leite: Salve as fazendas de leite uruguaias!

leite: Salve as fazendas de leite uruguaias!

A crise no setor de laticínio do Uruguai

Impacto nas fazendas leiteiras uruguaias

A falta de substituição de gerações e os problemas de escala estão levando quase 65 fazendas leiteiras a fecharem suas portas a cada ano, de acordo com Juan Daniel Vago, presidente do Instituto Nacional do Leite do Uruguai (Inale). Nos últimos três anos, cerca de 192 fazendas fecharam, enquanto apenas um número muito menor de novas fazendas abriram. O envelhecimento dos produtores de leite é um problema, já que muitos chegam aos 60 anos sem ninguém para assumir seus negócios, resultando no fechamento das propriedades.

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Problemas enfrentados pelos produtores

Vago destaca que as fazendas leiteiras familiares enfrentam desafios em termos de escala, já que muitas operam com apenas 40 a 50 vacas. Ele ressalta a necessidade de os produtores considerarem associações com vizinhos para melhorar a eficiência e tornar seus negócios mais sustentáveis. Outro ponto de preocupação são as condições das terras de colonização, onde cerca de 1.000 fazendas leiteiras estão operando.

Necessidade de soluções de longo prazo

Vago ressalta a importância de uma visão de longo prazo para reverter a situação no setor de laticínios do Uruguai. Ele aponta a necessidade de investimentos para resolver problemas de ineficiência na produção de queijos e destaca a importância de um guia de 15 anos com objetivos claros para a cadeia de produção de laticínios.

Conclusão

A situação das fazendas leiteiras no Uruguai é preocupante, com um número significativo fechando a cada ano. O Inale está ciente desses desafios e busca soluções de longo prazo para garantir um futuro mais sustentável para o setor de laticínios do país. A falta de ação pode levar a um declínio ainda maior no número de fazendas ativas.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo




O presidente do Instituto Nacional do Leite do Uruguai (Inale), Juan Daniel Vago, confirmou que no país, quase 65 fazendas leiteiras fecham a cada ano devido à falta de substituição de gerações e aos problemas de escala que os produtores nacionais de leite têm de enfrentar.

 

Em um diálogo com a rádio Carve, o hierarca do setor lácteo explicou que cerca de 64 fazendas leiteiras têm que fechar suas portas em uma média anual, já que nos últimos três anos cerca de 192 fecharam mais do que o número de aberturas. Por outro lado, ele destacou que cerca de 2.068 fazendas leiteiras estão ativas atualmente, de acordo com os registros do Fundo de Garantia do Leite (Fogale).

 

“Há produtores que fecham e há produtores que abrem, de modo que a contagem líquida é de 64 produtores por ano”, disse ele. “Há produtores de leite que chegam aos 60 anos de idade e não têm ninguém para acompanhá-los, e a única opção que têm é fechar as portas”, disse ele, referindo-se ao problema da mudança de geração.

 

Ele também disse que “há problemas de escala” nas fazendas leiteiras familiares de 40 a 50 vacas, que “não veem que há uma maneira de se associar com vizinhos, entre dois, entre três, para melhorar a escala e distribuir as tarefas e ser mais eficiente. Há 1.000 fazendas leiteiras que estão trabalhando em terras de colonização, o que significa que a contribuição do (Instituto Nacional de) Colonização em termos de tecnologia, créditos e oportunidades para que possam funcionar e ser lucrativas é importante”.

 

Vago comentou que no Inale eles estão cientes de que há fazendas leiteiras que continuarão fechando nos próximos anos, já que “é natural”, mas que o importante é que haja mais fazendas que abram ou reabram do que essas.

 

“Os dados são lapidares e é uma das preocupações que temos”. Para reverter a situação, Vago acredita que é essencial “ter uma visão de longo prazo, um guia de 15 anos com objetivos claros e uma visão da cadeia”, sobretudo focada no setor primário e na indústria de laticínios, que “tem problemas de ineficiência no setor de queijos por falta de investimento”.

 

As informações são do Ámbito, traduzidas pela Equipe MilkPoint.

 

Presidente do Instituto Nacional do Leite do Uruguai confirma preocupante fechamento de fazendas leiteiras no país

O presidente do Instituto Nacional do Leite do Uruguai (Inale), Juan Daniel Vago, confirmou que no país quase 65 fazendas leiteiras fecham a cada ano devido à falta de substituição de gerações e aos problemas de escala que os produtores nacionais de leite têm de enfrentar.

Fechamento de fazendas leiteiras e problemas de escala

Em um diálogo com a rádio Carve, o hierarca do setor lácteo explicou que cerca de 64 fazendas leiteiras têm que fechar suas portas em uma média anual, já que nos últimos três anos cerca de 192 fecharam mais do que o número de aberturas. Por outro lado, ele destacou que cerca de 2.068 fazendas leiteiras estão ativas atualmente, de acordo com os registros do Fundo de Garantia do Leite (Fogale).

Problemas de sucessão e escala

“Há produtores que fecham e há produtores que abrem, de modo que a contagem líquida é de 64 produtores por ano”, disse ele. “Há produtores de leite que chegam aos 60 anos de idade e não têm ninguém para acompanhá-los, e a única opção que têm é fechar as portas”, disse ele, referindo-se ao problema da mudança de geração.

Problemas de escala e possíveis soluções

Ele também disse que “há problemas de escala” nas fazendas leiteiras familiares de 40 a 50 vacas, que “não veem que há uma maneira de se associar com vizinhos, entre dois, entre três, para melhorar a escala e distribuir as tarefas e ser mais eficiente. Há 1.000 fazendas leiteiras que estão trabalhando em terras de colonização, o que significa que a contribuição do (Instituto Nacional de) Colonização em termos de tecnologia, créditos e oportunidades para que possam funcionar e ser lucrativas é importante”.

Preocupação e perspectivas futuras

Vago comentou que no Inale eles estão cientes de que há fazendas leiteiras que continuarão fechando nos próximos anos, já que “é natural”, mas que o importante é que haja mais fazendas que abram ou reabram do que essas.

Reverter a situação e visão de longo prazo

“Os dados são lapidares e é uma das preocupações que temos”. Para reverter a situação, Vago acredita que é essencial “ter uma visão de longo prazo, um guia de 15 anos com objetivos claros e uma visão da cadeia”, sobretudo focada no setor primário e na indústria de laticínios, que “tem problemas de ineficiência no setor de queijos por falta de investimento”.

Fonte das informações

As informações são do Ámbito, traduzidas pela Equipe MilkPoint.

1. Qual é o impacto do fechamento das fazendas leiteiras no Uruguai?
Resposta: O fechamento das fazendas leiteiras no Uruguai tem impactos negativos na economia, na geração de empregos e na produção nacional de leite.

2. Quais são os principais motivos que levam as fazendas leiteiras a fecharem suas portas?
Resposta: Os principais motivos incluem a falta de substituição de gerações, problemas de escala e a falta de investimento no setor de laticínios.

3. Qual é o papel do Instituto Nacional do Leite do Uruguai (Inale) nesta situação?
Resposta: O Inale atua no sentido de buscar soluções e estratégias para manter as fazendas leiteiras ativas, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do setor.

4. Por que a falta de investimento no setor de laticínios é apontada como um problema?
Resposta: A falta de investimento no setor de laticínios pode levar à ineficiência na produção, afetando a qualidade e a competitividade dos produtos lácteos uruguaios.

5. A situação descrita no artigo representa um problema isolado ou é uma tendência global?
Resposta: O problema descrito no artigo reflete uma preocupação global com a diminuição da atividade agrícola e pecuária, especialmente em relação à sucessão familiar e à sustentabilidade das atividades no campo.

Perguntas frequentes sobre o fechamento de fazendas leiteiras no Uruguai

Por que as fazendas leiteiras estão fechando no Uruguai?

Especialistas atribuem o fechamento das fazendas leiteiras no Uruguai à falta de substituição de gerações e aos problemas de escala enfrentados pelos produtores nacionais de leite.

Quantas fazendas leiteiras fecham a cada ano?

Segundo o presidente do Instituto Nacional do Leite do Uruguai, quase 65 fazendas leiteiras fecham anualmente, resultando em um declínio significativo no número de fazendas ativas.

Quais são os principais desafios enfrentados pelos produtores de leite no país?

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Além da falta de substituição de gerações, os produtores de leite uruguaios enfrentam problemas de escala, especialmente nas fazendas familiares de menor porte, que lutam para se tornar eficientes e lucrativas.

O que está sendo feito para reverter essa situação?

O Inale está buscando uma abordagem de longo prazo, com objetivos claros e uma visão abrangente da cadeia produtiva de laticínios, incluindo investimentos e suporte para os produtores de leite.

O presidente do Instituto Nacional do Leite do Uruguai (Inale), Juan Daniel Vago, confirmou que no país, quase 65 fazendas leiteiras fecham a cada ano devido à falta de substituição de gerações e aos problemas de escala que os produtores nacionais de leite têm de enfrentar.

Em um diálogo com a rádio Carve, o hierarca do setor lácteo explicou que cerca de 64 fazendas leiteiras têm que fechar suas portas em uma média anual, já que nos últimos três anos cerca de 192 fecharam mais do que o número de aberturas. Por outro lado, ele destacou que cerca de 2.068 fazendas leiteiras estão ativas atualmente, de acordo com os registros do Fundo de Garantia do Leite (Fogale).

“Há produtores que fecham e há produtores que abrem, de modo que a contagem líquida é de 64 produtores por ano”, disse ele. “Há produtores de leite que chegam aos 60 anos de idade e não têm ninguém para acompanhá-los, e a única opção que têm é fechar as portas”, disse ele, referindo-se ao problema da mudança de geração.

Ele também disse que “há problemas de escala” nas fazendas leiteiras familiares de 40 a 50 vacas, que “não veem que há uma maneira de se associar com vizinhos, entre dois, entre três, para melhorar a escala e distribuir as tarefas e ser mais eficiente. Há 1.000 fazendas leiteiras que estão trabalhando em terras de colonização, o que significa que a contribuição do (Instituto Nacional de) Colonização em termos de tecnologia, créditos e oportunidades para que possam funcionar e ser lucrativas é importante”.

Vago comentou que no Inale eles estão cientes de que há fazendas leiteiras que continuarão fechando nos próximos anos, já que “é natural”, mas que o importante é que haja mais fazendas que abram ou reabram do que essas.

“Os dados são lapidares e é uma das preocupações que temos”. Para reverter a situação, Vago acredita que é essencial “ter uma visão de longo prazo, um guia de 15 anos com objetivos claros e uma visão da cadeia”, sobretudo focada no setor primário e na indústria de laticínios, que “tem problemas de ineficiência no setor de queijos por falta de investimento”.

As informações são do Ámbito, traduzidas pela Equipe MilkPoint.

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