Conab projeta 0,4% de crescimento na produção de carnes em 2026

Conab projeta 0,4% de crescimento na produção de carnes em 2026

Conab projeta crescimento de 0,4% na produção de carnes com destaque para frango, suínos e bovinos

A Conab projeta crescimento de 0,4% na produção de carnes em 2026, com destaque para frango, suínos e bovinos. A previsão reflete equilíbrio entre demanda interna, exportações e custos de produção. No conjunto, o setor mantém o ritmo, mesmo frente a volatilidade de milho e farelo.

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Desempenho por tipo de carne

O frango tende a puxar o crescimento pela força da demanda interna e pela competitividade de custo. A produção avícola costuma reagir rápido a alterações de preço e incentivos de mercado.

Os suínos também devem contribuir, com boa demanda interna e exportações. A gestão de granjas, alimentação eficiente e sanidade são pontos-chave para sustentar esse caminho.

Os bovinos enfrentam um ritmo mais amplo de ajuste de oferta. O crescimento pode ser gradual, dependendo de investimentos em pastagem, genética e manejo de rebanho para controlar custos.

O que isso significa para você, produtor rural

  • Diversificar a produção entre frango, suínos e bovinos pode reduzir riscos.
  • Planeje com foco na demanda interna e no custo da ração.
  • Invista em sanidade, manejo de pastagens e qualidade de carne.

Práticas para aproveitar o cenário

  1. Revise o planejamento de manejo de pastagens e rações para manter aproveitamento de alimento com eficiência.
  2. Priorize bioseguridade, controle de doenças e bem-estar animal para evitar quedas de produção.
  3. Monitore os custos de milho e farelo; busque alternativas ou formulações que mantenham a rentabilidade.
  4. Adote genética e reposição eficiente para manter a produtividade por animal.
  5. Crie um calendário de comercialização para mitigar variações de preço.

Monitoramento e ajustes

Por fim, mantenha a flexibilidade no planejamento. A conjuntura citada pela Conab pode mudar com o clima, mercados e câmbio. Acompanhe os indicadores e ajuste o manejo conforme a realidade da sua propriedade.

Frango mantém o motor do setor; exportações e demanda interna moldam o cenário de 2026

O frango continua sendo o motor do setor de carnes. Em 2026, exportações e demanda interna vão ditar os próximos passos.

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A produção avícola é sensível a custos de ração e a variações cambiais. Quem souber ajustar preço e eficiência, sai na frente.

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O papel do frango na produção nacional

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O frango responde rápido a mudanças de demanda. Consome menos tempo entre criação e abate, o que facilita o planejamento.

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Consumo interno alto sustenta a escala. Os mercados externos ajudam a diluir custos quando a demanda cai no Brasil.

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Como as exportações moldam o cenário

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Exportar exige qualidade constante e certificações. Grifes de qualidade podem abrir novos contratos e garantir volumes estáveis.

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Preços internacionais influenciam o preço pago pela carne no país. O câmbio também pode favorecer ou atrapalhar margens.

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Impacto da demanda interna

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A demanda interna é o pilar de curto prazo. Promoções, renda rural e sazonalidade influenciam o consumo por cortes de frango.

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É importante manter oferta estável, sem causar estoque excessivo. Planeje abate, reposição de matrizes e ciclos de produção com cuidado.

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O que isso significa para a sua granja

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  • Foque em eficiência de ração para reduzir custo por kg de carne.
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  • Diversifique para atender mercados internos e contratos de exportação.
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  • Invista em biosseguridade, rastreabilidade e qualidade da carne.
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  • Avalie parcerias com cooperativas para melhores condições de venda.
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Práticas rápidas para aproveitar o cenário

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  1. Calcule a conversão alimentar e busque melhorias com manejo e genética.
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  3. Monitore o custo de milho e farelo; ajuste formulação quando necessário.
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  5. Padronize cortes, embalagens e rotulagem para exportação.
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  7. Programe a reposição de matrizes para manter produção estável.
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  9. Elabore um calendário de venda para evitar picos de preço.
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Monitoramento e ajustes

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Este é um cenário que pode mudar com clima, frete e acordos comerciais. Acompanhe indicadores de demanda e ajuste planos com a prática do dia a dia na fazenda.

Perspectivas por tipo: frango em alta, suínos com expansão e bovinos com ajuste de oferta

O frango segue em alta, o suínos expandem, e o bovinos ajustam as ofertas. Essas perspectivas influenciam decisões na porteira, no apronto de ração e nas vendas. A gente precisa entender cada cenário para planejar melhor a próxima safra de carne.

Frango em alta: o que observar

O frango mantém demanda estável tanto no mercado interno quanto nas exportações. Quem ajustar custos, melhorar a conversão alimentar e manter qualidade sai atrasado só no atraso do preço.

Para aproveitar, fique atento a três pontos: alimentação eficiente, biosseguridade e logística de abate. Pequenas melhorias podem reduzir o custo por kg de carne e aumentar a margem.

  • Reavalie a conversão alimentar por fase de criação para reduzir desperdícios.
  • Fortaleça biosseguridade para evitar doenças que cortem produtores.
  • Otimize a logística de abate e cadeia de frios para entrega pontual.
  • Fortaleça o traço de qualidade para manter contratos de exportação.

Suínos com expansão: estratégias rápidas

Os suínos podem crescer, mas exigem atenção aos custos de ração e à sanidade. Eficiência na alimentação, ganho de peso estável e manejo sanitário forte são diferenciais.

Invista em formulações otimizadas, manejo de granjas e controle de doenças. Com isso, você amplia produção sem elevar demais o custo por kg.

  • Melhore a taxa de ganho de peso com rações adequadas e ração de qualidade.
  • Monitore custo de milho e farelo; ajuste formulações conforme preço.
  • Fortaleça biosseguridade e fluxo de animais para evitar quebras de produção.
  • Busque acordos de venda com traders ou cooperativas para previsibilidade de demanda.

Bovinos com ajuste de oferta: ações práticas

Para os bovinos, a oferta tende a desacelerar ou desacelerar o crescimento, dependendo de pastagem, reposição e custos de alimentação. Planejar bem melhora a lucratividade.

Priorize manejo de pastagens, reposição de matrizes com qualidade e genética adequada, e controle de custos com rações alternativos quando possível.

  • Reveja o calendário de desmame e reposição para evitar picos de oferta.
  • Invista em pastagens produtivas e manejo de solo para reduzir nutrição cara.
  • Monitore preços de milho e farelo, buscando substitutos quando necessário.
  • Planeje cortes e palatabilidade para manter a demanda interna estável.

Em resumo, cada tipo de proteína pede ajustes específicos. Planeje ações simples agora para capitalizar as perspectivas de 2026 e manter a estabilidade da sua fazenda.

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Saiba Mais Sobre Dr. João Maria
Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.

joão silva

Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite. Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.