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No artigo a seguir, abordaremos temas relevantes para o setor, com informações detalhadas e atualizadas. Então, prepare-se para ficar bem informado e se destacar no mercado!
1. Vacinação de vacas contra leptospirose
A vacinação contra a leptospirose é uma prática essencial para a reprodução do rebanho. Se a época de reprodução está se aproximando, é importante que as vacas sejam vacinadas com a primeira dose há pelo menos 30 dias. Agora, é necessário repetir a vacinação um ou dois dias antes da Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) ou do início da época de reprodução. Estudos realizados em São Paulo mostraram que essa vacinação reduz as perdas gestacionais em novilhas e vacas multíparas. A leptospirose está presente em todo o país, mas é mais comum em rebanhos do Centro-Oeste, Norte e regiões baixas e úmidas dos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Santa Catarina e São Paulo.
2. Controle de carrapatos no Brasil Central
A infestação por carrapatos pode trazer prejuízos ao ganho de peso do gado e também transmitir a tristeza parasitária, principalmente em animais meio-zebu-taurinos ou taurinos puros, e ocasionalmente em bovinos Nelore. É recomendado realizar tratamentos estratégicos quando a população de carrapatos é menor, geralmente entre julho e outubro, no Brasil Central. Caso o seu rebanho corra risco de contrair carrapatos, é importante que você realize o tratamento agora e repita no final de outubro nos animais que apresentarem 20 carrapatos ou mais. Vale ressaltar que esses parasitas são resistentes a diferentes bases farmacológicas, por isso é fundamental consultar um veterinário ou fazer o exame chamado biocarrapiticidograma.
3. Surto de hipomagnesemia em vacas taurinas em SC
Em Santa Catarina, foram registrados vários surtos de hipomagnesemia em vacas taurinas, também conhecida como tetania de pasto. Esses surtos ocasionaram a morte de algumas vacas de corte com mais de três a quatro anos de idade em algumas propriedades. No entanto, o tratamento adequado com medicamentos à base de magnésio conseguiu reverter o quadro grave. Todas as propriedades adotaram o sistema de integração lavoura-pecuária, o que pode levar ao excesso de potássio e nitrogênio nas pastagens, influenciando na absorção do magnésio e desencadeando essa doença metabólica.
4. Surto de coccidiose na bezerrada no Triângulo Mineiro
Um veterinário de campo relatou um surto de coccidiose em bezerros Nelore em uma propriedade em Minas Gerais. Após uma forte tempestade na região, poças de água se formaram no interior do recinto de “creep feed”, onde havia uma grande concentração de bezerros. Acredita-se que um animal com a doença tenha eliminado oocistos (ovos) de Eimeria spp pelas fezes, que permaneceram ativos nas poças e foram ingeridos pelos demais bezerros. Felizmente, nenhum bezerro morreu devido à rápida intervenção medicamentosa. Para prevenir surtos de coccidiose em bezerros, é importante desinfetar periodicamente o local onde são alimentados e evitar o acúmulo de água.
Conclusão:
Neste artigo, abordamos como a vacinação contra leptospirose é importante para a reprodução do rebanho, a necessidade de controle de carrapatos no Brasil Central, o surto de hipomagnesemia em vacas taurinas em SC e o surto de coccidiose na bezerrada no Triângulo Mineiro. Fique atento às informações aqui apresentadas para garantir a saúde e o bem-estar do seu rebanho.
Perguntas e respostas de alta demanda:
1. Qual a importância da vacinação contra leptospirose para a reprodução do rebanho?
A vacinação contra leptospirose é essencial para prevenir perdas gestacionais e garantir a saúde das vacas durante a época de reprodução.
2. Quais regiões do Brasil são mais propensas à leptospirose?
A leptospirose está mais presente em rebanhos do Centro-Oeste, Norte e em regiões baixas e úmidas dos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Santa Catarina e São Paulo.
3. Como controlar carrapatos no Brasil Central?
O controle de carrapatos pode ser feito por meio de tratamentos estratégicos, realizados entre julho e outubro, quando a população desses parasitas é menor.
4. O que é hipomagnesemia e quais os efeitos em vacas taurinas?
A hipomagnesemia é uma condição caracterizada pela baixa concentração de magnésio no sangue das vacas. Pode causar tremores e convulsões, podendo levar à morte dos animais.
5. Como prevenir a coccidiose em bezerros?
A prevenção da coccidiose em bezerros envolve a desinfecção regular do local onde são alimentados e a eliminação de poças de água, que podem conter oocistos ativos.
Esperamos que este artigo tenha sido útil e informativo para você. Continue acessando nosso site para ficar por dentro das principais notícias e informações do agronegócio brasileiro!
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo
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Por Enrico Ortolani – Professor Associado da Clínica de Ruminantes da FMVZ-USP ([email protected])
VACINAÇÃO DE VACAS CONTRA LEPTOSPIROSE
Se você vai iniciar a época de reprodução em outubro, já deve ter vacinado as vacas com a primeira dose contra a leptospirose, há 30 dias. Esta vacinação deve agora ser repetida um ou dois dias antes da IATF ou do início da época de reprodução.
Em experimento realizado em São Paulo, constatou-se que, em condições de IATF, essa vacinação reduz as perdas gestacionais (abortos e/ou mortalidade embrionária) em 6% em novilhas e em cerca de 1% em vacas multíparas.
A leptospirose ocorre em todo o país, mas está mais presente em rebanhos do Centro-Oeste, Norte e regiões baixas e úmidas dos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Santa Catarina e São Paulo.
Touros empregados na época de reprodução ou utilizados para transferência na IATF também devem ser vacinados, pois cerca de 5% da transmissão da doença pode ser pelo touro, o que abrange uma vaca positiva, com possibilidade de carregar a bactéria do contaminado. muco vaginal em vacas saudáveis. .
CONTROLE DE TICKET NO BRASIL CENTRAL
A infestação por carrapatos (mais de 20 carrapatos na virilha ou barbela) é prejudicial para o ganho de peso, além de poder transmitir tristeza parasitária, principalmente em animais meio-zebu-taurinos ou taurinos puros, e ocasionalmente também em bovinos Nelore.
Geralmente, os chamados tratamentos estratégicos são realizados quando a população de carrapatos é bem menor, ao longo do ano (entre julho e outubro, no Brasil Central).
Portanto, se o seu rebanho corre risco de contrair carrapatos, trate agora e repita no final de outubro os animais com 20 carrapatos ou mais, nos locais já citados.
Como esses parasitas são resistentes às mais diferentes bases farmacológicas dos carrapatos, procure orientação do seu veterinário de confiança ou faça o exame chamado biocarrapiticidograma, que é gratuito. Para isso, siga as instruções e envie os carrapatos adultos para EMBRAPA GADO DE LEITE ([email protected]) e INSTITUTO DESIDÉRIO FINAMOR (www.ipvdf.rs.gov.br).
Os resultados ficam disponíveis em até 60 dias e geralmente o mata-carrapatos indicado como o mais eficiente funciona do tipo atirar e soltar.
SURTO DE HIPOMAGNESEMIA EM VACAS TAURINAS EM SC
Um veterinário experiente de Santa Catarina confirmou vários surtos de hipomagnesemia (baixo teor de magnésio no sangue), também chamada de tetania de pasto, que matou algumas vacas de corte taurinas, com mais de três a quatro anos de idade, em propriedades nos municípios de Correia Pinto, Lages. , São Joaquim, Campo Belo do Sul e Santa Cecília, no planalto catarinense.
No entanto, alguns pacientes foram devidamente tratados com medicamentos à base de magnésio e o quadro grave foi revertido. Todas as propriedades adotaram o sistema de integração lavoura-pecuária com alta adubação nitrogenada e potássica nas pastagens de aveia e/ou azevém.
O excesso de potássio e nitrogênio, além de outros fatores, interfere na absorção do magnésio, que em sua deficiência causará fortes tremores e convulsões, podendo matar o animal (foto).
Em meu artigo de coluna na edição de outubro da Revista DBO explico detalhes do desencadeamento e prevenção dessa grave doença metabólica. Não perca!

SURTO DE COCCIDIOSE NA BEZERRADA NO TRIÂNGULO MINEIRO
Um veterinário de campo me relatou um surto de coccidiose que afetou 12 bezerros Nelore, num total de 40, em uma propriedade em Minas Gerais.
Segundo apurou, este surto ocorreu após uma forte tempestade na região, que provocou o aparecimento de poças de água no interior do recinto de “creep feed”, onde havia grande concentração de bezerros.
Tudo indica que um animal com a doença eliminou oocistos (ovos) de Eimeria spp pelas fezes, que permaneceram ativos nas poças e os demais bezerros posteriormente beberam essa água.
Os pacientes começaram a apresentar disenteria quase ao mesmo tempo (eliminação de sangue vivo nas fezes diarreicas) e graças à rápida intervenção medicamentosa, nenhum bezerro morreu.
Surtos de coccidiose não são tão raros em bezerros onde é oferecido “creepfeeding”, especialmente quando o cocho é muito baixo (menos de 20 cm de altura), permitindo que o bezerro defece dentro do cocho.
Recomenda-se, para desinfetar e matar os oocistos, que o cocho seja esvaziado a cada dois meses, raspado para retirar a sujeira e passado com a chamada vassoura de fogo!
Os buracos no pequeno piquete ao redor do creep fedding devem ser preenchidos para evitar o acúmulo de água. Os oocistos podem ser eliminados com uma solução 1 para 1 de ácido acético glacial (puro), mas esta solução é corrosiva e não deve ser usada em metais.

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