Qual foi o impacto da alta de Chicago nos preços da soja no Brasil hoje?

Qual foi o impacto da alta de Chicago nos preços da soja no Brasil hoje?

Noticias do Jornal do campo Soberano
Boa leitura!
Quer ficar por dentro do agronegócio brasileiro e receber as principais notícias do setor em primeira mão? Então esse artigo é para você! Aqui vamos abordar informações relevantes sobre o mercado de grãos e trazer insights sobre os preços e cotações da soja. Prepare-se para absorver um conteúdo rico em detalhes e conhecimento.

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Neste artigo, vamos falar sobre a movimentação no mercado brasileiro, os preços da saca de 60kg em diferentes regiões, a situação da soja em Chicago e a influência dos contratos futuros. Além disso, abordaremos também a questão do câmbio e como isso impacta o setor.

No mercado brasileiro, a movimentação foi fraca, com apenas lotes específicos sendo negociados. Apesar disso, os preços oscilaram ao longo do dia, mantendo-se estáveis ou apresentando pequenas altas, em consonância com a variação positiva em Chicago.

Segue abaixo as cotações para o saco de 60kg em algumas regiões do país:

– Passo Fundo (RS): passou de R$ 149 para R$ 150
– Região de Missões: continuou em R$ 148
– Porto de Rio Grande: passou de R$ 157 para R$ 158
– Cascavel (PR): continuou em R$ 138
– Porto de Paranaguá (PR): estabilizado em R$ 148
– Rondonópolis (MT): passou de R$ 126 para R$ 127
– Dourados (MS): passou de R$ 129 para R$ 130
– Rio Verde (GO): passou de R$ 125 para R$ 126

A situação da soja em Chicago também apresentou preços mais elevados. Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Chicago fecharam a quinta-feira com valorização, mantendo um tom positivo. Isso se deve à percepção de que a Reserva Federal (Fed) dos Estados Unidos não aumentará mais as taxas de juros.

Outro fator que influenciou a alta dos preços da soja foi a forte subida do petróleo, que teve um impacto positivo no mercado. Além disso, as bolsas da Europa e dos Estados Unidos registraram ganhos, contribuindo para esse cenário favorável.

É importante ressaltar que as exportações líquidas de soja da América do Norte, para a temporada 2023/24, também apresentaram resultados positivos. Na semana encerrada em 7 de setembro, foram registradas 703,9 mil toneladas exportadas, sendo a China responsável pela maior parte das importações, com 295,5 mil toneladas.

No que diz respeito aos contratos futuros, os grãos de soja para entrega em dezembro fecharam com alta. A posição janeiro também teve uma valorização significativa. Já o farelo de dezembro acompanhou essa tendência de alta.

Quanto ao câmbio, o dólar comercial encerrou o pregão em queda, sendo negociado a R$ 4,8720 na venda e a R$ 4,8700 na compra. Essa variação da moeda norte-americana ao longo do dia impactou os negócios do setor.

Em resumo, o mercado de grãos segue em movimentação, com oscilações de preços e tendências favoráveis. É fundamental estar atualizado com as últimas notícias e cotações para tomar decisões estratégicas.

Agora, para gerar ainda mais visualizações, vamos finalizar o artigo com 5 perguntas e suas respostas:

1. Quais foram as cotações para o saco de 60kg em Passo Fundo (RS)?
R: Passou de R$ 149 para R$ 150.

2. Qual foi o motivo que impulsionou a alta dos preços da soja em Chicago?
R: Percepção de que a Reserva Federal (Fed) dos Estados Unidos não aumentará mais as taxas de juro.

3. Quais países lideraram as importações de soja da América do Norte na temporada 2023/24?
R: A China foi responsável pela importação de 295,5 mil toneladas.

4. Quais contratos futuros tiveram valorização?
R: Os grãos de soja para entrega em dezembro e a posição janeiro.

5. Como encerrou o dólar comercial durante o pregão?
R: Em queda, sendo negociado a R$ 4,8720 na venda e a R$ 4,8700 na compra.

Esperamos que este artigo tenha sido útil e que você possa utilizar essas informações para se manter atualizado e tomar decisões estratégicas no mercado de grãos. Fique de olho no agronegócio brasileiro e aproveite as oportunidades disponíveis.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo
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A movimentação no mercado brasileiro foi fraca nesta quinta-feira (14). Apenas lotes específicos foram negociados.

Os preços oscilaram ao longo do dia, mas terminaram de estáveis ​​a superiores, acompanhando a variação positiva em Chicago.

Segue as cotações para o saco de 60kg

  • Passo Fundo (RS): passou de R$ 149 para R$ 150
  • Região de Missões: continuação em R$ 148
  • Porto de Rio Grande: passou de R$ 157 para R$ 158
  • Cascavel (PR): continuou em R$ 138
  • Porto de Paranaguá (PR): estabilizado em R$ 148
  • Rondonópolis (MT): passou de R$ 126 para R$ 127
  • Dourados (MS): passou de R$ 129 para R$ 130
  • Rio Verde (GO): passou de R$ 125 para R$ 126

Soja em Chicago

Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços mais elevados.

O mercado manteve um tom positivo desde o regresso do intervalo, dada a sensação de que a Reserva Federal (Fed) não aumentará mais as taxas de juro dos EUA.

A forte subida dos preços do petróleo, de quase 2% em Nova Iorque, também teve uma influência positiva, tal como as subidas nas bolsas da Europa e dos Estados Unidos.

As exportações líquidas de soja da América do Norte, para a temporada 2023/24, iniciada em 1º de setembro, foram de 703,9 mil toneladas na semana encerrada em 7 de setembro.

A China liderou as importações, com 295,5 mil toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 600 mil e 1,45 milhão de toneladas. A informação foi divulgada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Contratos futuros

Os contratos do grão de soja para entrega em dezembro fecharam em alta de 10,75 centavos de dólar por bushel ou 0,79%, a US$ 13,60 1/2 por bushel.

A posição janeiro foi cotada a US$ 13,75 3/4 por bushel, com ganho de 9,50 centavos ou 0,69%.

Em subprodutos, a posição de farelo de dezembro fechou com alta de US$ 4,60 ou 1,16% a US$ 399,40 por tonelada.

No petróleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam nos 61,72 centavos, estáveis ​​em relação ao fechamento anterior.

Intercâmbio

O dólar comercial encerrou o pregão em queda de 0,90%, sendo negociado a R$ 4,8720 na venda e a R$ 4,8700 na compra.

Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8627 e a máxima de R$ 4,9212.