Noticias do Jornal do campo Soberano
Boa leitura!
“Esperamos que este artigo tenha fornecido uma visão abrangente sobre o mercado agrícola brasileiro, destacando o desempenho dos militares e a influência dos preços internos e externos. É importante estar por dentro das cotações no Brasil, como as oscilações em diferentes regiões, para tomar decisões estratégicas. Além disso, analisamos a queda nos preços da soja em Chicago, relacionada ao cenário global e à demanda internacional.
Foi mencionada também a aversão ao risco e a preocupação com a definição da taxa básica de juros nos Estados Unidos, que afetou não apenas a soja, mas também outros produtos agrícolas como milho e trigo. Destacou-se ainda a venda de soja para a China e as inspeções nas exportações da América do Norte.
Os contratos futuros de soja fecharam em queda, assim como o preço do petróleo. Já o câmbio apresentou queda do dólar comercial, com oscilações ao longo do pregão.
Para se manter informado sobre o agronegócio brasileiro e receber as principais notícias do setor em primeira mão, acompanhe o nosso site. Agora, vamos responder a algumas perguntas que geram alta demanda de visualizações:
1. Quais foram as cotações da soja em diferentes regiões do Brasil?
2. Por que os preços da soja em Chicago caíram?
3. Como a aversão ao risco afeta o mercado agrícola?
4. Quais foram os principais fatores que influenciaram o preço do petróleo?
5. Como as oscilações do dólar comercial impactam o agronegócio brasileiro?
Esperamos que essas respostas ajudem a complementar a sua compreensão sobre o mercado agrícola atual. Continue acompanhando as notícias e fique por dentro das últimas informações do setor.”
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo
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O mercado brasileiro de militares não registrou nenhum negócio nesta segunda-feira (18). Os produtores aguardam melhores preços e, com a retração do dólar e de Chicago pesando nos preços internos, os agentes se retiraram.
Veja cotações no Brasil
- Passo Fundo (RS): caiu de R$ 149 para R$ 147
- Região Missões: reduzida de R$ 147 para R$ 145
- Porto de Rio Grande: passou de R$ 156 para R$ 154
- Cascavel (PR): caiu de R$ 135 para R$ 132
- Porto de Paranaguá: desvalorizado de R$ 145 para R$ 142
- Rondonópolis (MT): caiu de R$ 128 para R$ 125
- Dourados (MS): caiu de R$ 129 para R$ 125,50
- Rio Verde (GO): diminuiu R$ 126 para R$ 123
Soja em Chicago
Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com os preços caindo acentuadamente.
O fraco desempenho dos demais mercados e o aumento da competitividade da soja sul-americana pressionaram os preços, mesmo com sinais positivos de demanda.
A aversão ao risco persiste nas finanças, com os investidores aguardando a definição da taxa básica de juros nos Estados Unidos. O dia também foi negativo para milho e trigo, empurrando a soja para o vermelho.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 123 mil toneladas de soja à China, para entrega na temporada 2023/24.
As inspeções nas exportações de soja da América do Norte atingiram 393.004 toneladas na semana encerrada em 14 de setembro, segundo relatório semanal divulgado pela USDA. Na semana anterior, as fiscalizações de exportação de soja haviam atingido 373.619 toneladas.
Contratos futuros
Os contratos de soja para entrega em novembro fecharam em queda de 23,50 centavos ou 1,75%, a US$ 13,16 3/4 por bushel.
A posição de janeiro foi cotada a US$ 13,32 3/4 por bushel, perda de 23,00 centavos, ou 1,69%, em relação ao dia anterior.
Em subprodutos, a posição de farelo de dezembro fechou com perda de US$ 4,20 ou 1,07% a US$ 387,90 por tonelada. No petróleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam nos 60,94 cêntimos, uma queda de 1,12 cêntimos ou 1,80%.
Intercâmbio
O dólar comercial encerrou o pregão com queda de 0,32%, sendo negociado a R$ 4,8555 na venda e a R$ 4,8535 na compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8412 e a máxima de R$ 4,8780.
