influenciam preços e oferta

A oferta de matérias-primas, como milho e soja, impacta diretamente o custo. A demanda externa, especialmente da região andina e da Central America, pode movimentar os preços. A logística, com estradas e portos, também afeta a disponibilidade local.

  • Preço das commodities e câmbio.
  • Condições climáticas que afetam a colheita.
  • Custos de transporte e armazenagem.
  • Regulamentação ambiental e de segurança alimentar.

Oportunidades por região

O Brasil continua líder em produção de grãos, o que favorece rações competitivas. A Argentina oferece pastagens abundantes, o que pode reduzir custos de insumos em determinadas formulações. O México mostra potencial de crescimento em rações para aves e suínos, com demanda doméstica alta.

  • Brasil: vantagem de escala e integração entre soja, milho e rações.
  • Argentina: matéria-prima disponível, com foco em rações para ruminantes.
  • México: mercado em expansão para rações industriais e pet food.

Estratégias para produtores locais

  1. Faça curtos pilotos regionais para entender ajustes de formulação.
  2. Invista em rastreabilidade para diferenciar o produto.
  3. Busque parcerias com fornecedores locais de grãos para reduzir custos.
  4. Desenvolva soluções de rações específicas para espécies locais.
  5. Aperfeiçoe a logística para minimizar quebra de lote.

Indicadores de desempenho (KPIs)

  • Custo por tonelada de ração produzida.
  • Margem bruta por linha de produção.
  • Índice de conversão alimentar na prática.
  • Tempo de ciclo da linha e uptime.

Adotar uma visão de mercado com foco regional ajuda a planejar investimentos, reduzir riscos e aproveitar oportunidades ao longo da cadeia de produção de rações na América Latina.

Como produtores podem planejar investimentos e capacitação com ExMax S1021.

Planejar investimentos e capacitação com a ExMax S1021 começa definindo metas de produção, qualidade e ROI desde o início.

Diagnóstico inicial

Avalie sua linha atual: perdas, tempo de inatividade e custo por tonelada. Registre números básicos para comparar depois. Isso dá visibilidade de onde a nova extrusora pode ajudar.

Plano de investimento

Liste itens necessários: equipamento, infraestrutura, software, peças de reposição e treinamento. Considere custos de implementação, manutenção e suporte técnico. Avalie financiamento, leasing ou parcerias para facilitar o fluxo de caixa.

ROI e payback

Defina uma meta de ROI e um payback realista. Considere ganhos como menos desperdício, menos paradas e menor consumo de energia. Calcule o payback em meses com base nesses números.

Projeto piloto

Inicie com um piloto em uma linha. Compare desempenho entre piloto e linha existente. Ajuste receitas, parâmetros e rotinas de limpeza conforme necessário.

Capacitação da equipe

Elabore um plano de treinamento prático. Foque em operação segura, leitura de painéis, ajustes de parâmetros e manutenção básica. Crie SOPs simples e treinos curtos com a equipe.

Gestão e governança

Estabeleça governança de dados, rotinas de registro e revisões periódicas. Documente tudo para auditoria e rastreabilidade do produto.

Checklist de implementação

  1. Levante custos e benefícios com dados reais.
  2. Defina metas de produção, qualidade e ROI.
  3. Planeje o piloto com métricas claras.
  4. Programe treinamentos e SOPs.
  5. Avalie KPIs e ajuste conforme necessário.

Com esse plano, você avança com confiança e controle sobre o investimento na ExMax S1021.

Além disso, confira abaixo esses posts:

Preço do Milho Atualizado

Saiba Mais Sobre Dr. João Maria
Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.

joão silva

Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite. Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.