#souagro| A utilização de novas tecnologias na produção de azeite fez com que o Rio Grande do Sul se destacasse na produção nacional. Somente em uma fazenda localizada em Dom Feliciano, no Centro-Sul do estado, a produção passou de 80.000 kg em 2022 para 150.000 kg na safra de 2023. E para ajudar no processo de colheita, os produtores estão investindo em novas tecnologias que auxiliam na retirada das oliveiras. Porque para garantir a qualidade do produto, o tempo entre a retirada do fruto e a extração do óleo é fundamental.
Um dos equipamentos utilizados nas fazendas é o agitador, auxilia na retirada das oliveiras e agiliza o processo, que antes era feito manualmente. A colheitadeira sacode as árvores e consegue colher rapidamente.
Além do aumento da produção, o Rio Grande do Sul possui o único grupo oficial que avalia azeites importados, o que ajuda o consumidor a não cair em fraudes e comprar produtos adulterados.
Imprópria para consumo! Casal do PR vendia azeite adulterado pela internet
De acordo com dados divulgados pelo Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Sul, o Brasil é o segundo maior consumidor de azeite do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos. E por conta dessa demanda, o estado avançou na produção, que saltou de 17 marcas em 2017 para 80 neste ano.
A meta é manter o RS como líder nacional, respondendo por 75% da produção, seguido por Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina e Paraná.
Segundo o Ministério da Agricultura, o azeite é o segundo produto mais fraudulento do mundo.
Benefícios
O azeite é conhecido há séculos como um dos óleos mais saudáveis disponíveis. É extraído das azeitonas, frutos oleaginosos produzidos pela oliveira, e é muito utilizado na culinária mediterrânea. O azeite é rico em gorduras monoinsaturadas, como o ácido oleico. Estudos mostram que o consumo regular dessas gorduras está associado a um menor risco de doenças cardíacas, incluindo níveis mais baixos de colesterol LDL (o colesterol “ruim”) e pressão arterial.
(Liliane Dias/Sou Agro)


