IBGE: Abate de bovinos sobe 7% no 3º trimestre de 2025

IBGE: Abate de bovinos sobe 7% no 3º trimestre de 2025

Abate de bovinos: crescimento de 7% no 3º trimestre de 2025

Abate de bovinos cresceu 7% no 3º trimestre de 2025, de acordo com o IBGE. A variação sinaliza maior oferta de carcaças e mudança na dinâmica da cadeia da carne.

Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!

Para o produtor rural, isso significa observar o timing, a qualidade do lote e a margem de lucro. Preços podem oscilar conforme a disponibilidade de gado para abate e a demanda do mercado.

O que impulsionou esse crescimento

Vários fatores ajudam a entender o movimento. A demanda por carne bovina tem se mantido estável, enquanto a capacidade de processamento dos frigoríficos aumenta a atividade de abates. A terminação de animais prontos também concentra o volume em certos períodos.

  • Demanda estável por carne bovina mantém o fluxo de abates.
  • Capacidade de processamento melhorada facilita mais abates por ciclo.
  • Ciclos de terminação elevam o peso de mercado dos animais prontos para abate.

Impactos práticos para o produtor

  • Planeje o abate para evitar picos de oferta que derrubem preço.
  • Acompanhe o peso vivo e o peso de carcaça para melhor precificação.
  • Controle custos de alimentação e saúde para manter margem.
  • Organize transporte e logística para reduzir perdas na entrega.

Estratégias para manter a rentabilidade

  • Diversifique mercados: frigoríficos, carne fresca e exportação.
  • Use contratos de entrega para reduzir oscilações de preço.
  • Otimize a dieta para ganho de peso eficiente sem desperdícios.
  • Invista em sanidade, bem-estar e manejo de pastagem para carcaças consistentes.
  • Faça gestão de custos com registros simples e metas mensais.

Como interpretar números no seu manejo

Compare os dados regionais com o seu rebanho. Monitore ganho de peso, conversão alimentar e custo por quilo de carcaça. Use esse trio para ajustar o planejamento de lotação, abate e venda.

Carcaças bovinas atingem 2,784 milhões de toneladas no mesmo período

As carcaças bovinas somaram 2,784 milhões de toneladas no mesmo período, segundo o IBGE. Esse número indica a oferta disponível de carne. Não equivale ao peso vivo, nem ao total de animais abatidos. Mas é o resultado do peso de carcaça, após o abatimento.

Para você, produtor, esse patamar sugere quando abater. Pense no tempo de terminação para manter a margem.

O que significa esse volume

É o peso total das carcaças processadas. Ele depende do manejo, da terminação e da demanda. Valores maiores costumam refletir melhor rentabilidade, especialmente com contratos estáveis.

O que pode ter impulsionado esse patamar

A combinação de demanda estável, exportação e capacidade industrial ajuda a elevar o volume. Animais bem terminados resultam em carcaças com peso maior. Sazonalidade e preço da ração também influenciam o abatimento.

Impactos práticos para o produtor

  • Planeje o abate com base no peso vivo e na margem desejada.
  • Monitore ganho de peso e conversão alimentar para precificar melhor.
  • Gerencie nutrição para evitar carcaças muito pesadas ou muito leves.
  • Otimize transporte para reduzir perdas e custos logísticos.
  • Documente custos e datas de abate para melhorar a tomada de decisão.

Estratégias para manter rentabilidade

  • Conquiste contratos de fornecimento com frigoríficos para reduzir oscilações.
  • Diversifique canais de venda, incluindo mercados externos quando possível.
  • Ajuste a dieta para ganho de peso eficiente sem desperdício de ração.
  • Cuide da sanidade e do manejo de pastagem para carcaças estáveis.

Como interpretar os números no seu manejo

Compare dados regionais com o seu rebanho. Foque no ganho de peso, na conversão alimentar e no custo por quilo de carcaça. Use esses três indicadores para planejar lotação, abate e venda.

Comparativos com o 3º trimestre de 2024 e o 2º de 2025

Comparativos com o 3º trimestre de 2025, o 3º de 2024 e o 2º de 2025 mostram como a carne bovina evoluiu. O foco é o volume de abate, o peso de carcaça e a rentabilidade por cabeça.

Esses números ajudam você a planejar melhor. Eles indicam quando abater, como precificar e onde buscar contratos estáveis para reduzir a volatilidade.

Principais tendências entre os períodos

Em relação ao 3º trimestre de 2024, o 3º trimestre de 2025 tende a apresentar maior equilíbrio entre oferta e demanda, com carcaças de peso mais próximo do patamar desejado pelos frigoríficos. Em comparação ao 2º trimestre de 2025, a variação tende a se manter contida, com menor oscilação de preço e de volume.

Essa leitura ajuda a entender onde o seu rebanho realmente está performando. Pequenas diferenças no peso vivo, na taxa de ganho de peso e na eficiência de ração podem impactar o resultado mensal.

Impactos práticos para o manejo

  • Alinhe o planejamento de lotação com as janelas de maior demanda para abate.
  • Ajuste a dieta para manter ganho de peso estável sem desperdício de ração.
  • Monitore o peso vivo versus peso de carcaça para precificação mais precisa.
  • Garanta sanidade e manejo adequados para evitar quedas de performance entre lotes.
  • Revise contratos de venda e logística para reduzir riscos de preço e atraso na entrega.

Estratégias para manter a rentabilidade

  • Busque contratos com frigoríficos que ofereçam previsibilidade de entrega.
  • Divida as vendas entre mercados internos e externos quando possível.
  • Otimize a alimentação para elevar a taxa de ganho de peso sem desperdício.
  • Invista em manejo de pastagem para manter carcaças com boa conversão alimentar.

Como interpretar os números no seu rebanho

Compare o desempenho do seu rebanho com os dados regionais. Preste atenção no ganho de peso, na conversão alimentar e no custo por quilo de carcaça. Use esses indicadores para ajustar a lotação, o abate e a venda, mês a mês.

Impactos nos setores de frangos, suínos, leite e ovos

Os impactos nos setores de frangos, suínos, leite e ovos afetam a rentabilidade dia a dia. Custos de ração sobem e a demanda varia, então planejar é essencial para manter lucro.

\n

Ração representa boa parte do custo. Milho e farelo subiram, comprimindo as margens. O câmbio pode puxar preços quando dependemos de importados.

\n

A demanda por carne, leite e ovos muda com consumo, exportação e sazonalidade. Mudanças nas regras do governo e subsídios também afetam custo e preço.

\n

Impactos práticos por setor

\n

    \n

  • Frangos: o custo da ração sobe, pressionando o custo por kg de carne. Foque em eficiência de alimentação e no ritmo de crescimento para manter a rentabilidade.
  • \n

  • Suínos: a ração mais cara pode reduzir o peso de carcaça. Use formulações simples, compra coletiva de grãos e monitoramento da conversão alimentar.
  • \n

  • Leite: o custo de produção aumenta, pressionando o custo por litro. Invista em manejo de pastagem, equilíbrio na ração e melhoria de eficiência na ordenha para reduzir o custo unitário.
  • \n

  • Ovos: a volatilidade de ração impacta o custo por dúzia. Reduza perdas, melhore a genética de postura e controle de temperatura em galpões para manter a produção estável.
  • \n

\n

Estrategias de resiliência

\n

    \n

  • Renegocie contratos com fornecedores para condições mais previsíveis.
  • \n

  • Diversifique fontes de ração ou use subprodutos locais para reduzir dependência de milho importado.
  • \n

  • Foque em eficiência alimentar com formulações simples e ajuste de rações conforme ganho de peso.
  • \n

  • Invista em sanidade, bem-estar e manejo de pastagem para manter a produção estável.
  • \n

  • Desenvolva canais de venda variados, incluindo venda direta e parceria com frigoríficos.
  • \n

\n

Como planejar o fluxo mensal

\n

Crie um ciclo de avaliação mensal com 2-3 KPIs simples: custo por unidade, ganho de peso e conversão alimentar. Use esses números para ajustar lotação, abate, venda e estoque de ração.

Volume de abate: 11,232 milhões de cabeças de bovinos

Volume de abate é 11,232 milhões de cabeças de bovinos no período, indicando atividade do setor e disponibilidade de carne.

\n

Esse número não representa o peso vivo, nem o total de animais criados. Ele mostra quantas cabeças foram abatidas e transformadas em carcaças para venda.

\n

O que esse volume revela

\n

Ele reflete o ritmo de terminação, a capacidade dos frigoríficos e a demanda do mercado. Quando o volume aumenta, pode existir maior oferta, o que influencia preços. Quando cai, o manejo e o planejamento passam a exigir mais precisão.

\n

Impactos práticos para o manejo

\n

    \n

  • Planeje o envio de animais para abate nas janelas de maior demanda para manter preço estável.
  • \n

  • Acompanhe o peso vivo e o peso de carcaça para precificação mais precisa.
  • \n

  • Cuide da sanidade do rebanho para evitar atrasos ou desclassificação na hora do abate.
  • \n

  • Otimize a dieta para ganho de peso eficiente, sem desperdício de ração.
  • \n

  • Organize transporte e logística para reduzir perdas e custos adicionais.
  • \n

\n

Estratégias para manter rentabilidade

\n

    \n

  • Firmar contratos estáveis com frigoríficos oferece previsibilidade de entrega.
  • \n

  • Diversificar canais de venda, incluindo mercados internos e exportação quando possível.
  • \n

  • Planejar lotação com base na sazonalidade de abate para evitar picos de oferta.
  • \n

  • Investir em sanidade, manejo de pastagem e bem-estar para carcaças consistentes.
  • \n

\n

Como interpretar os números no seu rebanho

\n

Compare o desempenho do seu rebanho com os dados regionais. Foque no ganho de peso, na conversão alimentar e no custo por quilo de carcaça. Use esses indicadores para ajustar a lotação, o abate e a venda mês a mês.

Peso das carcaças e variações entre suínos e galinhas

Peso das carcaças é o peso da peça pronta para venda, após o abate e a retirada das vísceras. Ele varia entre suínos e galinhas e afeta direto a rentabilidade do produtor.

\n

Faixas típicas de carcaça

\n

Suínos: a carcaça fica geralmente entre 72% e 80% do peso vivo. Por exemplo, um suíno com 110 kg de peso vivo produz uma carcaça de cerca de 80 kg.

\n

Galinhas (frangos de corte): a carcaça representa aproximadamente 65% a 75% do peso vivo. Assim, um frango de 2 kg vivo rende cerca de 1,3 kg de carcaça.

\n

Fatores que influenciam o peso de carcaça

\n

    \n

  • Genética: raças específicas com boa conversão geram carcaças maiores.
  • \n

  • Dieta: ração balanceada acelera o ganho de peso sem excesso de gordura.
  • \n

  • Idade de abate: abater no momento certo aumenta o peso de carcaça e a qualidade.
  • \n

  • Saúde e manejo: doenças, estresse ou ambiente ruim reduzem o peso final.
  • \n

  • Ambiente de manejo: temperatura, ventilação e densidade afetam o ganho.
  • \n

\n

Estratégias para aumentar o peso de carcaça

\n

    \n

  • Refine a dieta com fases de ganho de peso, controlando custos.
  • \n

  • Escolha genética adequada ao objetivo de carcaça.
  • \n

  • Garanta sanidade, bem-estar e manejo adequado para evitar perdas.
  • \n

  • Ajuste o momento do abate com base no ganho de peso e no preço do mercado.
  • \n

  • Use contratos de venda que valorizem carcaças com padrões desejados.
  • \n

\n

Como monitorar no campo

\n

Faça pesagens regulares por lote e registre peso vivo, peso de carcaça e ganho de peso diário. Use esses dados para ajustar alimentação e abate mês a mês.

\n

Impacto na rentabilidade

\n

Carcaças mais pesadas elevam a renda por cabeça, desde que a qualidade não caia. O controle do peso de carcaça padroniza cortes, facilita a precificação e reduz perdas na cadeia de frio.

Mercado da carne bovina: cenário e perspectivas

Mercado da carne bovina está em movimento, com oscilações de preço e variações de demanda. A cadeia busca equilíbrio entre gado disponível, frigoríficos ativos e consumidores.

\n

A demanda interna permanece estável, enquanto as exportações crescem, influenciando preços e disponibilidade. Isso cria oportunidades, mas também desafios para o planejamento do produtor.

\n

Cenário atual

\n

O preço da carcaça varia conforme a demanda global e a oferta local. Os frigoríficos ajustam abates conforme contratos, sazonalidade e custos de alimentação. A qualidade e o peso das carcaças ajudam a determinar o valor final.

\n

Principais fatores que influenciam

\n

    \n

  • Demanda interna estável e exportações fortes moldam o volume de venda.
  • \n

  • Custos de ração sobem com milho e farelo, afetando margens.
  • \n

  • O câmbio influencia custos de insumos importados e preços de exportação.
  • \n

  • Condições sanitárias e bem-estar do rebanho impactam o peso de carcaça e a qualidade.
  • \n

  • Condições climáticas afetam pastagens e a disponibilidade de gado para abate.
  • \n

\n

Perspectivas para os próximos meses

\n

    \n

  • A demanda pode crescer, abrindo espaço para preços mais estáveis.
  • \n

  • Exportações devem manter a demanda em linha com o ritmo atual.
  • \n

  • A volatilidade é possível em períodos de oferta alta ou mudanças cambiais.
  • \n

  • A melhoria logística e contratos previsíveis reduzem a incerteza de venda.
  • \n

\n

Estratégias práticas para o pecuarista

\n

    \n

  • Firmar contratos estáveis com frigoríficos para previsibilidade de entrega.
  • \n

  • Diversificar mercados, incluindo venda externa e venda direta a compradores.
  • \n

  • Manter sanidade, qualidade de carcaça e consistência de peso.
  • \n

  • Otimizar alimentação para ganho de peso eficiente sem desperdício.
  • \n

  • Planejar lotação e abate conforme sazonalidade e contratos.
  • \n

\n

Indicadores para acompanhar

\n

Fique de olho em preços de carcaça por kilo, além de índices de mercado. Consulte CEPEA, IBGE e o Ministério da Agricultura para dados recentes. Acompanhe também a demanda de exportação e a disponibilidade de abate na sua região.

Metodologia IBGE: Pesquisas Trimestrais do Abate

Metodologia IBGE das Pesquisas Trimestrais do Abate explica como os números de abate são gerados e usados no dia a dia da fazenda.

\n

Essa abordagem agrega dados de frigoríficos, peso vivo, peso de carcaça e volume de animais abatidos, tudo com periodicidade trimestral. Esses números ajudam a entender tendências e a planejar melhor a produção.

\n

O que é a PTA e o que ela mede

\n

A PTA, ou Pesquisas Trimestrais do Abate, calcula o volume de abate, o peso das carcaças e a eficiência da terminação. Ela também mostra a variação por região e por tipo de gado. Com isso, a gente vê onde a oferta está maior ou menor.

\n

Como são coletados os dados

\n

Os dados vêm de frigoríficos cadastrados e de relatórios enviados periodicamente. Em alguns casos, há visitas técnicas para confirmar informações. Os números são ajustados para cada região, levando em conta diferenças sazonais.

\n

Principais indicadores publicados

\n

    \n

  • Número de animais abatidos no trimestre.
  • \n

  • Peso vivo médio por animal.
  • \n

  • Peso de carcaça médio.
  • \n

  • Rendimento de carcaça (carcaça/peso vivo).
  • \n

  • Distribuição regional e por tipo de gado.
  • \n

\n

Como interpretar esses dados para o manejo

\n

Use as informações para ajustar a lotação, planejar abates e negociar vendas. Se o peso de carcaça estiver baixo, vale revisar a dieta e o manejo para melhorar o ganho de peso.

\n

Limitações e cautelas

\n

    \n

  • Os dados são agregados e não substituem o monitoramento da sua fazenda.
  • \n

  • Há defasagem temporal, então a leitura de tendências precisa ser contextualizada.
  • \n

  • A variação regional pode ocultar diferenças dentro da mesma área. Use com prudência.
  • \n

\n

Como acompanhar os dados

\n

Consulte os boletins do IBGE no site oficial. Compare os números oficiais com o desempenho do seu rebanho para entender onde você está no mercado.

Implicações para produtores e cadeia de valor

Implicações para produtores e cadeia de valor aparecem direto no bolso de cada decisão. Mudanças no volume de abate ou no peso de carcaça afetam custos, preços e planejamento.

\n

Para o produtor, isso significa ajustar lotação, dieta e contratos pra manter a margem. Planejamento, contratos estáveis e monitoramento de custos são essenciais no dia a dia.

\n

O que isso significa para o produtor

\n

O ritmo de abate, o peso de carcaça e a demanda definem quando comprar animais, alimentar e vender. Pequenas mudanças podem melhorar a margem sem aumentar o trabalho.

\n

É preciso acompanhar o peso vivo, o peso de carcaça e o ganho de peso para precificar melhor. Também vale revisar a dieta pra manter ganho eficiente sem desperdício de ração.

\n

Impactos na cadeia de valor

\n

Frigoríficos, distribuidores e varejo ganham com fornecimento estável, carcaças dentro de padrões e entrega no tempo. Para o produtor, isso abre portas para contratos mais previsíveis e condições mais justas.

\n

Estratégias para reforçar a resiliência da cadeia

\n

    \n

  • Firmar contratos estáveis com frigoríficos para previsibilidade de entrega.
  • \n

  • Diversificar canais de venda, incluindo exportação quando possível.
  • \n

  • Investir em sanidade, manejo de pastagem e bem‑estar para manter a qualidade das carcaças.
  • \n

  • Usar dados de manejo para ajustar dieta, ganho de peso e abate.
  • \n

  • Desenvolver parcerias logísticas que reduzam perdas e custos de transporte.
  • \n

\n

Indicadores para acompanhar

\n

Fique de olho em preço por kg de carcaça, ganho de peso, conversão alimentar e custo por quilo. Acompanhe também disponibilidade de gado para abate e prazos de entrega.

\n

Como colocar em prática

\n

    \n

  1. Defina metas mensais de venda, peso de carcaça e margem por cabeça.
  2. \n

  3. Registre custos de ração, mão de obra, energia e transporte com clareza.
  4. \n

  5. Compare o desempenho com dados regionais e ajuste planos rapidamente.
  6. \n

  7. Negocie contratos com cláusulas de preço e entrega para reduzir incerteza.
  8. \n

  9. Implemente melhoria contínua na sanidade, na alimentação e no manejo da pastagem.
  10. \n

\n

Riscos e oportunidades

\n

Riscos comuns incluem variações cambiais, alta de ração e sazonalidade de oferta. Oportunidades aparecem com contratos estáveis, demanda externa e valorização de carcaças de alta qualidade.

Além disso, confira abaixo esses posts:

Preço do Milho Atualizado

Saiba Mais Sobre Dr. João Maria
Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.

joão silva

Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite. Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.