Noticias do Jornal do campo Soberano
Boa leitura!
Ficar por dentro do agronegócio brasileiro é essencial para quem deseja estar atualizado sobre um dos setores mais importantes da economia do país. Para isso, é fundamental ter acesso às principais notícias e informações do setor de forma rápida e precisa.
Neste artigo, vamos abordar os preços da soja no mercado brasileiro, destacando o comportamento do mercado em setembro e os principais fatores que influenciaram essa queda. Além disso, discutiremos o desempenho dos contratos futuros na Bolsa de Chicago e como isso afetou o mercado nacional. Também iremos explorar as perspectivas para a produção e exportação de soja no Brasil nos próximos anos.
No mês de setembro, os preços da soja registraram uma queda no mercado brasileiro, influenciados principalmente pelo fraco desempenho dos contratos futuros na Bolsa de Chicago. Produtores e investidores voltaram sua atenção para o plantio da nova safra, o que resultou em vendas lentas e, consequentemente, uma redução nos preços.
Em Passo Fundo (RS), por exemplo, o preço da soja caiu de R$ 153 para R$ 145 no período analisado. O mesmo ocorreu em outras regiões produtoras, como Cascavel (PR), Rondonópolis (MT) e Porto de Paranaguá (PR), onde os preços também registraram queda.
A Bolsa de Valores de Chicago, conhecida como CBOT, teve um papel importante nesse cenário, uma vez que os contratos com vencimento em novembro acumularam uma desvalorização de 5% no período. A colheita nos Estados Unidos, as perspectivas favoráveis para a produção sul-americana e a aversão ao risco no mercado financeiro foram os principais motivos dessa queda.
É importante destacar ainda que, apesar da queda nos preços da soja, o dólar comercial teve uma valorização de 0,4% no mês de setembro. Isso limitou parcialmente as perdas no mercado brasileiro, uma vez que a taxa de câmbio se manteve em um patamar favorável para os exportadores.
Em relação às perspectivas futuras, a consultoria Safras indica que as exportações de soja do Brasil devem totalizar 99 milhões de toneladas em 2024, um aumento de 1% em relação ao ano anterior. A produção de farelo de soja também deve ter um crescimento significativo, com uma estimativa de 42,3 milhões de toneladas em 2024.
Esses números refletem uma expectativa de aumento na oferta total de soja, que deverá atingir 168,871 milhões de toneladas em 2024. A demanda total é projetada em 157,7 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 2% em relação ao ano anterior. Com isso, os estoques finais também deverão apresentar um aumento expressivo, passando de 5,507 milhões para 11,171 milhões de toneladas.
O mercado de farelo e óleo de soja também merece destaque, uma vez que apresenta perspectivas de crescimento nos próximos anos. A produção de óleo de soja, por exemplo, é esperada para atingir 11,1 milhões de toneladas em 2024, um aumento de 3% em relação ao ano anterior.
Por fim, é fundamental ressaltar que o agronegócio brasileiro desempenha um papel fundamental na economia do país, sendo responsável pela geração de empregos e pela exportação de produtos agrícolas. Acompanhar as tendências e os movimentos desse setor é essencial para quem deseja se manter competitivo e atualizado.
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Perguntas com respostas:
1. Quais foram os principais fatores que influenciaram a queda nos preços da soja em setembro?
– O fraco desempenho dos contratos futuros na Bolsa de Chicago foi o principal determinante para a queda nos preços da soja.
2. Como a desvalorização dos contratos futuros na Bolsa de Chicago afetou o mercado brasileiro?
– A desvalorização dos contratos futuros na Bolsa de Chicago resultou em vendas lentas e, consequentemente, uma redução nos preços da soja no mercado brasileiro.
3. O que limitou parcialmente as perdas no mercado brasileiro em relação aos preços da soja?
– A valorização do dólar comercial limitou parcialmente as perdas no mercado brasileiro, uma vez que a taxa de câmbio se manteve favorável para os exportadores.
4. Quais são as perspectivas para a produção e exportação de soja no Brasil nos próximos anos?
– A consultoria Safras indica que as exportações de soja do Brasil devem totalizar 99 milhões de toneladas em 2024, um aumento de 1% em relação ao ano anterior. A produção de farelo de soja também deve apresentar um crescimento significativo nesse período.
5. Qual é a importância do agronegócio brasileiro para a economia do país?
– O agronegócio brasileiro desempenha um papel fundamental na economia do país, sendo responsável pela geração de empregos e pela exportação de produtos agrícolas.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo
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Os preços de militares recuou no mercado brasileiro em setembro, mês marcado por vendas lentas.
O principal determinante para o comportamento lento do mercado foi o fraco desempenho dos contratos futuros na Bolsa de Chicago (CBOT). Os produtores voltam a atenção para o plantio da nova safra, na fase inicial.
Veja como se comportaram os preços da soja em setembro
- Passo Fundo (RS): caiu de R$ 153 para R$ 145 no período
- Cascavel (PR): caiu de R$ 143 para R$ 135
- Rondonópolis (MT): passou de R$ 130 para R$ 125
- Porto de Paranaguá (PR): passou de R$ 153 para R$ 145
Bolsa de Valores de Chicago
Na Bolsa Mercantil de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em novembro acumulam desvalorização de 5% desde o início do mês.
A posição novembro foi cotada a US$ 13,00 por bushel na manhã desta sexta-feira (29). O início da colheita nos Estados Unidos, as perspectivas favoráveis para a produção sul-americana e a aversão ao risco no mercado financeiro foram os fatores que pesaram sobre Chicago.
Por outro lado, o dólar comercial subiu 0,4% no mês, a R$ 4,994 na manhã da seta, 29. Durante boa parte do mês, a moeda americana ultrapassou a barreira dos R$ 5,00. A taxa de câmbio limitou parcialmente as perdas no mercado brasileiro.
As exportações de soja do Brasil devem totalizar 99 milhões de toneladas em 2024, acima dos 98 milhões indicados para 2023. A previsão faz parte do quadro de oferta e demanda brasileiro, divulgado pela Culturas e Mercadoe indica um aumento de 1% entre uma temporada e outra.
Esmagamento e estoques finais
A consultoria indica moagem de 55 milhões de toneladas em 2024 e 53 milhões de toneladas em 2023, com aumento de 4% entre uma safra e outra. Safras indica importação de 110 mil
toneladas em 2024, contra 130 mil toneladas em 2023.
Em relação à safra 2024, a oferta total de soja deverá aumentar 6%, atingindo 168,871 milhões de toneladas. A demanda total é projetada pela Safras em 157,7 milhões de toneladas, crescimento de 2% em relação ao ano anterior.
Com isso, os estoques finais deverão aumentar 103%, passando de 5,507 milhões para 11,171 milhões de toneladas.
Farelo e óleo de soja

A Safras trabalha com produção de farelo de soja de 42,3 milhões de toneladas em 2024, alta de 4%. As exportações deverão cair 2%, para 21,5 milhões de toneladas, enquanto o consumo interno está projetado em 20 milhões, aumentando 8%. Os estoques deverão subir 36%, para 3,03 milhões de toneladas.
A produção de óleo de soja deverá aumentar 3%, para 11,1 milhões de toneladas. A expectativa é que o Brasil exporte 2,05 milhões de toneladas, uma queda de 9%.
O consumo interno deverá aumentar 5%, para 9 milhões de toneladas. Espera-se que o uso de biodiesel aumente 13%, para 4,5 milhões de toneladas. A previsão é que os estoques subam 13%, para 615 mil toneladas.
