A colheita da soja nos EUA causou uma queda em Chicago durante a semana?

A colheita da soja nos EUA causou uma queda em Chicago durante a semana?

Noticias do Jornal do campo Soberano
Boa leitura!
Se você está interessado em se manter informado sobre o agronegócio brasileiro e receber as principais notícias do setor em primeira mão, fique atento a este artigo. Aqui, vamos abordar os recentes movimentos do mercado de milho, o impacto da Bolsa de Valores de Chicago (CBOT) nas cotações internas e como isso influencia os preços da soja no Brasil.

Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!

**Movimentos recentes no mercado de milho**
Nos últimos dias, observamos uma queda nos preços do milho no mercado brasileiro. Essa queda foi causada pela lentidão nas vendas e pelo distanciamento dos agentes devido às perdas acumuladas nos contratos futuros negociados na Bolsa Mercantil de Chicago (CBOT).

De acordo com dados do Culturas e Mercado, na cidade de Passo Fundo (RS), a saca de soja de 60 quilos passou de R$ 150 para R$ 144. A redução de preços também foi observada em outros mercados, como Cascavel (PR), onde o preço caiu de R$ 138 para R$ 134, e Rondonópolis (MT), que teve uma redução de R$ 127 para R$ 124. Já no Porto de Paranaguá, o preço foi reduzido de R$ 148 para R$ 144.

**Soja na Bolsa de Valores de Chicago (CBOT)**
Na CBOT, a posição de novembro da soja, a mais negociada, acumulou uma perda de 3,47%, sendo cotada a US$ 12,96 3/4 por bushel. Essa queda foi influenciada por fatores fundamentais e pela aversão ao risco nas finanças internacionais.

O início da colheita nos Estados Unidos também trouxe pressão sazonal ao mercado, assim como a perspectiva de entrada de uma grande safra sul-americana. A competitividade do produto brasileiro também exerceu peso na formação dos preços futuros.

Além disso, o setor financeiro ganhou força na composição das cotações nesta semana. O banco central norte-americano sinalizou um possível aumento nas taxas de juros, o que gerou uma queda generalizada nas matérias-primas, com o capital fluindo para opções de menor risco.

Esse movimento resultou em um aumento do valor do dólar frente a outras moedas, incluindo o real. Até quinta-feira, a moeda norte-americana acumulou alta de 1,36%, chegando a R$ 4,9346. Esse comportamento cambial mitigou o impacto de Chicago nos preços internos, mas não o suficiente para movimentar o mercado físico brasileiro.

**Subtítulo 1: Influência da política de juros**
A sinalização do banco central norte-americano sobre um possível aumento das taxas de juros teve um impacto significativo nos preços das commodities agrícolas. Essa medida levou à atração de investidores para opções de menor risco, resultando em uma queda nos preços da soja.

**Subtítulo 2: Perspectivas para a safra sul-americana**
A entrada de uma grande safra sul-americana no mercado também influenciou os preços futuros da soja. A competitividade do produto brasileiro, em particular, afetou as cotações internacionais. Com uma produção considerável, o mercado se prepara para lidar com um aumento na oferta que pode pressionar ainda mais as cotações.

**Subtítulo 3: Movimentos cambiais e o impacto nos preços internos**
O aumento do valor do dólar frente a outras moedas, incluindo o real, teve um efeito mitigado nos preços internos. Embora o comportamento cambial tenha amenizado o impacto de Chicago, o mercado físico brasileiro ainda não viu uma movimentação significativa nos preços da soja.

**Subtítulo 4: Análise das perspectivas futuras**
Considerando os fatores discutidos acima, é importante analisar as perspectivas futuras para o mercado de soja no Brasil. A demanda interna e externa, juntamente com os movimentos internacionais, continuarão a influenciar os preços. É essencial acompanhar de perto essas tendências e estar preparado para possíveis variações no mercado.

**Subtítulo 5: Conclusão**
Em conclusão, os preços da soja no mercado brasileiro sofreram uma queda devido à lentidão nas vendas e às perdas acumuladas nos contratos futuros negociados na CBOT. A perspectiva de entrada de uma grande safra sul-americana e o aumento da competitividade do produto brasileiro também influenciaram os preços futuros. Além disso, as movimentações cambiais e a aversão ao risco nas finanças internacionais tiveram um impacto significativo nos preços internos. É fundamental acompanhar de perto essas oscilações e estar preparado para as tendências futuras do mercado.

Gostou deste artigo? Confira abaixo algumas perguntas e respostas para aprofundar ainda mais o seu conhecimento:

1. Quais foram os principais fatores que influenciaram a queda nos preços da soja no mercado brasileiro?
Os principais fatores foram a lentidão nas vendas, as perdas acumuladas nos contratos futuros negociados na CBOT, a perspectiva de entrada de uma grande safra sul-americana e a competitividade do produto brasileiro.

2. Como a aversão ao risco nas finanças internacionais afetou os preços da soja?
A aversão ao risco levou a uma queda generalizada nas matérias-primas, incluindo a soja, com os investidores buscando opções de menor risco. Isso resultou em uma pressão adicional sobre os preços da commodity.

3. Qual foi o impacto do aumento do valor do dólar frente a outras moedas nos preços da soja no Brasil?
O aumento do valor do dólar frente a outras moedas teve um efeito mitigado nos preços internos da soja. Embora tenha amenizado o impacto de Chicago, o mercado físico brasileiro ainda não viu uma movimentação significativa nos preços.

4. Quais são as perspectivas futuras para o mercado de soja no Brasil?
As perspectivas futuras dependem de uma série de fatores, incluindo a demanda interna e externa, os movimentos internacionais e a sazonalidade da colheita. É fundamental acompanhar de perto essas tendências e estar preparado para possíveis variações no mercado.

5. Como posso me manter atualizado sobre as notícias do agronegócio brasileiro?
Para se manter informado sobre as principais notícias do setor, é recomendado acompanhar portais especializados, como o Culturas e Mercado e outros veículos de comunicação voltados para o agronegócio. Também é possível assinar newsletters e participar de grupos e fóruns de discussão sobre o tema.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo
Gostou das nossas dicas? Possui alguma outra que gostaria de compartilhar com a gente?
Escreva para nós nos comentários!

Verifique a Fonte Aqui

Os preços de militares recuou no mercado brasileiro, em uma semana marcada pela lentidão nas vendas.

Com os contratos futuros acumulando perdas na Bolsa Mercantil de Chicago (CBOT), os agentes se distanciaram e as negociações perderam ritmo.

Na semana, a saca de soja de 60 quilos passou de R$ 150 para R$ 144 em Passo Fundo (RS), segundo dados do Culturas e Mercado. Nos demais mercados, o preço do saco de 60kg era o seguinte:

  • Cascavel (PR): caiu de R$ 138 para R$ 134
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 127 para R$ 124
  • Porto de Paranaguá: reduzido de R$ 148 para R$ 144

Soja na Bolsa de Valores de Chicago (CBOT)

Na Bolsa Mercantil de Chicago (CBOT), a posição de novembro – a mais negociada – acumulou perda de 3,47%, cotada a US$ 12,96 3/4 por bushel.

Fatores fundamentais e a aversão ao risco nas finanças internacionais determinaram a queda. O início da colheita nos Estados Unidos traz pressão sazonal ao mercado.

Além disso, existe a perspectiva de entrada no mercado de uma grande safra sul-americana. O aumento da competitividade do produto brasileiro também pesou na formação dos preços futuros.

O setor financeiro ganhou força na composição das cotações nesta semana. O banco central norte-americano sinalizou que poderá aumentar as taxas de juros até o final do ano. Como resultado, houve uma queda generalizada nas matérias-primas, com o capital a fluir para opções de menor risco.

Esse movimento aumentou o valor do dólar frente a outras moedas. Comparado com a realidade, não foi diferente. A moeda norte-americana acumulou alta de 1,36% até quinta-feira, chegando a R$ 4,9346.

Este comportamento cambial mitigou o impacto de Chicago nos preços internos, mas não o
suficiente para movimentar o mercado físico brasileiro.