Alerta: planta tóxica mata milhares!

Alerta: planta tóxica mata milhares!

Problema de Infestação em Eldorado do Sul

O município de Eldorado do Sul, no Rio Grande do Sul, está enfrentando uma “infestação muito alta” de uma planta tóxica para o gado, conhecida como “maria-mole”. Essa infestação tem causado a morte de milhares de cabeças de gado a cada ano, causando danos significativos à cadeia produtiva da bovinocultura.

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Efeitos Tóxicos no Gado

Segundo a Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul, as plantas do gênero Senecio, como a “maria-mole”, são responsáveis pela maioria das mortes de bovinos no Estado. Com uma letalidade praticamente de 100%, a planta se tornou a maior causa de morte de bovinos, especialmente durante a temporada de crescimento da planta, quando ela concentra maior teor tóxico.

Estudo e Perspectivas Futuras

Para lidar com a situação, a Secretaria de Agricultura prevê a realização de uma pesquisa semelhante no município de Guaíba em 2024. Isso possibilitará uma compreensão mais abrangente do problema e contribuirá para o desenvolvimento de estratégias de controle mais eficazes em toda a região. A pesquisa também pode servir de base para estudos semelhantes em outras áreas do Estado.

Consequências para a Cadeia Produtiva da Bovinocultura

A infestação tem causado graves prejuízos à cadeia produtiva da bovinocultura, afetando diretamente os produtores e a economia da região. Além disso, a letalidade da planta representa um risco significativo para a saúde do gado, impactando negativamente a produção e a qualidade da carne.

Impacto Ambiental e Projeção Futura

Devido às características ambientais e fenológicas da planta, ela se tornou abundante em várias regiões do Estado, representando um sério desafio para a criação de gado. Com a incidência da infestação em diferentes áreas, a necessidade de estratégias de controle e prevenção se torna ainda mais urgente.

Essas informações, adaptadas do Estadão pela equipe MilkPoint, destacam a gravidade do problema causado pela infestação da planta “maria-mole” em Eldorado do Sul, exigindo ações imediatas e eficazes para lidar com essa situação crítica.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo




O município gaúcho de Eldorado do Sul está com uma infestação “muito alta” de uma planta da espécie Senécio madagascariensis, popularmente conhecida como “maria-mole” e extremamente tóxica ao gado.


Esta planta é responsável, no Estado, pela morte de 30 mil a 42 mil cabeças por ano. A informação foi divulgada hoje pela Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul, em evento promovido pela Emater-RS.


“Plantas do gênero Senecio são as mais importantes no Rio Grande do Sul sob o ponto de vista toxicológico, causando graves prejuízos à cadeia produtiva da bovinocultura“, confirmou, em nota da pasta, o pesquisador Fernando Castilhos Karam, do Laboratório de Histopatologia do Centro Estadual de Diagnóstico e Pesquisa em Saúde Animal Desidério Finamor. “A letalidade é praticamente 100%.”


Segundo a secretaria, por razões ambientais e características fenológicas, a planta é abundante e se tornou a maior causa de morte de bovinos no Estado, oscilando em algumas regiões com a tristeza parasitária bovina). “A lotação animal maior que a oferta de pasto parece ser o principal fator que favorece a ingestão, o que é comum de ocorrer no outono/inverno, justamente quando a maioria das espécies está em crescimento e quando concentram maior teor tóxico”, detalha o técnico na nota.


A mesma pesquisa será executada no município de Guaíba (RS) em 2024. “O estudo pode ser extrapolado para outras unidades ou regiões, já que a planta ocorre em todo o Estado”, finaliza.


As informações são do Estadão, adaptadas pela equipe MilkPoint. 


O grande problema da infestação de “maria-mole” em Eldorado do Sul

O município gaúcho de Eldorado do Sul está lidando com um grande problema de infestação de uma planta da espécie Senécio madagascariensis, popularmente conhecida como “maria-mole” e extremamente tóxica ao gado.

Graves consequências para a bovinocultura

Esta infestação tem causado a morte de 30 mil a 42 mil cabeças de gado por ano no Estado do Rio Grande do Sul, gerando graves prejuízos para a cadeia produtiva da bovinocultura, conforme divulgado pela Secretaria de Agricultura gaúcha, em um evento promovido pela Emater-RS.

Letalidade e prevalência da planta

As plantas da espécie Senecio são as mais importantes no Rio Grande do Sul sob o ponto de vista toxicológico, causando graves consequências para a bovinocultura, confirmou o pesquisador Fernando Castilhos Karam, do Laboratório de Histopatologia do Centro Estadual de Diagnóstico e Pesquisa em Saúde Animal Desidério Finamor, em nota da Secretaria de Agricultura. A letalidade causada por essa planta chega a quase 100%, e a prevalência em diversas regiões a torna a maior causa de morte de bovinos no Estado.

Fatores que favorecem a ingestão da planta

Segundo a secretaria, a abundância da planta por razões ambientais e características fenológicas, aliada à alta lotação animal e baixa oferta de pasto, favorece a ingestão, o que é comum de ocorrer no outono e inverno, justamente quando a planta está em crescimento e com maior teor tóxico. Essa situação é agravada ainda pela tristeza parasitária bovina.

Impacto e pesquisa futura

A mesma pesquisa será realizada no município de Guaíba em 2024, visando expandir seu estudo para outras unidades ou regiões, já que a planta ocorre em todo o Estado.

As informações são do Estadão, adaptadas pela equipe MilkPoint.

Pergunta 1: Qual é a gravidade da infestação da planta Senécio madagascariensis em Eldorado do Sul, no Rio Grande do Sul?
Resposta: A infestação é classificada como “muito alta” e é extremamente tóxica ao gado, causando a morte de milhares de cabeças por ano.

Pergunta 2: Por que a planta Senécio madagascariensis é considerada uma ameaça à cadeia produtiva da bovinocultura?
Resposta: A planta é responsável por graves prejuízos à cadeia produtiva da bovinocultura no Estado, com uma letalidade próxima de 100%.

Pergunta 3: Quais são as razões ambientais e características fenológicas que favorecem a ingestão da planta pelos bovinos?
Resposta: A planta é abundante e se tornou a maior causa de morte de bovinos no Estado, especialmente durante o outono/inverno, quando a maioria das espécies está em crescimento e concentram maior teor tóxico.

Pergunta 4: Em que regiões do Rio Grande do Sul ocorre a infestação da planta Senécio madagascariensis?
Resposta: A planta ocorre em todo o Estado e é especialmente comum em Eldorado do Sul e Guaíba.

Pergunta 5: Qual é a importância de se estudar e monitorar a infestação da planta Senécio madagascariensis em outros municípios?
Resposta: Estudar e monitorar a infestação é essencial, pois a planta pode representar uma ameaça em outras regiões do estado e pode causar graves prejuízos à produção agropecuária.

Perguntas frequentes sobre a infestação de “maria-mole” em Eldorado do Sul

O que é a planta Senécio madagascariensis?

A Senécio madagascariensis, conhecida popularmente como “maria-mole”, é uma planta extremamente tóxica ao gado e responsável pela morte de milhares de cabeças no Estado do Rio Grande do Sul.

Qual o impacto da infestação dessa planta?

A infestação “muito alta” da “maria-mole” em Eldorado do Sul tem gerado graves prejuízos à cadeia produtiva da bovinocultura, causando a morte de milhares de cabeças por ano no Estado.

Quais as razões para a letalidade dessa planta?

A planta é abundante, e, por razões ambientais e características fenológicas, se tornou a principal causa de morte de bovinos no Estado, sendo a principal fator que favorece a ingestão a lotação animal maior que a oferta de pasto.

Conclusão

O município gaúcho de Eldorado do Sul está com uma infestação “muito alta” de uma planta da espécie Senécio madagascariensis, popularmente conhecida como “maria-mole” e extremamente tóxica ao gado.

Esta planta é responsável, no Estado, pela morte de 30 mil a 42 mil cabeças por ano. A informação foi divulgada hoje pela Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul, em evento promovido pela Emater-RS.

“Plantas do gênero Senecio são as mais importantes no Rio Grande do Sul sob o ponto de vista toxicológico, causando graves prejuízos à cadeia produtiva da bovinocultura“, confirmou, em nota da pasta, o pesquisador Fernando Castilhos Karam, do Laboratório de Histopatologia do Centro Estadual de Diagnóstico e Pesquisa em Saúde Animal Desidério Finamor. “A letalidade é praticamente 100%.”

Segundo a secretaria, por razões ambientais e características fenológicas, a planta é abundante e se tornou a maior causa de morte de bovinos no Estado, oscilando em algumas regiões com a tristeza parasitária bovina). “A lotação animal maior que a oferta de pasto parece ser o principal fator que favorece a ingestão, o que é comum de ocorrer no outono/inverno, justamente quando a maioria das espécies está em crescimento e quando concentram maior teor tóxico”, detalha o técnico na nota.

A mesma pesquisa será executada no município de Guaíba (RS) em 2024. “O estudo pode ser extrapolado para outras unidades ou regiões, já que a planta ocorre em todo o Estado”, finaliza.

As informações são do Estadão, adaptadas pela equipe MilkPoint.

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